sexta-feira, 4 de outubro de 2013

É só ver de onde Veio e fazer Mofar na Cadeia

Segundo proprietário do açude, sete mil peixes morreram em Silveira Martins (Foto: Bernardo Bortolotto/ RBS TV)Segundo proprietário do açude, sete mil peixes morreram em Silveira Martins
(Foto: Bernardo Bortolotto/ RBS TV)
Milhares de peixes foram encontrados mortos dentro de um açude nesta quinta-feira (3) na localidade de Linha 2, no município de Silveira Martins, na Região Central do Rio Grande do Sul
Técnicos da prefeitura da cidade estiveram no local e recolheram amostras dos animais e também da água. As amostras serão enviadas para a Universidade Federal de Santa Maria, que irá fazer a análise e descobrir a causa da mortandade.
A suspeita, segundo o proprietário, é que um veneno usado em lavouras na região tenha entrado em contato com a água de um açude comunitário. Esta água, conforme o dono, escorreu até o seu açude e teria provocado a morte dos animais. Cerca de sete mil peixes teriam morrido envenenados, diz ele.
Fonte: g1.globo.com/sc/santa-catarina

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Torneio de Pesca em Tubarão - vai ser dia 13


Fonte: pescaki.com

Torneio de Pesca de Canavieiras? Toda Região vai estar Lá




Fonte: r2cpress.com.br

1º Torneio de Pesca Amadora em Ranhcaria

  • Prefeitura de Rancharia interditou o Balneário Municipal após os ataques de piranhas registrados contra banhistas no mês passado e só pretende liberar o local quando tiver um plano de segurança adotado (Foto: Arquivo)
Clique na imagem para expandir.
A Prefeitura de Rancharia espera a participação de mais de 100 pescadores no 1º Torneio de Pesca Amadora que ocorrerá no Balneário Municipal no dia 27 de outubro, das 12h às 19h, mesmo com a interdição do local, após ataques de piranhas registrados contra banhistas no mês passado.
A expectativa da organização do evento é de que cerca de 20 equipes, com até três pescadores cada uma, se inscrevam para competir na modalidade que utiliza embarcações. Além disso, também são aguardados outros 50 pescadores na modalidade individual, com a pesca em barranco.
As inscrições já estão abertas e, de acordo com a diretora de Turismo de Rancharia, Sandra Franco, a procura tem sido grande dos interessados, principalmente das cidades de Presidente Prudente e Assis. Como forma de ampliar a divulgação, ela pretende comunicar todas as associações de pescadores da região sobre o festival, para que possam concorrer.
Ao todo, o torneio vai distribuir uma premiação de R$ 6 mil para os vencedores. Na modalidade com embarcação, serão R$ 2 mil para o primeiro lugar, R$ 1,2 mil para o segundo e R$ 800 para o terceiro. Já na modalidade de barranco, serão R$ 1 mil para o campeão, R$ 600 para o vice e R$ 400 para o terceiro colocado.
Sandra Franco explicou que a interdição do balneário para banhistas vai prosseguir até que a Prefeitura tenha clareza sobre as medidas de segurança que poderão ser adotadas no local para impedir novos ataques de piranhas. Entre as alternativas em estudo, segundo ela, estão as implantações de telas para separar os peixes dos banhistas e também de armadilhas para capturar as piranhas. No entanto, a Prefeitura ainda depende de autorização dos órgãos ambientais para poder agir.
“A interdição é para evitar prejuízos tanto às pessoas que frequentam o balneário, quanto à Prefeitura e ao próprio turismo no município. Não queremos que voltem a acontecer novos ataques. Colocamos avisos e faixas proibindo a entrada dos banhistas em toda a represa. Mesmo com o festival, não vamos permitir a entrada na água. Até os pescadores estarão proibidos de entrar na água. Só vamos liberar o banho depois que tivermos um estudo aprofundado sobre a situação do balneário”, ressaltou.
Porém, a expectativa é de que a liberação ocorra até dezembro, quando terão início o verão e, com o calor, a alta temporada de turistas no local.
A diretora de Turismo informou que a Prefeitura está prestes a assinar um convênio com uma universidade de Presidente Prudente para que equipes de pesquisadores estudem a situação da fauna aquática existente no balneário, já a partir do torneio de pesca.
O torneio, conforme Sandra Franco, tem dois objetivos específicos: diminuir a população de piranhas e avaliar as espécies existentes no lago.
Mas, além das piranhas, também foram incluídos no regulamento da competição os tucunarés. Isso porque, segundo a diretora de Turismo, as espécies concorrem pelo mesmo tipo de alimentação. A pontuação será definida pelo peso, ou seja, quem pescar mais, vai ganhar a premiação oferecida. Até o horário adotado para o torneio foi definido com o objetivo de facilitar a pesca destas espécies.
Serviço – As inscrições para o torneio de pesca em Rancharia podem ser feitas até uma hora antes do início do evento, no dia 27 de outubro. O pescador individual terá de pagar uma taxa de R$ 5 para a pesca em barranco. Já para a pesca embarcada, a taxa de inscrição é de R$ 25 por equipe de até três pessoas. Mais informações podem ser obtidas na Prefeitura de Rancharia, pelo telefone (18) 3265-7704 ou pelo site.
Fonte: ifronteira.com

