domingo, 12 de janeiro de 2014

As Espécies mais Lindas do Mundo "Aquático"

Você que é apreciador de peixes vai ficar encantado com a lista abaixo.
São espécies que nos encantam pela beleza, pelo colorido exuberante, pelo comportamento único e pelas formas elegantes.
A grande maioria só pode ser encontrado em  grandes profundezas.
1. Mandarim
Madarim1

O Mandarim vive em fundos ricos em limos e cascalho, , de lagoas ou recifes de coral resguardados, alimentam-se de pequenos invertebrados do fundo, que captura projetando rapidamente as maxilas para fora. Embora não ultrapasse os 6 cm de comprimento, destaca-se pelas suas cores exuberantes e pelo padrão elaborado que lhe cobre o corpo.


2. Angel Imperador
angel imperador
O Angel Imperador (Pomacanthus imperator) é um peixe jovem bem adptado a vida em cativeiro e com uma dieta rica e variada evitará que ele possa incomodar corais mais macios. Na fase adulta o peixe adquire coloração intensa muito vibrante. Estoque refere-se até a última atualização do site, estando sujeito a confirmação. Pode haver variação na coloração e formação devido cada animal ser único.


3. Peixe-Leão
peixe Leão

Peixe Leão ou Lionfish  também são chamado de peixe escorpião, por causa de seus espinhos venenosos. Apesar de sua aparência e seus espinhos os Lions são pacíficos com peixes do seu tamanho, resistentes a doenças e podem ser recomendados até para iniciantes em aquário marinho. Os Lions são predadores vorazes, engolem qualquer peixe que caibam em sua boca.


4. Acará-disco
Acará-disco
O termo acará-disco ou peixe-disco  é a designação comum aos peixes  teleósteos perciformes da família dos ciclídeos do gênero Symphysodon. De distribuição amazônicacorpo discoidal geralmente com faixas escuras verticais, são peixes ornamentais. São pacíficos, onívoros e gostam de pH ácido. A reprodução destes peixes é comum e diversas variantes comerciais estão disponíveis em lojas especializadas. Peixes criados em cativeiro tem maior expectativa de vida e no exterior virtualmente todos os acará-discos nunca estiveram fora de um aquário.


5. Camarão Mantis
Camarão-Mantis
mantis shrimp, camarão mantis ou, como dizem os brasileiros, a tamarutaca é um crustáceo predador que pertence à ordem Stomatopoda e que vive a pouca profundidade em águas tropicais e temperadas. Utilizam garras específicas para capturar e dominar as suas presas, trespassando-as ou despedaçando-as. A força e rapidez que um espécime adulto exerce com as suas garras são equivalentes a um disparo de uma arma de calibre 22. Por diversas vezes, já aconteceu estes camarões conseguirem quebrar vidro duplo.



6. Peixe-Porco Palhaço
peixe-porco palhaço
O Peixe-Porco Palhaço é um peixe que necessita de bastante espaço e também gosta muito de se entocar em esconderijos entre as rochas. Ele não costuma ser difícil na alimentação, e aceita com facilidade pedaços de ouriço, camarão, lula ou peixe cortado.Vocês nunca devem ter ouvido falar do Peixe-Porco Palhaço, mas eu explico, ele é um peixe que necessita de bastante espaço e também gosta muito de se entocar em esconderijos entre as rochas. Ele não costuma ser difícil na alimentação, e aceita com facilidade pedaços de ouriço, camarão, lula ou peixe cortado.

7. Nudibrânquios
_nudibranquios

Os nudibrânquios são pequenos moluscos marinhos, medindo entre 2 e 6 cm de comprimento, semelhantes às lesmas do mar. Dão-se em qualquer lado onde haja água salgada. Por isso a sua variedade é enorme e chega a atingir 3000 espécies diferentes.


8. Zanclidae (Moorish Idol)
Zanclidae
Muito popular e bonito, o Zanclidae ou Moorish Idol (Zanclus cornutus) é um peixe que exige um nível de atenção maior por parte do aquarista. Conhecido como “Gil”, do filme “Procurando Nemo”, o Zanclus é um animal que apresenta certa resistência para se alimentar de rações, podendo vir a beliscar corais. Há, no entanto, novas rações e produtos desenvolvidos justamente para incentivar a alimentação desse animal, o que é muito eficaz. O Moorish Idol é encontrado em muitas regiões do planeta, onde as águas são mais quentes. Há grande ocorrência dessa espécie na região da grande barreira de corais. Pode haver variação na cor ou formação, devido a cada animal ser único.


9. Peixe-Palhaço
peixe-palhaco-3
Amphiprion Ocellaris, também conhecido como Peixe Palhaço, ficou mundialmente famoso após o filme “Procurando Nemo”, onde os protagonistas são peixes da espécie Amphiprion Ocellaris. Quando jovens, costumam viver em bandos, mas atingida a maturidade sexual, em torno de um ano, formam casais e os que não forem se acasalando, serão expulsos dos territórios, demarcados por eles. Seu Habitat original: Recifes de corais por todo o Indo-Pacífico e no Norte da Austrália. É possível a reprodução em aquários.