Operação Predador: Tem que ter sempre

A Polícia Federal (PF) em Maringá desencadeou na manhã desta quinta-feira (3), a Operação Predador para desarticular grupo criminoso que praticava intensa pesca predatória no Rio Paranapanema, na divisa entre os Estados do Paraná e São Paulo. 
A operação ocorreu nas imediações da Usina Hidrelétrica de Rosana, na região de Diamante do Norte (a 144 quilômetros de Maringá), bem como em Arapongas (a 65 quilômetros de Maringá) e Guaíra (a 271 quilômetros de Maringá).

Segundo a PF, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, sete de prisão temporária e três de condução coercitiva, além de arrecadação de material de pesca proibido, embarcações e documentos.
A pesca é criminosa e predatória uma vez que a Usina de Rosana não possui "escadas" para os cardumes subirem o rio chegando aos chamados pontos de desova, concentrando-se, instintivamente, nas barragens, em grande quantidade.
A Lei de Crimes Ambientais e normativas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) protegem o local, proibindo a pesca num limite de mil metros barragem. No entanto, o grupo criminoso, durante as madrugadas, instalava redes na própria estrutura da usina, retirando até uma tonelada de pescado por noite.
De acordo com as investigações, em apenas três noites retirou-se quase 10 toneladas de peixes. Mesmo sem comprovação da origem os criminosos conseguiam vender o pescado para empresas em Arapongas e Guaíra.

A fiscalização e combate ao grupo era dificultada pela grande quantidade de "olheiros" e colaboradores na região. A operação contou com o apoio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
O delegado responsável pela operação deve fazer uma entrevista coletiva no fim da manhã para apresentar os resultados da "Predador".

Ai eu Te Pergunto: Estão Presos?

Além de petrechos proibidos, a PMA apreendeu 23 quilos de pescado com a dupla

  
foto
Foto: Divulgação
PMA tirou peixes ainda vivos que estavam presos em espinhéis

 Uma equipe da Polícia Militar Ambiental (PMA) em Bonito (MS) prendeu duas pessoas hoje (2) por por pesca predatória. A PMA fiscalizava o Rio Miranda e prendeu um homem de 29 anos, residente em Bonito e outro de 72 anos, que mora em Hortolândia (SP). Eles estavam em uma embarcação, armavam espinhéis e utilizavam uma tarrafa para captura de peixes (petrechos proibidos).
Foram apreendidos 23 kg de pescado, uma tarrafa, um motor de popa, um barco, um puçá e três carretilhas. Alguns peixes capturados nos espinhéis ainda estavam vivos e foram soltos no rio.
Os policiais levaram os pescadores para a Delegacia de Polícia Civil de Bonito, onde os autuaram por pesca predatória e aplicaram multas de R$ 2 mil para cada um. Ambos saíram depois do pagamento de fiança. A pena para este crime é de um a três anos prisão. 
Fontecorreiodoestado.com.br

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

3 Assaltos (ou mais) por mês e ainda Nada foi Feito? A Polícia está Esperando o que pra agir?

Quem busca a pescaria como um passatempo para relaxar pode não encontrar o que procura na região. O lazer pode acabar em dor de cabeça por conta dos assaltos que vêm constantemente ocorrendo com pescadores informais na Baixada Santista.

De acordo com a Federação de Pesca Esportiva, Turística e Ambiental de São Paulo (Fepescasp), por mês, ocorrem em média 3 assaltos. “E esse número deve ser bem maior, porque muitos dos que passam por essa situação acabam não registrando boletim de ocorrência”, explica Adalberto Francisco de Oliveira Filho, presidente da entidade.
 
“Entre equipamentos e barco, os pescadores chegam a ter à disposição dos ladrões cerca de R$ 10 mil”, afirma Oliveira. Interceptar a venda desses apetrechos roubados também não é tarefa fácil. “Uma carretilha não possui um chip para que seja localizada e o comércio desses materiais pela internet é muito comum”.

O perfil do criminoso que ataca os pescadores também mudou. Se antes eles faziam abordagem em barcos de pequeno porte, hoje atuam em embarcações velozes. 
 
“São quadrilhas especializadas, que podem ter migrado do Porto, que conta com mais segurança”, avalia Roberto Imai, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca), da Fiesp.
 
Até o Instituto de Pesca teve que mudar suas rotinas de pesquisa, por conta da violência. “O piloteiro do barco que leva a equipe de pesquisadores não sai em todos os horários, por ser perigoso”, afirma Imai.
 
Entre os locais considerados de risco pelo grupo, estão o Canal de Bertioga e o trecho a partir da Ponte do Mar Pequeno até o Rio Branco.
 

Um grupo formado por pescadores independentes e associações de pesca está se mobilizando para devolv
Um grupo formado por pescadores independentes e associações de pesca está se mobilizando por mais segurança
Para mudar essa situação, um grupo formado pela Fepescasp, Compesca e pescadores resolveu se mobilizar para que uma grande operação de segurança seja feita na região. “Queremos coibir a ação dos bandidos e educar os pescadores”, conta o pescador Elias Carneiro Junior.
 
Desde o fim do verão, o grupo vem se reunindo com as autoridades, como polícias Militar, Civil e Federal, Marinha, Codesp e Ibama, para que a ação aconteça. A intenção é que até o final deste mês seja realizado um workshop para definir detalhes da operação em conjunto. 
 
Os envolvidos esperam que a intervenção ocorra entre dezembro e janeiro. Uma cartilha também deve ser produzida com orientações para ajudar no policiamento.
 
Ocorrências
 
A mobilização do grupo começou depois de roubo no Rio Cascalho, em Cubatão, no ano passado. Em dezembro, cinco ladrões roubaram três turistas de São Paulo que pescavam em um barco. As vítimas foram forçadas a pular na água e um aposentado, de 78 anos, morreu afogado.
 
Em maio, os bandidos atacaram dois aposentados na Praia do Góes, em Guarujá. Eles foram deixados na praia e tiveram os equipamentos, relógios e celulares roubados. O mesmo aconteceu, em agosto, com dois turistas de São Bernardo do Campo, no Rio Casqueiro, em Cubatão.
 
Marinas
 
Mas nem só os pescadores são alvos dos bandidos. As marinas também vem sofrendo com os assaltos. “Tenho cliente que já pensa em vender o barco por conta dos assaltos. E eles não acontecem só em alto mar”, afirma Richard Osugui, proprietário de uma garagem náutica. 
 
Um exemplo do que ocorre fora das águas foi o que aconteceu com o Clube Internacional de Regatas. No início do ano, eles tiveram dois motores de popa levados de sua marina.

Fonteatribuna.com.br

Piracema no Amazonas

O período de defeso do peixe tambaqui começa nesta terça-feira (1º) em toda a bacia amazônica. 
O período segue até dia 31 de março de 2014 e, durante o defeso, só podem ser vendidos peixes desta espécie que sejam criados em cativeiro.
O defeso é o período destinado à reprodução da espécie, e proíbe a pesca, transporte, armazenamento e venda do peixe. Podem ser comercializados apenas peixes criados em viveiros e que possuem a declaração de armazenamento expedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Durante o período de defeso, equipes do Ibama realizam várias operações de fiscalização. A multa para quem for pego pescando, transportando, armazenando ou vendendo o pescado varia entre R$ 700 a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20 por quilo de pescado apreendido.
Outras espécies
O período de defeso de outros sete peixes começam no dia 15 de novembro e ficam proibidos por seis meses. São eles o jatuarana, pacú, pirapitinga, aracú, curimatá, branquinha e fura-calça. Em dezembro entram em período de defeso de seis meses o acari e o pirarucú.
Fonte: g1.globo.com/pa/para

1º Festival de Pesca em Anastácio - Pode crer que esse é o Primeiro de Muitos

Conhecido pelos grandes eventos culturais como, por exemplo, a Festa de São João, a Festa da Farinha e o Encanto do Natal em Família, a Prefeitura de Anastácio agora traz para a comunidade mais uma atração que envolve lazer e cuidados com o meio ambiente, trata-se do 1º Eco Pesca – A arte de pescar e preservar.

O prefeito Douglas Figueiredo recebeu nesta quinta-feira, 26, em seu gabinete, autoridades, presidentes das Colônias de Pescadores de Anastácio e Aquidauana, imprensa e convidados para o lançamento do projeto do 1º Eco Pesca e falou sobre a expectativa da Administração Municipal acerca do evento.


“O Eco Pesca surge com o intuito de divulgar as potencialidades turísticas e também os recursos naturais de Anastácio, que tem em seu coração o Rio Aquidauana abrilhantando o centro da cidade. O objetivo do Eco Pesca é impulsionar o turismo, um setor que ainda está despontando, mas, que para nós é de grande importância econômica para o município e, sobretudo, através das atividades educativas e ambientais de limpeza das margens do rio, da prática do pesque e solte e das oficinas de educação ambiental podemos despertar na comunidade o desejo e o senso de quanto é importante cuidar do nosso meio ambiente”, afirma o prefeito Douglas Figueiredo.