10. Peixe Papagaio Arco-Íris
PEIXE-PAPAGAIO
Nomeado Peixe Papagaio por causa de sua calcárias-como bicos de aves. O papagaio usa esses bicos para esmagar e comer os pequenos invertebrados que vivem nos corais. Grande parte do piso de areia e mar de recifes de coral são, na verdade restos de refeições do peixe papagaio, eles mastigam os corais, invertebrados e cospem o cálcio restante. Na maioria das espécies, a fase inicial é vermelho escura, marrom ou cinza, enquanto a fase terminal é vividamente verde ou azul ou amarela com brilhantes manchas rosadas.

 Fonte: Smashing List

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

As Vezes A Natureza Também Precisa de Uma Forçinha

Peixes não conseguiram subir o rio e ficaram encalhados (FOTO: HOYCORRIENTES)
Peixes não conseguiram subir o rio e ficaram encalhados (FOTO: HOYCORRIENTES)
Milhares de peixes das espécies dourado, curimba e surubim foram encontrados mortos no trecho argentino do Rio Paraná entre as cidades de Corrientes e Paso de La Pátria. Segundo a Direção de Recursos Naturais da província, a baixante do rio impediu que os cardumes passassem, fazendo com que ficassem encalhados.
Com o Rio Paraná apresentando um nível d’água baixo desde o final de 2013, uma ilha próxima de Corrientes se tornou uma verdadeira armadilha. Pescadores e remadores chegaram até o local e logo chamaram as autoridades.
“Logo que fomos avisados encontramos um cardume que poderia acabar morrendo. Contamos com a ajuda dos pescadores e conseguimos salvar milhares de peixes”, conta o diretor de Recursos Naturais, Santiago Faisal.
Para evitar que profissionais possam se aproveitar da situação policiais ambientais fazem fiscalização permanente no local.
Por conta das chuvas de Verão o Rio Paraná já começa a “crescer” novamente e a expetativa é de que tudo se normalize nos próximos dias.
Fonte: revistapescaecompanhia.uol.com.br/

Confira o Calendário de Pesca para 2014 em Vinhedo

A Prefeitura de Vinhedo, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer, definiu o Calendário de Pesca para 2014. Neste mês de janeiro a pesca está proibida. Confira as datas liberadas no documento em anexo e no site da Prefeitura, na seção “arquivos”.

A Prefeitura Municipal divulgou o calendário de pesca para 2014. Neste mês, a atividade está proibida.

A partir de 5 de fevereiro, a pesca está liberada durante três quartas-feiras, de cada mês, exceto em abril, que serão duas quartas e uma sexta-feira. Clique aqui e baixe o arquivo com o calendário de pesca.

                               

Regras

Nas datas liberadas, a pesca poderá ser realizada das 7h às 18h e é permitida apenas para pescadores cadastrados e em posse do crachá de identificação. 

Serão permitidas até três varas por pescador e é proibido utilizar “cevas” que poluam a água. Também é vedado o uso de “chuveirinho” e anzol “trempa”; pescar com a técnica “lobisomem” (tentativa de enrosco) ou utilizar mais do que um anzol por vara. 

É importante que os pescadores mantenham o local sempre limpo após a pescaria. Os peixes da espécie “Black Bass” com comprimento abaixo de 35 cm devem ser obrigatoriamente soltos.

É importante destacar que o descumprimento das regras estabelecidas acarretará em suspensão do pescador e seu crachá será recolhido.

Fontejornaldevinhedo.com.br

1º Festival de Pesca ao Tucunaré em Diamante do Norte

Neste sábado (11), o Rio do Corvo em Diamante do Norte (a 144 quilômetros de Maringá) vai receber amantes da pescaria para o 1º Festival de Pesca ao Tucunaré.
A premiação para o primeiro lugar é um barco e para o segundo, uma carreta para barco. Ambos serão sorteados entre as equipes participantes. Para a classificação das equipes, também serão entregues troféus do 1º ao 10º lugar.
Segundo a organização, apesar de o torneio ocorrer no período do defeso, em que a pesca é proibida para preservar o processo de reprodução dos peixes, a captura de espécies exóticas, como o Tucunaré, é permitida mediante a orientação dos técnicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
Para quem gosta de acampar próximo ao rio, terá um espaço reservado às margens do Rio do Corvo.
As inscrições para o torneio estão limitadas a 100 equipes, que podem ser dupla ou trio. O custo da inscrição é de R$ 60 por pessoa, incluindo kit com camiseta.
Mais informações com Cezar Augusto (44) 9168-7238 ou Willian Gavassi (44) 9102-3067, ou no festivaltucunaredte@gmail.com
Fontemaringa.odiario.com

Liberada a Pesca Esportiva no Parque Dom José em Barueri


  
Nessas férias a Prefeitura de Barueri liberou a pratica da pesca esportiva no Parque Municipal Dom José. A atividade poderá ser realizada somente aos domingos, em horário restrito, das 6 às 9 horas. Os praticantes devem levar seus equipamentos.
 
A pesca esportiva é uma atividade de integração social e de lazer que promove a união familiar e entre amigos, uma ótima opção para se divertir nas férias. Os amantes da pesca podem encontrar peixes das espécies tilápia, carpa e bagre.
 
Parque Dom José
O Parque Municipal Dom José possui uma área de 90 mil metros quadrados, os visitantes podem desfrutar de muito lazer e diversão. 