Prefeito e secretário de cultura falaram sobre os detalhes do evento Prefeito e secretário de cultura falaram sobre os detalhes do evento O secretário de Cultura – José Edson dos Santos, informou que a ideia é montar uma grande estrutura às margens do Rio Aquidauana para receber turistas, além de atrair a população da cidade nas competições de pesca em várias modalidades e, ainda, nos shows musicais.
“Com o Eco Pesca, a exemplo da Festa da Farinha, iremos trabalhar para desenvolver o turismo local, proporcionando movimentação na rede hoteleira, gastronômica e de serviços”, frisou o prefeito Douglas Figueiredo.

PARCERIAS E PATROCÍNIOS - Apoiadores, investidores e patrocinadores são bem-vindos como parceiros na realização do 1º Eco Pesca em Anastácio. Após o lançamento do festival, a Prefeitura de Anastácio estará recebendo propostas de patrocínio e parcerias para o evento. Os interessados podem agendar uma visita da comissão organizadora para conhecer mais a fundo o projeto do festival. O telefone para contato é: 67 – 9246-1711 ou procurar a Secretaria Municipal de Cultura.

“Estamos abertos para receber parcerias de instituições, empresas, comerciantes e de todos que desejarem nos ajudar nessa iniciativa. Toda ajuda é bem-vinda, vamos nos unir para fazer mais um bonito evento para as famílias, com enfoque na preservação ambiental e na valorização das belezas naturais da nossa cidade”, pontuou o prefeito.

Os interessados em patrocinar e apoiar o evento já podem entrar em contato com a Secretaria de Cultura. Os interessados em patrocinar e apoiar o evento já podem entrar em contato com a Secretaria de Cultura PROGRAMAÇÃO - O 1º Eco Pesca acontecerá na Prainha de Anastácio nos dias 25 a 27 de outubro. A programação do festival está sendo finalizada, mas, algumas atividades já estão confirmadas, dentre elas, Baile do Pescador e shows com o “Trio Parada Dura” e a banda “Raça Pantaneira”.



CONCURSO DE PESCA - No 1º Eco Pesca haverá concurso de pesca nas seguintes modalidades pesque e solte: pesca em barranco, pesca embarcada com no máximo três pessoas por barco.

Será feito também o 1º Canoácio, uma prova individual em canoas de madeira do tipo pirangueira, no trecho entre as pontes Nova e Velha.

Para todas as modalidades do concurso de pesca haverá premiação. Dentre os prêmios a serem distribuídos entre os ganhadores da pesca embarcada estão 1 barco, 1 motor e carretilhas. Na categoria infantil, além da premiação em dinheiro, também serão sorteadas dez bicicletas.

A inscrição das duplas ou trios para a pesca embarcada terá o valor de R$ 100,00 (cem reais) por equipe e já podem ser feitas diretamente na Secretaria Municipal de Cultura, localizada à Avenida Manuel Murtinho nº 876, onde também está disponível o regulamente dos concursos de pesca.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura

Atenção para a Época da Piracema

Concórdia – No decorrer do período de Piracema – (1º de outubro a 31 de janeiro de 2014) – época de reprodução dos peixes, a Polícia Militar Ambiental realizará operações de fiscalização e também orientações aos pescadores nos rios da região do Meio-Oeste catarinense, especialmente no Rio do Peixe, Rio Jacutinga, Rio Chapecó, Rio Canoas, Rio Pelotas, Rio Marombas, Rio do Mato e no Rio Uruguai nos municípios de Campos Novos, Zortéa, Capinzal e Piratuba.
As principais condutas irregulares constatadas pela Polícia Ambiental nesse período são a utilização de esperas, redes, tarrafas e espinhéis em locais proibidos e por pessoas não habilitadas.
Nas atividades de educação ambiental e o policiamento ostensivo nas comunidades rurais, moradores ribeirinhos, bem como pessoas que estejam acampadas às margens dos rios e áreas de lazer serão orientados quanto a restrições do período de defeso. Também serão orientados sobre as novas regras após a piracema, além da importância de preservar os recursos hídricos, fauna aquática e flora, visando à proteção do meio ambiente e promovendo o desenvolvimento sustentável.
No decorrer dos anos a Polícia Ambiental realizou operações contínuas de fiscalização aquática, e percebeu que a maioria dos pescadores respeita às regras. A Polícia Ambienta alerta que, quando identificadas, as pessoas em prática ilegal podem responder por crime ambiental na Justiça, cuja pena de detenção é de 1 a 3 anos e a sanções administrativas como a perda dos materiais de pesca e multa de R$ 700 a R$ 100 mil, mais R$ 20 por quilo de pescado.

Fonte:Rádio Catarinense

Parabéns ao Campeão Rony Porto

Aconteceu neste sábado (28), em Ubatã, o II Torneio de Pesca. 

A concentração dos atletas começou por volta das 16h, mas o torneio começou apenas às 17h:30min. 

Segundo a organização do evento, o certame, que foi realizado no Rio de Contas, teve duração de três horas e contou com a participação de diversos atletas.


Venceu o Torneio de Pesca 2013, o ubatense Rony Porto, que fisgou a maior quantidade, 05 no total, e também o maior peixe. Rony foi seguido por Ricardo Tavares, que ficou em segundo lugar este ano e em 1º no Torneio de Pesca realizado em 2012; o terceiro colocado foi Marcos Lima, que fisgou 03 peixes.



O regulamento do Torneio previa a pesca de todos os peixes, exceto traíra, ainda assim os participantes do torneio conseguiram fisgar apenas piranha. Em tempo, o objetivo é colocar o torneio no calendário de eventos do município.

Fonteitagiemfoco.com.br

Que alguém ajude a Vítima em Coxim

Diversos objetos de pescaria foram furtados na manhã desta terça-feira (1°), de um rancho localizado no bairro Piracema, no município de Coxim. Os objetos eram pertencentes a um guia de pesca e também de um turista da cidade de São Paulo.
De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), a vítima de 41 anos relatou a polícia que foi informado do furto por volta das 06h30 da manhã de hoje, onde segundo ele, os objetos estavam em uma varanda nos fundos do rancho.
Segundo a vítima, foram furtados uma carretilha de pesca, duas facas, um molinete, um documento e duas caixas de pescaria, sendo que uma destas era de sua propriedade e a outra pertencia a um turista da cidade de São Paulo.
A vítima relatou ainda que trabalha como piloto e guia em temporada de pesca e que não sabe quem possa ter cometido o furto. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Coxim, para as providências de praxe. 

Fonte: idest.com.br

Por Isso que somos a favor da Cota Zero

Patrimônio Natural da Humanidade, a região do Parque Nacional do Pantanal vem sofrendo uma nova e agressiva invasão de pescadores. 

Rios, corixos, baías e outras áreas protegidas se tornaram o destino prioritário de barcos-hotéis de grande porte, que partem principalmente de Corumbá (MS) e espalham turistas e seus apetrechos de pesca por toda a região. A pesca profissional também se intensificou. 

O descontrole se instalou nos últimos cinco meses, nas brechas abertas por um conflito entre agendas social e ambiental do qual tomaram parte ONGs, comunidades tradicionais, órgãos públicos de proteção ao Meio Ambiente e o Ministério Público Federal. 

Uma disputa que lançou dúvidas sobre a validade de áreas de proibição à pesca já consolidadas e agora ameaça estoques pesqueiros protegidos não apenas nos 135 mil hectares do parque, mas também nas cinco RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural) de seu entorno. 

Comunidades ribeirinhas da região, com o apoio da Procuradoria da República, acusam as reservas particulares de vetar acesso a áreas de ocupação tradicional e à prática de atividades como a pesca artesanal e a cata de iscas-vivas. Defendem, inclusive, a revisão dos limites das áreas protegidas. 

As ONGs questionam o caráter "tradicional" das comunidades, afirmando que sua atuação hoje se destina à pesca profissional e ao atendimento à demanda por iscas do trade turístico, principal beneficiário do afrouxamento nos limites impostos à atividade no local. 

A convite de um destes atores, a ONG cuiabana Ecotrópica (que detém quatro das RPPNs em discussão), a reportagem do DIÁRIO acompanhou uma ação de monitoramento e constatou a atuação de ao menos seis grandes barcos-hotéis e dezenas de pequenas embarcações de pesca esportiva e profissional nos arredores do parque e dentro de uma das reservas. 

A entidade afirma que a situação se agravou após a adoção de um posicionamento "dúbio" por parte da nova coordenação-regional do ICMBio (Instituto Chico Mendes), órgão encarregado da gestão e fiscalização do parque e do apoio à proteção das RPPNs. 

"A nova coordenação passou a relacionar a condição de vida no entorno das unidades à própria existência das unidades, o que é um erro", critica o advogado Ilvanio Martins, presidente da Ecotrópica. 

Segundo ele, a visão estritamente "social" do órgão vem se sobrepondo à legislação ambiental e aos objetivos de preservação. "É uma nuvem de desinformação perigosa, que só interessa à indústria multimilionária da pesca".

O momento crucial deste novo cenário ocorreu em abril passado, em uma reunião entre as partes realizada na comunidade da Barra do São Lourenço, localizada nas imediações do parque e que reúne cerca de 100 moradores. 

À ocasião, o coordenador-regional do ICMBio, Fernando Francisco Xavier, relatou mudanças nas normativas do órgão em relação às zonas de amortecimento das unidades de conservação. 

O novo entendimento, segundo ele, tornava sem efeito legal a portaria que instituiu, entre outras regras, as zonas de proibição à pesca no entorno do parque. 

A fala foi compreendida e disseminada rapidamente pela região como um salvo-conduto. Tanto é que, um mês mais tarde, o instituto se viu obrigado a publicar uma nota de esclarecimento em relação a "informações erroneamente veiculadas". 