O parque possui uma excelente infraestrutura e conta com diversos equipamentos de lazer, como minicidade com casas de bonecas e tanque de areia, playground, vinte churrasqueiras, pista de skate, centro de eventos, um lago com pedalinho, campo de futebol e quadras poliespotivas (basquete, tênis, vôlei, vôlei de areia e futsal).
 
SERVIÇO - Parque Municipal Dom José
Endereço: Rua Ângela Mirella, 500, Vila Porto  - Barueri
Horário de Funcionamento: segunda à sexta-feira, das 6 às 22 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 6 às 19 horas.
Informações: 4198-5445

Fontespnoticias.com.br

Torneio de Pesca de Arremesso em Itajai - SC

Os amantes da pesca terão espaço nos Eventos de Verão da FMEL. 
Neste domingo (12), será realizado o Torneio de Pesca de Arremesso nos Molhes da Atalaia. Podem participar os atletas filiados à Confederação Brasileira de Pesca e Lançamento (CBPL) e equipes independentes que possuam a licença de pesca, emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura.
O Torneio de Pesca de Arremesso será disputado em duplas nas categorias: masculina, feminina, master e sênior. O sorteio das raias começa às 06h30 e a competição ocorre das 08h às 12h. Um dos integrantes da dupla pescará no lado do molhe voltado para o mar e o outro no lado voltado para o rio Itajaí-açu. Serão válidos todos os peixes, exceto o Baiacu-mirim, baiacu-pinima e baiacu-de-espinho. A captura será feita com isca livre (morta in natura).
A dupla irá ganhar dois pontos por peixe pescado, e cinco pontos para cada 100gr ou fração do peso total. Haverá premiação do 1º ao 7º lugar geral e do 1º ao 3º lugar para o Feminino, Masculino, Master, Sênior e para quem pegar o maior peixe (peso).
As inscrições custam R$ 50,00 e devem ser feitas até sexta-feira (10), nos seguintes locais: Alvamar (3433-3231), Anzol de Ouro (3422-6021), Pro-Fishing (3433-9881), Só Pescar (3433-1105), Pelicano Adventure (3348-1528) e A Carpa (3348 - 8534). Devido à topografia dos molhes, serão inscritas somente 25 duplas.
A Fundação Municipal de Esporte e Lazer informa que foram suspensos o Início do Banho de Mar Adaptado e o Vôlei de Praia Sentado que estavam programados para este sábado (11). Uma nova data deve ser agendada. 
 ____________________
Informações Adicionais:
Fundação Municipal de Esporte e Lazer
Telefone: 3348-1473
Fonteitajai.sc.gov.br

Experiência é Tudo na Vida, até na Arte da Pesca

A arte de pescar: um caniço, um anzol e diversas histórias no Litoral Norte Ricardo Duarte/Agencia RBS
A aposentada Doraci Franke, 71 anos, marca presença todos os dias na ponte entre Tramandaí e ImbéFoto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Se há uma cena característica da ponte entre Tramandaí e Imbé é aquela fileira de varinhas de pescar disputando espaço para fisgar sardinhas no Rio Tramandaí. Quem passa pela beira da praia de manhã cedo ou à tardinha sempre encontra aquele "tio" com anzol apontando para o mar em busca de um ou outro papa-terra, para servir uma fritada à família na volta para casa. Zero Hora foi atrás de algumas histórias desses pescadores de veraneio.
Na ponte sobre o Rio Tramandaí, a dama da pescaria é a aposentada Doraci Franke, 71 anos. Não só por marcar presença todos os dias no local, mas porque ela pega tanta sardinha que até vende parte da pescaria para quem não fisga nada.
– É só ela que pega peixe aqui – aponta um pescador.
– Aquela ali é muito sortuda – diz outro.
– Não dá para pescar perto dela porque a gente passa vergonha – admite um terceiro.
Mas, afinal, qual o segredo de Doraci?
– Tem que ter um anzol bom e segurar a vara reta, cuidar para não inclinar nem enroscar com as outras linhas. A isca também não pode ser muito grande, se não o peixe escapa – explica.

Quem está ao lado, de ouvido comprido na conversa, garante que não é só questão de equipamento – é preciso sorte. 

E parece que isso Doraci tem bastante. Enquanto fala com a reportagem, ela vai tirando uma sardinha atrás da outra do anzol, enquanto os demais pescadores ao redor continuam com os baldes vazios.
Moradora de Sapiranga, no Vale do Sinos, Doraci começou a pescar há 10 anos. Foi acompanhar o irmão na ponte e gostou da brincadeira. Tanto que passou a alugar uma casa a uma quadra do local.
Ela passa boa parte do veraneio sem molhar os pés no mar e só vai à beira da praia quando chegam os três filhos e os dois netos para passar as férias.
– Isto (pesca) é meu passatempo, adoro pescar. Vir aqui é bom também porque faço amizades, converso todos os dias com gente diferente. Nunca encontrei uma pessoa má na ponte, só vem gente boa – conta a aposentada.

Com o baldinho cheio, ela volta para casa no fim da tarde já pensando na fritada de sardinhas com farinha de trigo, sal e orégano que vai preparar para a janta.
Com uma só isca, aposentada garante ter pego dois peixes
Doraci diz que já pegou dois peixes com um anzol. Causo mais curioso que este foi o de um casal, que tentava pescar ao lado dela na ponte. Ficaram horas com a vara na água. E nada. Doraci, como sempre, enchia os baldinhos. Quase desistindo, o rapaz resolveu perguntar a Doraci se ela poderia lhe vender o anzol que estava usando, quando fosse embora. Doraci disse que daria o anzol ao rapaz. Antes, só ia dar mais uma fisgadinha.
– Não é que, quando joguei pela última vez a linha na água, a vara quebrou no meio? Parece até que não era para ser dele aquele anzol! – conta a pescadora.
No fim, o rapaz acabou comprando de Doraci dois quilos de sardinha, metade do que ela tinha pescado naquela tarde.

Hoje não deu em nada, mas ontem...

Há quem aproveite as férias para desligar o despertador e acordar quando o corpo achar que chega de dormir. O técnico em mecânica de Sapucaia do Sul Ricardo Kunz, 48 anos, no entanto, prefere fazer o oposto: adianta o alarme para as 5h da manhã.
Kunz conta com a parceria do industriário Mauro Bremm, 49 anos, também de Sapucaia, que costuma levar o filho, Rafael, 17 anos, para a pescaria. Sempre por volta das 6h, o trio vai até a beira da praia de Capão da Canoa, com kit de pesca, cadeiras de praia e chimarrão para acompanhar.
A turma aprendeu os macetes conversando e observando os mais experientes.
– Os mais velhos têm olho clínico. Só pelo balanço das ondas já identificam onde estão os buracos. É lá que ficam os papa-terras – comenta Kunz.
No grupo dos mais experientes está o bancário aposentado Júlio César Alves, 65 anos. Morador de Porto Alegre, mas natural de Santana do Livramento, ele aprendeu a pescar quando criança, nos rios da fronteira com o Uruguai e no país vizinho. Com a experiência de água doce, ele diz que pescar na água salgada é mais difícil, porque demora para entender quando a vara é balançada pelo movimento das ondas ou pela fisgada do peixe.
– A vara dá uma tremida diferente quando o peixe fisga, só a experiência para saber identificar – ensina.
Para pescar o papa-terra, eles retiram a isca do próprio mar: tatuíras e mariscos arrastados pela maré.
– O peixe maior é sempre o que escapou – conta Alves.

Ele diz isso porque toda história de pescador começa com uma grande aventura para fisgar um peixão, mas no último instante, o bicho escapa. E aí fica pelo conto, ninguém tem como provar se era mentira ou verdade.

– O cara sempre diz para quem passa: "hoje não está dando nada, mas ontem…". Aí tu vens no dia seguinte, e ele diz a mesma coisa! – diverte-se Kunz.

Aviso aos pescadores

- É permitido aos veranistas pescar somente com caniço, carretilha ou molinete.
- O uso de tarrafas e redes é proibido, podendo ser usado apenas por profissionais e em determinadas épocas do ano.
- O pescador flagrado usando redes e tarrafas irregularmente tem o material recolhido e é submetido a um termo circunstanciado.
- A Brigada Militar orienta os pescadores de ocasião que se cadastrem no Ministério da Pesca para tirar uma licença.

Fonte: Coronel Angelo Antônio Vieira da Silva, comandante do Comando Ambiental da BM
Retirado do: zerohora.clicrbs.com.br/

Eu diria que é Melhor Tomar Cuidado

O lago da Usina Hidrelétrica Machadinho está infestado de piranhas. O alerta é da Polícia Militar Ambiental, que realizou uma operação no local na semana passada. Segundo o comandante da corporação em Herval d’ Oeste, tenente Tatiano Cabral, em função da piracema, período de reprodução dos peixes, a polícia apreendeu redes e armadilhas no lago. Somente de rede foram mais de 500 metros recolhidos.

Em uma dessas armadilhas havia uma piranha juntamente com outras espécies (cascudos). O detalhe é que os cascudos haviam sido devorados. Conforme Cabral, com a ocorrência da piracema é comum a incidência de piranhas. Mesmo não sendo registrada nenhuma ocorrência de ataque de piranhas a seres humanos, a Polícia Militar Ambiental alerta aos banhistas para os riscos da prática de atividade aquática no lago.

— Fique atento, pois nessa época do ano aumenta bastante a ocorrência de piranhas — reforça Cabral.

Estudo feito entre os anos de 1995 e 2002 apontou duas espécies de piranhas no lago da Usina de Machadinho. Estes peixes são naturalmente agressivos. Pescadores legalizados reclamam que peixes estão sendo atacados pelas piranhas, o que pode provocar um desequilíbrio no ciclo reprodutivo. As redes e armadilhas recolhidas serão destruídas. O período da piracema encerra no próximo dia 31.


Fontediariocatarinense.clicrbs.com.br/

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

As Espécies mais estranhas do Mundo "Aquático"

Há quase 28 mil espécies conhecidas de peixes em nossos rios e oceanos. Deste total, dá para contar nos dedos quais não têm uma cara bem esquisita. Não há muitas exceções. Com isso em mente, nos aventuramos pelas fotos dos peixes mais estranhos do mundo e escolhemos os nossos preferidos.

20. Opistognathus aurifrons

20
Membros da família Opistognathidae, os jawfishes poderiam ter seu nome em inglês facilmente traduzido para “peixe-mandíbula”. E não é para menos. Estes peixes abrigam os ovos de sua fêmea dentro de sua bocapara proteger os seus recém-nascidos de predadores – não que este abismo cheio de dentes seja a melhor definição de segurança que nós conhecemos. Porém, não se preocupe: o jawfish normalmente come plâncton, não nadadores humanos.