"Não foi feita qualquer 'liberação' da pesca no Pantanal (...) A zona de amortecimento do PNPM [Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense] tem validade técnica imprescindível", afirmava a nota, em um trecho. 

O esclarecimento, aparentemente, não chegou aos confins do Pantanal. Durante a ação de monitoramento, a reportagem acompanhou um diálogo entre o piloto de um barco (que conduzia dois turistas) e um dos funcionários da ONG. 

“Aqui virou reserva?”, questionou o piloto, que naquele momento navegava pelo interior da RPPN Penha, criada em 1997.


Fontediariodecuiaba.com.br/

Prende o Safado

Um vereador escapou de ser detido pela Delegacia de Meio Ambiente (Dema) por pesca predatória na manhã deste domingo (29) nas proximidades de Chapada dos Guimarães, município a 65 km de Cuiabá. Vereador por Nova Brasilândia, cidade a 223 km da capital, o vereador estava com um grupo que, ao todo, mantinha em uma caminhonete 164 quilos de pescado ilegal capturado na noite anterior. Quatro deles foram presos.
Segundo a Dema, o grupo de sete pessoas estava distribuído em duas caminhonetes e trafegava por uma estrada na região do Manso. Na caminhonete da frente estava o pescado e quatro integrantes do grupo. Já no veículo atrás, apenas três integrantes – entre eles, o vereador de Nova Brasilândia. A reportagem ainda não obteve contato com ele ou algum representante para se defender.
Na caminhonete, além dos 164 de pescado ilegal (incluindo um jaú de 51 quilos e três dourados, espécie de pesca proibida hoje) estavam instrumentos vetados para a prática, como duas tarrafas.Agentes da Dema estavam fazendo um trabalho rotineiro de fiscalização na área quando pararam a caminhonete em que o vereador estava. 
Ele e os demais afirmaram que estavam pescando nas imediações e os policiais pediram para averiguar a quantidade obtida. Como não havia nada no veículo, voltaram para a estrada e conseguiram parar a caminhonete que seguia mais à frente, com o restante do grupo e o pescado.
Também havia 15 redes de pesca e duas espingardas com 12 munições. As armas haviam sido utilizadas para caçar um tatu e uma paca, que também estavam na caminhonete interceptada.
Logo, os agentes da Dema detiveram os quatro que estavam na caminhonete. Quando retornaram à estrada para tentar interceptar a caminhonete onde estava o vereador e o restante do grupo, eles já haviam fugido. Detidos, os demais devem responder por pesca predatória.

Por que isso ainda não foi Resolvido? Só ficam na conversa.

Limoeiro do Norte. Secretaria de Pesca e Aquicultura do município de Jaguaribara alerta para a crise na piscicultura no Açude Castanhão, que poderá se agravar, caso os órgãos competentes não se posicionem para resolver alguns dos problemas detectados há alguns anos.

A seca que acontece há três anos somente tem agravado a crise da pisicultura no Castanhão, onde também se ressentia de um manejo inadequado FOTO: ELLEN FREITAS

O parque aquícola de Jaguaribara é o maior de todo o açude e, só neste ano, enfrentou duas grandes mortalidades do pescado. A secretária executiva de Aquicultura e Pesca de Jaguaribara, Lívia Barreto, revela que a atividade vem sendo realizada "à vontade", há mais de 10 anos, sem a atuação efetiva do Ministério da Pesca e da Agência Nacional de Águas (ANA), responsáveis pela aquicultura.

Lívia observa que os antigos agricultores da Velha Jaguaribara, que só aprenderam a pescar, estão despreparados e desamparados pelos órgãos competentes para enfrentar efetivamente as consequências. Os primeiros tanques-rede foram colocados no Castanhão em 2003, cerca de seis meses depois que foi inaugurado, o que aconteceu em dezembro de 2002.

Porém, foi somente em 2008 que o Ministério da Pesca e Aquicultura estabeleceu as áreas para a piscicultura. A partir daí, o açude foi licitado em parques aquícolas e divididos em espelhos d´água. Na época, 647 famílias das cidades de Jaguaretama, Alto Santo e Jaguaribara, que atuavam no açude, foram selecionadas para receber os Títulos de Cessão de Águas da União.

As famílias selecionadas poderiam usar as águas do reservatório para criar peixe em tanques-redes (gaiolas submersas), em áreas com licenciamento ambiental, autorização da Marinha e outorga de água pela Agência Nacional das Águas (ANA). De acordo com Livia Barreto, o processo de licitação ocorreu como estava previsto e, posteriormente, houve a entrega das concessões de usos. No entanto, a parte mais importante, que é a demarcação dos espelhos, não foi realizada até hoje.

Demarcações

Segundo ela, esse foi um dos inúmeros problemas que surgiriam ao longo dos anos. Os lotes licitados na época ocupavam uma área de 1.250 m² de espelho d´água do reservatório, mas, segundo a secretária, por não ter demarcações dos espelhos, nunca se cumpriu o que foi determinado em relação a esse tamanho. "Essa área foi baseada pelo tamanho de tanques utilizados na época", disse.

Hoje, o Castanhão tem tanques com dimensões muito superiores e ocupam uma área bem maior do que 1.250m², até por que, segundo os produtores que tem somente a piscicultura como fonte de renda, não haveria perspectivas de progresso na atividade com tamanho tão limitado", afirmou Barreto.

Outro problema foi o despreparo destas famílias para atuarem na piscicultura. Houve inúmeras capacitações para as comunidades, ministradas pelo Sebrae e Senar, no que competia desenvolver atividades de produção e comercialização, mas sem integrar a parte ambiental.

Descarte

Um grande problema detectado nessa época, segundo Lívia, era o descarte das vísceras nos arredores do açude, que acabavam retornando a água. Para ela, isso impactou na mortalidade de peixes, deixando os pescadores locais assustados.

A estiagem dos últimos três anos foi um complicador a mais. O processo de eutrofização resultou em perdas gigantescas para os produtores atingidos, com a mortalidade do peixe. Atualmente, o Castanhão se encontra com 49% de sua capacidade e só este ano, duas grandes mortalidades do pescado foram registradas. Para o secretário titular de Aquicultura e Pesca, André Siqueira, há uma grande necessidade de acompanhamento técnico da atividade no açude. "Se a diminuição do nível do açude gerou uma mudança nas áreas para a piscicultura, eu poderia afirmar que há sim uma necessidade do Ministério e da Agência Nacional de Águas, reavaliar a alocação dessas novas áreas", ressaltou. Além da questão das áreas, o acompanhamento técnico também é outro grande problema. Livia aponta que a Secretaria vem tentando amenizar os impactos, mas que há uma grande ausência dos governos do Estado e Federal, para ações mais efetivas.

Necessidades

"O Castanhão precisa, dentre várias necessidades, de um engenheiro de pesca atuando aqui dentro. Nós contávamos com a parceria da Secretaria Estadual de Aquicultura e Pesca para a contratação deste profissional. Organizamos uma seleção. Recebemos currículos, mas há 15 dias fomos informados pela Secretaria que devido a cortes eles não poderão mais contratar um engenheiro", lamenta.

A fiscalização também é fundamental, ressalta Lívia, para coibir a exploração excessiva da atividade e os impactos negativos ao Meio Ambiente. Até o fechamento desta edição a reportagem não obteve retorno do superintendente federal de Pesca e Aquicultura no Ceará, Emanuel Simões, assim como da Superintendência do Ministério da Pesca no Ceará. Todos os telefones disponibilizados não atenderam ou estavam fora de área.

FIQUE POR DENTRO

Eutrofização já vem sendo alvo de denúncias

O Diário do Nordeste vem acompanhando o problema da mortandade de peixe e chamando a atenção para suas causas, que afetam, sobretudo, o pescado da tilápia no Castanhão. Só em julho foram 100 toneladas, a maior registrada em 10 anos de atividade. Autoridades em piscicultura, como Jarbas Studart, acusaram "a ganância dos aquicultores com o cultivo de tilápia em tanques-rede cuja densidade está, nesta época de forte estiagem, superdimensionada", ocasionando a eutrofização.

A eutrofização (ou eutroficação) é um processo normalmente de origem antrópica (provocado pelo homem), ou raramente de ordem natural, tendo como princípio básico a gradativa concentração de matéria orgânica acumulada nos ambientes aquáticos.

Na coluna do jornalista Egídio Serpa, edição de ontem, foi lembrado que esse alerta já havia sido feito num primeiro momento pelo cientista cearense Osvaldo Carioca, que também denunciou o manejo inadequado do pescado.

Para a Secretaria de Aquicultura e Pesca de Jaguaribara, o Ministério da Pesca e a Agência Nacional de Águas ainda não se manifestaram e negligenciam a problemática.

Mais informações:
Secretaria de Pesca e Aquicultura de Jaguaribara
Rua Paula Clotilde, S/N Casa do Cidadão, sala 9
Telefone: (88) 3568.4530


Fontediariodonordeste.globo.com

E Ninguém foi Preso?

O Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) vai instaurar um inquérito para investigar uma denúncia de crime ambiental no Rio dos Bois, na região central do estado. Centenas de peixes de espécies como bagre e lambari morreram entre as cidades de NazárioAnicuns e Palmeiras de Goiás.
Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e do Batalhão Ambiental da Polícia Militar estiveram no local e colheram informações sobre a mortandade dos peixes.
 “Encontramos indícios de vazamentos de substâncias e elas podem ter sido responsáveis pela morte dos animais. Porém, os materiais ainda passarão por análise para comprovar se são resíduos químicos ou orgânicos”, explicou ao G1 o superintendente de fiscalização da Semarh, Luciano Henrique de Moura.
Uma empresa situada às margens do rio pode ter sido responsável pelo dano ambiental. “Ainda estamos em análise, mas tudo indica que os peixes morreram após um vazamento no local. 
Vale ressaltar que a região tem muitas fazendas no entorno do rio e outras causas podem estar associadas”, afirmou o superintendente.
Caso seja comprovado o crime ambiental, os responsáveis podem pegar pena de um a quatro anos de prisão e a multa chega a R$ 50 milhões.
Centenas de peixes morreram ao longo do Rio dos Bois, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Centenas de peixes morreram ao longo do Rio dos Bois, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Fonteg1.globo.com/goias

A Pesca Esportiva está sendo tão importante que aparece em Todas

A Prefeitura de Palmas, através da Fundação Municipal de Esportes e Lazer, em parceria com a EDP e Investco, realizam de 04 a 06 de outubro, o Circuito Cultural e Esportivo 2013.

O evento será realizado na praia da Graciosa e envolverá competições, exibições e clínicas de modalidades como ciclismo, natação, canoagem, stand up paddle, pesca esportiva, slackline, bicicross, skate, entre outros.

As atividades terão início sexta, 04, com bicicross, skate e slackline. Os adeptos a essas modalidades terão à disposição uma estrutura que está montada na praia nos três dias de evento. Ainda na sexta, acontece o Congresso Técnico das competições de ciclismo (às 19h30) e natação (às 20h30). A noite será encerrada com um luau, como parte da programação cultural, previsto para acontecer entre 21 e 22 horas.

Sábado, 05, a programação começa às 8 horas, com Maratonas Aquáticas e clínica de Stand Up Paddle. A partir das 13 horas, a praia da Graciosa recebe o Campeonato de Pesca Esportiva, demonstração do projeto Remando para a Cidadania, Clínica Stand Up Paddle, e a 2ª Copa Investco de Ciclismo, além das estruturas fixas de skate, slackline e bicicross, e mais uma vez, encerramento com o luau, que no sábado, contará com o show da banda Mestre Kuca.

Domingo, 06, será realizada Clínica de Canoagem, apresentação de Stand Up Paddle e skate, bicicross e slackline. E pra encerrar, a banda Mestre Kuca volta ao palco a partir das 21 horas.

O evento é realizado pela Investco, EDP e Prefeitura de Palmas e tem o apoio da Vivo e do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Os interessados em participar podem acompanhar as novidades e informações na página do evento no Facebook (https://www.facebook.com/circuitoculturaleesportivo) e ao longo da semana no portal da Prefeitura de Palmas.


Fonteogirassol.com.br

1º Torneio de Pesca Amadora em Rancharia

A Prefeitura Municipal de Rancharia através da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes, Turismo e Lazer (SECTEL) realizará o 1º Torneio de Pesca Amadora.
O torneio recreativo de competição tem com objetivo estimular o desporto da pesca e a confraternização entre os aficionados pelo esporte nas categorias de embarcado e desembarcado.
As inscrições serão realizadas na Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer ou através do link de acesso que segue abaixo e entregues na SECTEL até 25 de outubro, com antecedência de 1 (uma) hora antes do início do Torneio.
A taxa de inscrição para desembarcado é R$ 5,00 (cinco) reais e embarcado R$ 25,00 (vinte e cinco reais).

DATA, HORÁRIO, DURAÇÃO E LOCAL DO CAMPEONATO
Dia 27 de outubro de 2.013 – Domingo
Das 09h00 as 16h00.
Local: Balneário Municipal Prefeito Manoel Severo Lins Neto – Rancharia SP

Premiação:
Embarcação (até 3 participantes)
1º lugar - R$ 2.000,00
2º lugar - R$ 1.200,00
3º lugar - R$    800,00
Desembarcado / Barrranco (individual)
1º lugar - R$ 1.000,00
2º lugar - R$   600,00
3º lugar - R$   400,00

As inscrições já estão abertas: 

Para maiores informações sobre os estilos de pesca e o regulamento acesse:

Fonte: rancharia.sp.gov.br

Ai eu te Pergunto: Ta preso?

O proprietário de um pesqueiro, de 62 anos, foi multado em R$ 5 mil por ter degradando de mata ciliar do rio Miranda (área de preservação permanente – APP), em Bonito, ontem (27).
Segundo informações da PMA, o dono do pesqueiro reside em Porto Ferreira (SP), e realizou a derrubada da vegetação e construía uma rampa para a descida de barcos, sem autorização ambiental.
As atividades foram interditadas. Além da multa, ele também responderá por crime ambiental. Se condenado, poderá pegar pena de um a três anos de detenção.
O autuado foi notificado a apresentar junto ao órgão ambiental Estadual um plano de recuperação da área degradada – PRAD.

Fonte: idest.com.br

Depois dos Problemas...

Depois de Problemas com a mantenedora de Internet na nossa Região o Sónabóia está de volta.