19. Peixe-lua

19
Com grandes espécimes atingindo mais de 4 metros verticalmente e pesando mais de 2 toneladas, o peixe-lua é o peixe ósseo mais pesado conhecido no mundo. Mais parecido com um dirigível do que com um animal, este gigante sem escamas é coberto por uma pele grossa e elástica, que é conhecida por hospedar mais de 40 parasitas diferentes – tantos, que alguns de seus parasitas têm parasitas.
Um único peixe-lua fêmea pode produzir até 300 milhões de ovos por ninhada. Isso mesmo que você ouviu: trezentos milhões. Isto garante à espécie um lugar ao sol no Guinness Book of World Records. Após a eclosão, os milhões de mini-luas parecem muito pouco com suas contrapartes adultas. Com uma barbatana primordial caudal, nadadeiras peitorais largas e espinhos espalhados pelo corpo, peixes-lua larvais parecem muito com seus parentes tetraodontiformes, o baiacu. À medida que se desenvolvem, a nadadeira caudal se curva para dentro e a clavus (aquele estranho leme traseiro) é formada a partir de extensões dorsal e anal dos raios da barbatana.
Ainda não o considera estranho o suficiente? Então adicione um bico nesse peixe. Os peixes-lua usam seu bico fundido juntamente com uma forte sucção para manipular presas​​, e deixam que os dentes da faringe, placas semelhantes a garras que existem em suas gargantas, façam a mastigação.

18. Chaunax endeavouri

18
Esta criatura nem um pouco atraente é encontrada na costa leste da Austrália, onde ele gosta de ocupar áreas barrentas do fundo do oceano. É tecnicamente um tipo de “sapo do mar”, justamente por preferir ficar perto do solo e por sua cauda ser pequena, enganando os mais desatentos. Com um corpo flácido, ele também engana suas presas com uma isca pendurada entre seus olhos, que pode ser escondida em seu focinho.

17. O peixe-papagaio

17
Sem meias palavras: este peixe é nojento. Algumas espécies de peixes-papagaio se protegem durante a noite através da secreção de um “casulo de muco” antes de ir dormir. O casulo envolve o peixe e esconde o seu cheiro, o que não tem mal nenhum. Isso até o momento em que lembra que casulo é feito de muco. Imagine se você, todas as noites, tivesse que abrir mão do seu edredom e passar a se enrolar em um cobertor de ranho. Pronto, agora você já entendeu o quão nojento ele é.
Além disso, os excrementos do peixe-papagaio são em grande parte compostos de minúsculos grãos duros de coral, que se depositam no fundo do oceano e passam a fazer parte do substrato. Em outras palavras? Eles defecam areia. Muita areia – algo em torno de uma tonelada por peixe, por ano. E não é qualquer areia, mas a bela, reluzente, tropical, paradisíaca areia branca. Lembre-se disso quando estiver tomando seu drink em um guarda-sol à beira mar em alguma praia turística.

16. O peixe cabeça-de-cobra

16
O cabeça-de-cobra é um superstar da telinha. Ele já foi destaque em programas e seriados de TV como “CSI: NY”, “Frankenfish”, “Swarm of the Snakehead” e “River Monsters”. Se você fala um pouco de inglês e entende alguma coisa da programação de TV internacional, deve ter notado que nenhum desses programas tem uma energia muito otimista.
Isto se dá porque ele é um predador do topo da cadeia alimentar, não tendo concorrência em seu habit natural. Como se espalhou por diversos rios do mundo e não encontrou competidores à altura, se transformou em uma verdadeira praga e foi classificada como espécie invasora, já que causa danos ao meio ambiente. A cereja do bolo? Ele consegue respirar e se mover fora d’água, ainda que seus músculos peitorais não sejam fortes o suficiente para que ele se transforme num perseguidor terrestre.
Entretanto, o cabeça-de-cobra não é de todo ruim. A espécie é uma iguaria na Birmânia e no Vietnã. É melhor colocá-lo na panela antes que ele coma você, sua família e seus amigos mais queridos.

15. O peixe-ogro

DEEP SEA FISH
O peixe-ogro é outra amostra de aparência e nome assustadores, porém, na verdade é bastante inofensivo para os seres humanos. O nome do peixe vem de sua cara mal humorada, provida de dentes parecidos com presas, que são desproporcionalmente grandes em comparação com seu pequeno corpo. Então, por que o peixe-ogro parece tão infeliz? Nosso melhor palpite é a frustração de ser tão pequeninho, ainda que as revistas insistam em dizer que tamanho não é documento.

14. O peixe-serra

14
Os peixes-serra já são conhecidos de muita gente, contudo nem todo mundo tem ideia do que estas criaturas escondem. Vamo exemplificar usando a espécie Anoxypristis cuspidata, que foi apelidada de “knifetooth” (“dente de faca”). O seu focinho semelhante a uma lâmina tem de 18 a 22 pares de dentes laterais, o que dá a este tubarão uma aparência única. E também faz com que nos perguntemos, “O que você estava pensando, evolução?!”. Os dentes no seu focinho não são usados ​​para a mastigação, mas sim como um rastreador e uma arma.
A serra é coberta de poros minúsculos ampulares, que permitem que o peixe-serra capte os campos elétricos produzidos por peixes e outras presas. Uma vez localizados, aquela serra torna-se uma espada longa usada para atordoar e empalar seus alvos. Na realidade, algumas espécies de peixe-serra têm o poder de cortar com força suficiente para dilacerar completamente a sua presa.

13. O tubarão-duende

13
Quem chamou essa criatura de tubarão-duende estava sendo gentil diante de tamanha estranheza. O peixe tem um focinho longo e liso saindo de sua cabeça, o que, como qualquer um pode imaginar, é um pouquinho estranho, esteticamente falando. Felizmente, o focinho diminui proporcionalmente conforme o tubarão envelhece, de forma bem semelhante ao que acontece com o ego embaraçosamente grande de um macho humano, que tende a diminuir à medida que ele fica mais velho.

12. O cavalo-marinho

12
Os cavalos-marinhos, apesar de não parecerem, são de fato peixes – e ninjas. O nome do seu gênero, Hippocampus, deriva das palavras gregas Hippos, que significa “cavalo”, e Campus, que significa “monstro marinho”. Ok, pequenos cavalos-monstros, isso é bastante simples. Porém, não há nada simples a respeito deles.
Por mais longe que as adaptações evolutivas vão, os cavalos-marinhos são um saco de surpresas. Seus olhos se movem de forma independente, seu longo focinho tubular lhes permite passar despercebido quando perseguem suas presas, e uma bolsa ventral permite que os machos deem à luz a filhotes vivos. Como se isso não fosse suficientemente estranho para um peixe minúsculo, cavalos-marinhos estão escondendo mais uma adaptação interessante em sua cauda preênsil parecida com a de um macaco: superforça.
Caudas do cavalo marinho são compostas de trinta e seis segmentos ósseos. Cada segmento é constituído por quatro placas de canto em forma de L, ligadas por pequenas articulações. Quando expostas à pressão, como por exemplo, o bico esmagador de uma tartaruga marinha, estas articulações permitem que as placas ósseas deslizem e rodem livremente umas sobre as outras sem serem danificadas. Os ossos da cauda podem ser comprimidas em cerca de 60% da sua largura original, antes de ocorrerem danos permanentes à coluna vertebral. Desculpe, Tony Stark, mas os cavalos-marinhos já usavam uma armadura do Homem de Ferro bem antes de você.

11. O peixe-pedra

11
Rochas pode ser perigosas se jogadas com muita força na direção do rosto de alguém, mas não são nada em comparação com os peixes que se parecem com rochas. O peixe-pedra é um dos peixes mais venenosos do mundo e não é preciso ir assim tão longe para topar com um, já que eles vivem na costa do Caribe e do estado norte-americano da Flórida, assim como na região Indo-Pacífica. O veneno do peixe-pedra pode até mesmo ser fatal para os seres humanos se a ferida não for tratada. Além disso, uma ferroada desse bicho é certamente inesquecível: está entre as mais doloridas do mundo e a sensação agoniante não pode ser amenizada nem mesmo com morfina.

10. Chionodraco rastrospinosus

10
Qualquer peixe nativo do Oceano Antártico, um dos ambientes mais extremos do mundo, está destinado a ter a sua parcela de estranheza. Para o Chionodraco rastrospinosus, esta parcela vem sob a forma de sangue transparente.
O sangue deste peixe carece de hemoglobina, uma proteína encontrada nas células vermelhas do sangue de todos os outros animais vertebrados. A hemoglobina não só dá o sangue oxigenado a sua cor vermelha, mas funciona como um agente que carrega e fornece oxigênio para os músculos e órgãos que necessitam. O Chionodraco rastrospinosusé capaz de funcionar sem esta importante proteína porque, a temperaturas frias, o oxigênio é dissolvido mais facilmente no plasma (o componente líquido do sangue), que por sua vez é absorvido pelos músculos. Essencialmente, é como pular o intermediário no processo de oxigenação.
Eles também têm um sistema circulatório impressionante, que bombeia o sangue a uma taxa cinco vezes mais rápida do que o peixe médio. Isso pode contribuir para a capacidade do peixe de sobreviver sem a hemoglobina, porém as origens desta estranha característica permanecem um mistério.

9. O peixe-psicodélico

Species in MIllions
Este impressionante peixe colorido é uma descoberta recente no mundo da ciência. Apesar de ter sido visto há 20 anos, o peixe-psicodélico (Histiophryne psychedelica) não tinha sido catalogado até 2009. Hoje ele é reconhecido como um membro da família de peixes-sapos. Além das cores vibrantes e da aparência espalhafatosa, também chama a atenção o fato dele ter olhos frontais, e não um em cada lado do rosto, como normalmente têm os peixes.

8. Macropinna microstoma

8
Comparado com outros peixes de águas profundas, o Macropinna microstoma é bastante normal. Ele possui muitas das características clássicas: escamas, nadadeiras peitorais e caudal, cabeça transparente, narinas… Espera, o quê?!
Isso mesmo. Este incrível peixe de profundidade abriga sua cabeça em um escudo transparente cheio de fluido. As manchas escuras que você vê acima da boca do peixe são cápsulas que abrigam órgãos olfativos do peixe, bem como nossas narinas. Os olhos reais, que são marcados por lentes esféricas verdes, são tremendamente sensíveis à luz, e protegidos por um fluído dentro do escudo.
Esses olhos virados para cima permitem ao Macropinna microstoma captar sombras tênues acima de si. Mas como, então, ele é capaz de ver a presa na frente de sua boca? Rotação. Quando ele muda de uma posição horizontal para a vertical, os olhos giram dentro do escudo e permanecem fixos no alvo, permitindo-lhe capturar pequenas presas ou evitar a captura.

7. O lobo-marinho

Mission Atlantic marine life - WWE
Você pode esperar que o lobo-marinho seja semelhante a alguma fera, especialmente levando em consideração que ele pode atingir mais de 2 metros de comprimento, contudo, na verdade, o esquisitão é bem manso. O lobo-marinho se esconde em cantos e cavernas ao longo do fundo do oceano, se alimentando de invertebrados de carapaça dura, como moluscos. Julgando a partir desta foto, uma consulta ao dentista não faria mal a ele.

6. Sargo-de-dentes

6
Já vimos nesta lista vários peixes que têm dentes para lá de inusitados. O caso do sargo-de-dentes, porém, é diferente. Ele não tem dentes bizarros – pelo contrário, é provável que os dele sejam mais bonitos do que os meus.
“Um sargo-de-dentes adulto totalmente crescido terá incisivos bem definidos posicionados na frente da mandíbulae e molares definidos em três fileiras no maxilar superior e duas fileiras na mandíbula inferior”, explica a escritora científica Becky Crew.
Como os seres humanos (e outros onívoros), essa combinação de dentes permite que o sargo-de-dentes se alimente de uma infinidade de diferentes presas em todo o seu desenvolvimento. Isso é especialmente útil para um peixe que se move livremente pela água salgada, salobra e doce. De sorver vermes ao esmagamento das conchas de crustáceos, este peixe está pronto para se banquetear em vários habitats.

5. Gobião de Stimpson

5
Falando de peixes que se deslocam entre a água salgada e doce, que tal um que escala paredes usando a sua boca? O gobião de Stimpson (Sicyopterus stimpsoni) é o “Prince of Persia” dos gobiões. Nativo das ilhas havaianas, muitas espécies de gobiões sobem cachoeiras atingindo dezenas de metros de altura, mas o gobião de Stimpson vai ainda mais longe.
Através da locomoção conhecida como “inching”, este peixe do tamanho de um dedo pode subir cachoeiras de até 100 metros de altura. “Para um ser humano percorrer a distância equivalente com base no tamanho do corpo, seria como fazer uma maratona de 42 km – com a exceção de subir uma face vertical de penhasco contra uma corrente de água incessante”, explica o pesquisador Richard Blob.
Tudo isso é possível graças a uma ventosa oral distintiva que se desenvolve à medida que a boca muda de uma posição terminal para uma sub-terminal. Estamos falando de metamorfose craniana – em apenas dois dias. É praticamente inacreditável.

4. Himantura dalyensis

4
Himantura dalyensis é uma arraia e figura entre os maiores peixes de água doce do mundo. Estes gigantes magníficos podem alcançar cerca de 5 metros do nariz até a ponta da cauda. Para colocar isto em perspectiva, a altura média de uma parede em uma casa ocidental é de 2,5 metros. Olhe para a parede, agora imagine uma arraia que é duas vezes mais longa que ela.
Estas arraias gigantes habitam os fundos de estuários e grandes rios na Tailândia, Bornéu, Nova Guiné e norte da Austrália, e como o nosso amigo, o peixe-serra, usam um sistema eletrossensorial para rondar o leito do rio em busca de alimento.
Pouco se sabe sobre esta criatura etérea e mais pesquisas são necessárias para determinar o seu uso do habitat, parâmetros biológicos e as principais ameaças para que os esforços de conservação possam ser melhorados.

3. Candiru

3
Agora alguém pode (em boa posição moral) fazer uma lista de peixes estranhos, sem incluir o famoso “peixe pênis”? Acho que não. Nativo da Amazônia e do rio Orinoco, que percorre a América do Sul, o candiru ou peixe vampiro é talvez o membro mais famoso da família Trichomycteridae.
O pequeno peixe-gato parasita tem um apetite voraz por sangue e muitas vezes parasita outros peixes ao entrar na câmara branquial para saciar sua fome. Este é o lugar onde nos deparamos com problemas. A fim de localizar as fendas branquiais, o candiru procura por fluxos de água corrente, que é expelida das brânquias. Estas correntes não são muito diferentes das produzidas quando seres humanos nus urinam na água.
Quando localiza uma corrente, o candiru nada para cima e para dentro da passagem disponível (seja a cavidade das guelras de um peixe ou da uretra de um ser humano, ou outro animal). Uma vez lá dentro, ele usa espinhos curtos da sua guelra para se manter no lugar enquanto seus dentes em forma de agulha fazem uma incisão e banham-se com o sangue.

2. O peixe-escorpião

2
Assim como no caso do jawfish, também há toda uma família de peixes-escorpião. E esta parentada toda não recebeu esse nome por acaso: eles estão entre os peixes com o veneno mais perigoso do mundo, incluindo várias espécies que são classificadas como as mais venenosas.
A foto mostra o Pteroidichthys amboinensis, que adora enganar os desavisados com seus dons de camuflagem. Ele é um predador que se mescla ao ambiente, espera pela presa e então a inala para dentro de sua boca enorme. Para os humanos, porém, o perigo mora nas costas, cabeça e ao redor dos olhos desse peixe colorido. São nessas áreas que se concentram os ferrões venenosos, que são ativados ao sinal de ameaça. Uma dose grande demais da substância pode ser letal – além de bem dolorida.

1. O peixe-gota

1
Talvez seja injusto julgar a beleza de um peixe fora d’água, mas o peixe-gota (“blobfish”, em inglês) parece mais uma pelota de gosma do que uma criatura vivente. Mesmo assim, recentemente ele foi eleito o animal mais feito do planeta. Os peixes-gota vivem no fundo do oceano, onde as pressões são extremamente elevadas, e sua a aparência gelatinosa é uma adaptação brilhante. Sua carne pegajosa lhe permite permanecer flutuante em profundidades onde bexigas gasosas não podem funcionar. Os fãs do escitor Douglas Adams devem concordar que, provavelmente, os cruéis e nojentos vogons não devem ser muito diferentes do primeiro colocado na nossa lista. [Southern Friend Sciencenews.com.au]

Campeonato de Pesca - em Coruripe

Já estão abertas as inscrições para o II Campeonato Coruripense de Pesca Esportiva, o evento é promovido pela Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Eventos (Sele) de Coruripe, cuja realização da primeira etapa acontecerá dias 27 e 28 de janeiro, na praia da Lagoa do Pau.
O município visa com a realização da competição, fomentar a promoção da categoria esportiva, que dentre outros benefícios, proporciona a melhoria da qualidade de vida dos participantes, haja vista que o estresse, provocado pelas jornadas de trabalho e outros fatores agravantes, se não desaparece ao menos sofre redução, já que a atividade é praticada em locais paradisíacos, ao ar livre e puro, fazendo os competidores se desvencilharem da correria rotineira do dia a dia.
A competição é realizada pela prefeitura de Coruripe através da Sele. Segundo o ex-secretário da pasta e idealizador da competição, vereador Ailton do Nélson, a promoção do campeonato é de grande relevância não só para o desenvolvimento da modalidade, “pois através dela é desenvolvido um importante trabalho social. Ao final de cada etapa nós coletamos toda a quantidade do pescado e doamos às comunidades carentes do município”.
As inscrições podem ser feitas na sede da Sele, na Avenida Floriano Peixoto, Centro, ou pelo telefone 3273-1349. Na primeira edição da competição, finalizada em 27 de setembro de 2009 na praia de Pituba, no povoado Poxim, revelou como primeira campeã a equipe Pé na Jaca.
Fontealagoas24horas.com.br

É melhor Correr pra Garantir Vaga

A piracema, período de reprodução dos peixes e que a pesca não é permitida, só termina no dia 28 de fevereiro. Entretanto, a dois meses para o fim da proibição, as pousadas de Panorama já estão sem vagas, a grande maioria reservadas por pescadores de olho nas atrações do Rio Paraná. De acordo com os proprietários dos estabelecimentos, as reservas começaram em dezembro e a expectativa é que a procura continue e as vagas restantes sejam ocupadas. O comércio também comemora a vinda dos turistas.
Pescadores começam a chegar na cidade após o fim da Piracema (Foto: Reprodução/TV Fronteira)Pescadores começam a chegar na cidade após o
fim da Piracema (Foto: Reprodução/TV Fronteira)
Proprietária de uma pousada no município há cinco anos, Elza Akemi Suzumura, de 61 anos, afirma que os precavidos já guardaram suas vagas. “Os turistas ligam e pedem até mesmo para reservar o guia de pesca. Até agora a procura foi grande e acredito que em janeiro seja ainda maior”, destaca.
Às margens do rio, a pousada de Clóvis Rodrigo Klitzke, de 40 anos, registrou aumento nas reservas desde o final do ano que terminou. “Para o março, já estamos com os quartos praticamente lotados”, destaca. Segundo ele pescadores de diversos locais do país passam cerca de quatro dias na pousada neste período. No local, por dia, os visitantes gastam aproximadamente R$ 250, com três refeições inclusas.
As 85 vagas da pousada da empresária Maria de Fátima Dourado, de 56 anos, já estão reservadas para o final da piracema. “Os turistas costumam vir para cá neste período para se desligar dos problemas. Por aqui, eles só pensam em pescaria, barcos e motores”, comenta. Conforme ela, os pescadores pagarão cerca de R$ 450 por dia de pesca. “Neste valor, incluímos iscas, gasolina para o barco e três refeições”, destaca.
Segundo a empresária, a movimentação aumenta não só nas pousadas, como também, no comércio local. “É muito comum vermos diversos ônibus de turistas que vêm à cidade em busca da pesca esportiva e esse pessoal acaba circulando pelas ruas e gastando por aqui também”, diz.
É o que confirma o presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Panorama, Edemilson Carlos Domingues. Segundo ele, a movimentação no comércio neste período aumenta cerca de 10 % em relação aos dias normais. “Os visitantes começam a chegar em março e isso gera impacto em diversos setores da economia municipal. É uma forma de turismo rápida, mas que, mesmo assim, traz lucro para comerciantes da cidade”, acrescenta.
Fonte: g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao