quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Que alguém ajude a Vítima em Coxim

Diversos objetos de pescaria foram furtados na manhã desta terça-feira (1°), de um rancho localizado no bairro Piracema, no município de Coxim. Os objetos eram pertencentes a um guia de pesca e também de um turista da cidade de São Paulo.
De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), a vítima de 41 anos relatou a polícia que foi informado do furto por volta das 06h30 da manhã de hoje, onde segundo ele, os objetos estavam em uma varanda nos fundos do rancho.
Segundo a vítima, foram furtados uma carretilha de pesca, duas facas, um molinete, um documento e duas caixas de pescaria, sendo que uma destas era de sua propriedade e a outra pertencia a um turista da cidade de São Paulo.
A vítima relatou ainda que trabalha como piloto e guia em temporada de pesca e que não sabe quem possa ter cometido o furto. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Coxim, para as providências de praxe. 

Fonte: idest.com.br

Por Isso que somos a favor da Cota Zero

Patrimônio Natural da Humanidade, a região do Parque Nacional do Pantanal vem sofrendo uma nova e agressiva invasão de pescadores. 

Rios, corixos, baías e outras áreas protegidas se tornaram o destino prioritário de barcos-hotéis de grande porte, que partem principalmente de Corumbá (MS) e espalham turistas e seus apetrechos de pesca por toda a região. A pesca profissional também se intensificou. 

O descontrole se instalou nos últimos cinco meses, nas brechas abertas por um conflito entre agendas social e ambiental do qual tomaram parte ONGs, comunidades tradicionais, órgãos públicos de proteção ao Meio Ambiente e o Ministério Público Federal. 

Uma disputa que lançou dúvidas sobre a validade de áreas de proibição à pesca já consolidadas e agora ameaça estoques pesqueiros protegidos não apenas nos 135 mil hectares do parque, mas também nas cinco RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural) de seu entorno. 

Comunidades ribeirinhas da região, com o apoio da Procuradoria da República, acusam as reservas particulares de vetar acesso a áreas de ocupação tradicional e à prática de atividades como a pesca artesanal e a cata de iscas-vivas. Defendem, inclusive, a revisão dos limites das áreas protegidas. 

As ONGs questionam o caráter "tradicional" das comunidades, afirmando que sua atuação hoje se destina à pesca profissional e ao atendimento à demanda por iscas do trade turístico, principal beneficiário do afrouxamento nos limites impostos à atividade no local. 

A convite de um destes atores, a ONG cuiabana Ecotrópica (que detém quatro das RPPNs em discussão), a reportagem do DIÁRIO acompanhou uma ação de monitoramento e constatou a atuação de ao menos seis grandes barcos-hotéis e dezenas de pequenas embarcações de pesca esportiva e profissional nos arredores do parque e dentro de uma das reservas. 

A entidade afirma que a situação se agravou após a adoção de um posicionamento "dúbio" por parte da nova coordenação-regional do ICMBio (Instituto Chico Mendes), órgão encarregado da gestão e fiscalização do parque e do apoio à proteção das RPPNs. 

"A nova coordenação passou a relacionar a condição de vida no entorno das unidades à própria existência das unidades, o que é um erro", critica o advogado Ilvanio Martins, presidente da Ecotrópica. 

Segundo ele, a visão estritamente "social" do órgão vem se sobrepondo à legislação ambiental e aos objetivos de preservação. "É uma nuvem de desinformação perigosa, que só interessa à indústria multimilionária da pesca".

O momento crucial deste novo cenário ocorreu em abril passado, em uma reunião entre as partes realizada na comunidade da Barra do São Lourenço, localizada nas imediações do parque e que reúne cerca de 100 moradores. 

À ocasião, o coordenador-regional do ICMBio, Fernando Francisco Xavier, relatou mudanças nas normativas do órgão em relação às zonas de amortecimento das unidades de conservação. 

O novo entendimento, segundo ele, tornava sem efeito legal a portaria que instituiu, entre outras regras, as zonas de proibição à pesca no entorno do parque. 

A fala foi compreendida e disseminada rapidamente pela região como um salvo-conduto. Tanto é que, um mês mais tarde, o instituto se viu obrigado a publicar uma nota de esclarecimento em relação a "informações erroneamente veiculadas". 

"Não foi feita qualquer 'liberação' da pesca no Pantanal (...) A zona de amortecimento do PNPM [Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense] tem validade técnica imprescindível", afirmava a nota, em um trecho. 

O esclarecimento, aparentemente, não chegou aos confins do Pantanal. Durante a ação de monitoramento, a reportagem acompanhou um diálogo entre o piloto de um barco (que conduzia dois turistas) e um dos funcionários da ONG. 

“Aqui virou reserva?”, questionou o piloto, que naquele momento navegava pelo interior da RPPN Penha, criada em 1997.


Fontediariodecuiaba.com.br/

Prende o Safado

Um vereador escapou de ser detido pela Delegacia de Meio Ambiente (Dema) por pesca predatória na manhã deste domingo (29) nas proximidades de Chapada dos Guimarães, município a 65 km de Cuiabá. Vereador por Nova Brasilândia, cidade a 223 km da capital, o vereador estava com um grupo que, ao todo, mantinha em uma caminhonete 164 quilos de pescado ilegal capturado na noite anterior. Quatro deles foram presos.
Segundo a Dema, o grupo de sete pessoas estava distribuído em duas caminhonetes e trafegava por uma estrada na região do Manso. Na caminhonete da frente estava o pescado e quatro integrantes do grupo. Já no veículo atrás, apenas três integrantes – entre eles, o vereador de Nova Brasilândia. A reportagem ainda não obteve contato com ele ou algum representante para se defender.
Na caminhonete, além dos 164 de pescado ilegal (incluindo um jaú de 51 quilos e três dourados, espécie de pesca proibida hoje) estavam instrumentos vetados para a prática, como duas tarrafas.Agentes da Dema estavam fazendo um trabalho rotineiro de fiscalização na área quando pararam a caminhonete em que o vereador estava. 
Ele e os demais afirmaram que estavam pescando nas imediações e os policiais pediram para averiguar a quantidade obtida. Como não havia nada no veículo, voltaram para a estrada e conseguiram parar a caminhonete que seguia mais à frente, com o restante do grupo e o pescado.
Também havia 15 redes de pesca e duas espingardas com 12 munições. As armas haviam sido utilizadas para caçar um tatu e uma paca, que também estavam na caminhonete interceptada.
Logo, os agentes da Dema detiveram os quatro que estavam na caminhonete. Quando retornaram à estrada para tentar interceptar a caminhonete onde estava o vereador e o restante do grupo, eles já haviam fugido. Detidos, os demais devem responder por pesca predatória.

Por que isso ainda não foi Resolvido? Só ficam na conversa.

Limoeiro do Norte. Secretaria de Pesca e Aquicultura do município de Jaguaribara alerta para a crise na piscicultura no Açude Castanhão, que poderá se agravar, caso os órgãos competentes não se posicionem para resolver alguns dos problemas detectados há alguns anos.

A seca que acontece há três anos somente tem agravado a crise da pisicultura no Castanhão, onde também se ressentia de um manejo inadequado FOTO: ELLEN FREITAS

O parque aquícola de Jaguaribara é o maior de todo o açude e, só neste ano, enfrentou duas grandes mortalidades do pescado. A secretária executiva de Aquicultura e Pesca de Jaguaribara, Lívia Barreto, revela que a atividade vem sendo realizada "à vontade", há mais de 10 anos, sem a atuação efetiva do Ministério da Pesca e da Agência Nacional de Águas (ANA), responsáveis pela aquicultura.

Lívia observa que os antigos agricultores da Velha Jaguaribara, que só aprenderam a pescar, estão despreparados e desamparados pelos órgãos competentes para enfrentar efetivamente as consequências. Os primeiros tanques-rede foram colocados no Castanhão em 2003, cerca de seis meses depois que foi inaugurado, o que aconteceu em dezembro de 2002.

Porém, foi somente em 2008 que o Ministério da Pesca e Aquicultura estabeleceu as áreas para a piscicultura. A partir daí, o açude foi licitado em parques aquícolas e divididos em espelhos d´água. Na época, 647 famílias das cidades de Jaguaretama, Alto Santo e Jaguaribara, que atuavam no açude, foram selecionadas para receber os Títulos de Cessão de Águas da União.

As famílias selecionadas poderiam usar as águas do reservatório para criar peixe em tanques-redes (gaiolas submersas), em áreas com licenciamento ambiental, autorização da Marinha e outorga de água pela Agência Nacional das Águas (ANA). De acordo com Livia Barreto, o processo de licitação ocorreu como estava previsto e, posteriormente, houve a entrega das concessões de usos. No entanto, a parte mais importante, que é a demarcação dos espelhos, não foi realizada até hoje.

Demarcações

Segundo ela, esse foi um dos inúmeros problemas que surgiriam ao longo dos anos. Os lotes licitados na época ocupavam uma área de 1.250 m² de espelho d´água do reservatório, mas, segundo a secretária, por não ter demarcações dos espelhos, nunca se cumpriu o que foi determinado em relação a esse tamanho. "Essa área foi baseada pelo tamanho de tanques utilizados na época", disse.

Hoje, o Castanhão tem tanques com dimensões muito superiores e ocupam uma área bem maior do que 1.250m², até por que, segundo os produtores que tem somente a piscicultura como fonte de renda, não haveria perspectivas de progresso na atividade com tamanho tão limitado", afirmou Barreto.

Outro problema foi o despreparo destas famílias para atuarem na piscicultura. Houve inúmeras capacitações para as comunidades, ministradas pelo Sebrae e Senar, no que competia desenvolver atividades de produção e comercialização, mas sem integrar a parte ambiental.

Descarte

Um grande problema detectado nessa época, segundo Lívia, era o descarte das vísceras nos arredores do açude, que acabavam retornando a água. Para ela, isso impactou na mortalidade de peixes, deixando os pescadores locais assustados.

A estiagem dos últimos três anos foi um complicador a mais. O processo de eutrofização resultou em perdas gigantescas para os produtores atingidos, com a mortalidade do peixe. Atualmente, o Castanhão se encontra com 49% de sua capacidade e só este ano, duas grandes mortalidades do pescado foram registradas. Para o secretário titular de Aquicultura e Pesca, André Siqueira, há uma grande necessidade de acompanhamento técnico da atividade no açude. "Se a diminuição do nível do açude gerou uma mudança nas áreas para a piscicultura, eu poderia afirmar que há sim uma necessidade do Ministério e da Agência Nacional de Águas, reavaliar a alocação dessas novas áreas", ressaltou. Além da questão das áreas, o acompanhamento técnico também é outro grande problema. Livia aponta que a Secretaria vem tentando amenizar os impactos, mas que há uma grande ausência dos governos do Estado e Federal, para ações mais efetivas.

Necessidades

"O Castanhão precisa, dentre várias necessidades, de um engenheiro de pesca atuando aqui dentro. Nós contávamos com a parceria da Secretaria Estadual de Aquicultura e Pesca para a contratação deste profissional. Organizamos uma seleção. Recebemos currículos, mas há 15 dias fomos informados pela Secretaria que devido a cortes eles não poderão mais contratar um engenheiro", lamenta.

A fiscalização também é fundamental, ressalta Lívia, para coibir a exploração excessiva da atividade e os impactos negativos ao Meio Ambiente. Até o fechamento desta edição a reportagem não obteve retorno do superintendente federal de Pesca e Aquicultura no Ceará, Emanuel Simões, assim como da Superintendência do Ministério da Pesca no Ceará. Todos os telefones disponibilizados não atenderam ou estavam fora de área.

FIQUE POR DENTRO

Eutrofização já vem sendo alvo de denúncias

O Diário do Nordeste vem acompanhando o problema da mortandade de peixe e chamando a atenção para suas causas, que afetam, sobretudo, o pescado da tilápia no Castanhão. Só em julho foram 100 toneladas, a maior registrada em 10 anos de atividade. Autoridades em piscicultura, como Jarbas Studart, acusaram "a ganância dos aquicultores com o cultivo de tilápia em tanques-rede cuja densidade está, nesta época de forte estiagem, superdimensionada", ocasionando a eutrofização.

A eutrofização (ou eutroficação) é um processo normalmente de origem antrópica (provocado pelo homem), ou raramente de ordem natural, tendo como princípio básico a gradativa concentração de matéria orgânica acumulada nos ambientes aquáticos.

Na coluna do jornalista Egídio Serpa, edição de ontem, foi lembrado que esse alerta já havia sido feito num primeiro momento pelo cientista cearense Osvaldo Carioca, que também denunciou o manejo inadequado do pescado.

Para a Secretaria de Aquicultura e Pesca de Jaguaribara, o Ministério da Pesca e a Agência Nacional de Águas ainda não se manifestaram e negligenciam a problemática.

Mais informações:
Secretaria de Pesca e Aquicultura de Jaguaribara
Rua Paula Clotilde, S/N Casa do Cidadão, sala 9
Telefone: (88) 3568.4530


Fontediariodonordeste.globo.com

E Ninguém foi Preso?

O Ministério Público Estadual de Goiás (MP-GO) vai instaurar um inquérito para investigar uma denúncia de crime ambiental no Rio dos Bois, na região central do estado. Centenas de peixes de espécies como bagre e lambari morreram entre as cidades de NazárioAnicuns e Palmeiras de Goiás.
Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) e do Batalhão Ambiental da Polícia Militar estiveram no local e colheram informações sobre a mortandade dos peixes.
 “Encontramos indícios de vazamentos de substâncias e elas podem ter sido responsáveis pela morte dos animais. Porém, os materiais ainda passarão por análise para comprovar se são resíduos químicos ou orgânicos”, explicou ao G1 o superintendente de fiscalização da Semarh, Luciano Henrique de Moura.
Uma empresa situada às margens do rio pode ter sido responsável pelo dano ambiental. “Ainda estamos em análise, mas tudo indica que os peixes morreram após um vazamento no local. 
Vale ressaltar que a região tem muitas fazendas no entorno do rio e outras causas podem estar associadas”, afirmou o superintendente.
Caso seja comprovado o crime ambiental, os responsáveis podem pegar pena de um a quatro anos de prisão e a multa chega a R$ 50 milhões.
Centenas de peixes morreram ao longo do Rio dos Bois, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Centenas de peixes morreram ao longo do Rio dos Bois, em Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Fonteg1.globo.com/goias

A Pesca Esportiva está sendo tão importante que aparece em Todas

A Prefeitura de Palmas, através da Fundação Municipal de Esportes e Lazer, em parceria com a EDP e Investco, realizam de 04 a 06 de outubro, o Circuito Cultural e Esportivo 2013.

O evento será realizado na praia da Graciosa e envolverá competições, exibições e clínicas de modalidades como ciclismo, natação, canoagem, stand up paddle, pesca esportiva, slackline, bicicross, skate, entre outros.

As atividades terão início sexta, 04, com bicicross, skate e slackline. Os adeptos a essas modalidades terão à disposição uma estrutura que está montada na praia nos três dias de evento. Ainda na sexta, acontece o Congresso Técnico das competições de ciclismo (às 19h30) e natação (às 20h30). A noite será encerrada com um luau, como parte da programação cultural, previsto para acontecer entre 21 e 22 horas.

Sábado, 05, a programação começa às 8 horas, com Maratonas Aquáticas e clínica de Stand Up Paddle. A partir das 13 horas, a praia da Graciosa recebe o Campeonato de Pesca Esportiva, demonstração do projeto Remando para a Cidadania, Clínica Stand Up Paddle, e a 2ª Copa Investco de Ciclismo, além das estruturas fixas de skate, slackline e bicicross, e mais uma vez, encerramento com o luau, que no sábado, contará com o show da banda Mestre Kuca.

Domingo, 06, será realizada Clínica de Canoagem, apresentação de Stand Up Paddle e skate, bicicross e slackline. E pra encerrar, a banda Mestre Kuca volta ao palco a partir das 21 horas.

O evento é realizado pela Investco, EDP e Prefeitura de Palmas e tem o apoio da Vivo e do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Os interessados em participar podem acompanhar as novidades e informações na página do evento no Facebook (https://www.facebook.com/circuitoculturaleesportivo) e ao longo da semana no portal da Prefeitura de Palmas.


Fonteogirassol.com.br

1º Torneio de Pesca Amadora em Rancharia

A Prefeitura Municipal de Rancharia através da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes, Turismo e Lazer (SECTEL) realizará o 1º Torneio de Pesca Amadora.
O torneio recreativo de competição tem com objetivo estimular o desporto da pesca e a confraternização entre os aficionados pelo esporte nas categorias de embarcado e desembarcado.
As inscrições serão realizadas na Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer ou através do link de acesso que segue abaixo e entregues na SECTEL até 25 de outubro, com antecedência de 1 (uma) hora antes do início do Torneio.
A taxa de inscrição para desembarcado é R$ 5,00 (cinco) reais e embarcado R$ 25,00 (vinte e cinco reais).

DATA, HORÁRIO, DURAÇÃO E LOCAL DO CAMPEONATO
Dia 27 de outubro de 2.013 – Domingo
Das 09h00 as 16h00.
Local: Balneário Municipal Prefeito Manoel Severo Lins Neto – Rancharia SP

Premiação:
Embarcação (até 3 participantes)
1º lugar - R$ 2.000,00
2º lugar - R$ 1.200,00
3º lugar - R$    800,00
Desembarcado / Barrranco (individual)
1º lugar - R$ 1.000,00
2º lugar - R$   600,00
3º lugar - R$   400,00

As inscrições já estão abertas: 

Para maiores informações sobre os estilos de pesca e o regulamento acesse:

Fonte: rancharia.sp.gov.br

Ai eu te Pergunto: Ta preso?

O proprietário de um pesqueiro, de 62 anos, foi multado em R$ 5 mil por ter degradando de mata ciliar do rio Miranda (área de preservação permanente – APP), em Bonito, ontem (27).
Segundo informações da PMA, o dono do pesqueiro reside em Porto Ferreira (SP), e realizou a derrubada da vegetação e construía uma rampa para a descida de barcos, sem autorização ambiental.
As atividades foram interditadas. Além da multa, ele também responderá por crime ambiental. Se condenado, poderá pegar pena de um a três anos de detenção.
O autuado foi notificado a apresentar junto ao órgão ambiental Estadual um plano de recuperação da área degradada – PRAD.

Fonte: idest.com.br

Depois dos Problemas...

Depois de Problemas com a mantenedora de Internet na nossa Região o Sónabóia está de volta.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mais Informações do 1º Torneio Nacional de Pesca Amadora Esportiva no Brasil

Atenção Pescadores de Plantão!
Para quem ainda não está informado, ocorrerá no mês de outubro/2013 o I Torneio Nacional de Pesca Amadora Esportiva, na cidade de Niquelândia, em Goiás.

Este torneio fará parte de um grande projeto idealizado e realizado pela ANEPE (Associação Nacional de Ecologia e Pesca) em conjunto com o MPA (Ministério da Pesca e Aquicultura) e visa não só o torneio ,como também a I Semana Nacional de Pesca Esportiva, Aquicultura e Proteção Ambiental.
Neste grande evento ocorrerão desde shows com grandes artistas até oficinas relacionadas ao tema que se propõe este grande encontro.
Entre outros objetivos, este encontro pretende promover atividades de lazer e confraternização entre a comunidade e os praticantes da pesca amadora esportiva; e desenvolver a conscientização ecológica e o combate do uso de materiais e condutas depredadoras, alertando e convencendo os participantes, e público em geral, sobre a necessidade de convivência harmônica com todo ecossistema e vantagens da conservação ambiental.
Para saber mais tanto sobre o evento como também sobre o torneio de pesca e seu regulamento, foi inaugurado um site com todas as informações necessárias à todos os participantes e envolvidos.
Não perca tempo e acesse já o site para se inscrever e tirar todas as dúvidas.
Para acessar o site do eventoclique aqui.

Fontepescaalternativa.com.br

Cota Zero Também em Minas - Vai dar Certo

Temos visto, nos últimos anos, a redução da quantidade e do tamanho de nossos peixes, principalmente no rio São Francisco e afluentes em Minas Gerais, Pantanal do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e Araguaia e afluentes em Goiás. Apesar dos pescadores profissionais serem frequentemente responsabilizados, nós, pescadores amadores, temos uma grande parcela de culpa. Peixes são capturados e abatidos abaixo do tamanho mínimo e acima da cota máxima permitida, por falta de consciência do pescador.
A Cota Zero foi aprovada em meados de 2012, no Mato Grosso, proibindo o transporte de peixe no estado. Porém, foi abrandada em março desse ano, devido à pressão política dos donos de Barcos e Pousadas, sob alegação de prejuízo por “perda de clientes”. 
Em Goiás, a Cota Zero entrou em vigor dia 10 de abril de 2013 por três anos, com objetivo de acabar com a pesca predatória, incentivar a pesca esportiva e repovoar os rios. A pesca não está proibida para amadores licenciados; apenas o transporte. O peixe porventura abatido pode ser consumido apenas no próprio local da pescaria, desde que dentro da medida mínima estabelecida por lei.
No Mato Grosso do Sul, a possibilidade de Cota Zero foi descartada também por pressão política dos donos de barcos e pousadas. O exemplo vem da região norte: nos rios da bacia Amazônica, a Cota Zero é imposta pelas próprias pousadas e barcos, sendo o pescador autorizado a praticar apenas a pesca esportiva.
Em Minas Gerais, a situação é crítica. No Rio São Francisco e afluentes, e até em grandes reservatórios, como Três Marias, o peixe é escasso. E isso tende a piorar. Uma medida urgente precisa ser tomada, pois nossos rios estão morrendo.

No entanto, há uma luz no fim do túnel. Por iniciativa de pescadores esportivos de nossa região, está agendada reunião no gabinete do deputado Glaycon Franco para a terça, dia 24, com objetivo de discutir e elaborar projeto de lei a ser apresentado na Assembleia Legislativa do Estado, propondo Cota Zero para Minas Gerais por, no mínimo, 2 anos.

Será a salvação? Não, mas um bom começo. Enquanto a Cota Zero não vem, temos que estimular o pesque e solte, conscientizando nossos colegas que ainda pescam de forma predatória a praticar a pesca esportiva, para que, no futuro, a pesca amadora não se torne apenas estória de pescador.
Por: Marco Aurélio Rossini
Fontejornalcorreiodacidade.com.br

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mais um Torneio de Pesca que vem por Ai - em Itaporã


Fonte: itaporahoje.com

Que Belo Presente...Sonho mais que Realizado

João Pedro, meu filho mais velho, é apaixonado por pescarias, meu parceiro fiel desde os 5 anos de idade. O Paulo, meu sogro, grande companheiro, havia prometido a ele uma viagem de pesca à Amazônia como presente de aniversário.
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É claro que eu também iria… Buenas… Saímos de Porto Alegre em um domingo, 6 h da manhã. Após 10h de vôo, com escalas em Curitiba, Maringá, Campo Grande, Cuiabá e Porto Velho, chegamos a Manaus. No dia seguinte, novamente às 6h, nós e o restante do grupo (15 pessoas) voamos em 2 aviões turbo hélice em meio a um temporal até a cidade de Nova Olinda do Norte, sudeste de Manaus.
Pista de terra… Dali, um ônibus Marcopolo com pelo menos 30 anos nos levou até a cabeceira do Canal que liga o Rio Madeira ao Rio Abacaxis e embarcamos no Yanna, nosso barco hotel.
Este é o barco usado pela Ecofishing, empresa responsável pela organização da indiada. O Yanna, a partir daí, iniciou a navegação rio acima por mais 15 hs. O barco é um hotel flutuante com todo o conforto, split em todo o ambiente interno, suites, cardápio variado, ancorado (mas não restrito à) na culinária local, com direito a sashimi, carpaccio e até a um churrasquinho. Por sinal, só temos elogios à equipe que nos recebeu, da camareira ao Nestor Salomon, sócio da Ecofishing, que nos acompanhou durante todo o tempo.
Quase chegando no destino, cerca de 12 hs após a saída de Nova Olinda, as lanchas que são usadas para a pescaria são trazidas pelos piloteiros que não saíram da região e “acopladas” ao barco, que as leva junto até a localidade pré determinada para início da brincadeira. Na madrugada seguinte, e por todas as outras, 05 e meia da manhã estavamos de pé, tomávamos o café da manhã e toca pescaria até às 18:30, com intervalo e retorno ao barco para almoço entre as 11:30 e 14:30. A lancha tem capacidade para duas pessoas além do piloteiro. É toda coberta por um tecido que lembra carpete grosso, impermeável. Pode-se caminhar sobre praticamente toda ela, o que facilita muito a pescaria.
Cada lancha tem um piloteiro, normalmente um cara da região, que “lê” o rio e é responsável pela condução às àreas mais piscosas. O piloteiro é a alma do negócio. Um piloteiro que não conhece o rio é fria…Nosso piloteiro era o Julio, bisneto, neto, filho e pai de indios, um cara muito parceiro, bem mais civilizado que muitos porto alegrenses que se vê por aí. Conhecia as tocas, os peixes, as iscas, os lagos cheios de peixes dentro das ilhas, onde chegávamos com a lancha passando por lugares que aparentemente seria impossível cruzar. Este sabe! A pesca que fizemos na região do Abacaxis pode ser dividida em dois tipos. Primeiramente, a pesca com isca artificial, buscando principalmente o Tucunaré, peixe brigador, com peso variando de 400g a exemplares de até 7kg.
Do final da tarde ao inicio anoitecer, busca-se o peixe de couro, como o Surubim, Pintado, Jaú, Piraiba e a Pirarara. A lancha fica apoitada (ancorada) e pesca-se com isca de peixe, preferencialmente cabeça de piranha. Os peixes de couro são realmente grandes, podem chegar a mais de 100 kgs, de maneira que, uma vez que algum seja fisgado, a lancha deve ser liberada da âncora para seguir o peixe enquanto este leva a linha, ou a mesma vai se romper. Às vezes este processo se estende por mais de 1hora entre idas e vindas, recolhendo a linha e o bicho levando, até que se traga o peixe a bordo. A grande maioria dos peixes pescados são devolvidos ao rio, bem vivos.
Guardávamos para comer um mínimo de peixes, respeitando as medidas e as orientações do piloteiro. Por sinal, quanto maior o peixe, mais gorda e menos saborosa a carne. Melhores são sempre os de tamanho intermediário da espécie.
Basicamente, é isto aí… O melhor de tudo é a convivência em harmonia com novos e velhos amigos e a oportunidade de estar junto com um filho quando ele realiza um sonho…

Por: José Luís Krahe

Atenção Guaratuba, Mudanças a Vista

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sema) está fazendo um estudo na baía de Guaratuba para rever a Resolução 60\2008, que estabelece critérios para a pesca amadora e profissional no litoral paranaense. 
A região da baía de Guaratuba foi escolhida como área piloto. Estão sendo reavaliadas questões como uso de redes, espinhel, iluminação artificial e aparelhos de respiração, além dos locais proibidos e permitidos para a pesca.
 
"O nosso objetivo ao atualizar o texto é garantir que a resolução seja coerente com o dia a dia dos pescadores", explica o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida.


 O Grupo de Trabalho da Pesca esteve reunido nesta terça-feira (24) para a quinta a rodada dos debates, que vão culminar em uma nova minuta de resolução.
 
Coordenado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, o Grupo de Trabalho da Pesca foi criado em março deste ano e tem um prazo de seis meses para concluir os trabalhos. Ele é formado por representantes de colônias de pescadores, Liga Esportiva de Pesca, Federação dos Pescadores do Paraná, Secretaria Estadual da Educação, Emater, Ministério da Pesca e empresários do ramo.
 
"Todas as sugestões de atualização estão sendo feitas em conformidade com a Lei Nacional da Pesca, com as portarias do Ibama e demais documentos que norteiam os critérios para a pesca no Brasil", afirma o secretário-executivo do Conselho Estadual de Meio Ambiente, João Batista, que intermediou a reunião desta terça-feira.

O Pessoal de Ribatejo é Muito bom Mesmo

A equipa de pesca desportiva do Clube Amadores de Pesca do Ribatejo, de Fazendas de Almeirim, sagrou-se campeã Nacional de clubes da 2ª Divisão Nacional de Pesca Desportiva.


Na última prova do campeonato disputada no Rio Sorraia, em Coruche, o clube de Fazendas recuperou a desvantagem de 13 pontos que tinha até então para o líder do campeonato e acabou por garantir o título. O Clube de Pesca do Baixo Alentejo foi segundo e o Clube Amadores de Pesca do Entroncamento foi terceiro.



O trabalho realizado pelo clube de Fazendas de Almeirim nas camadas jovens está a dar resultados e a catapultar a colectividade para os lugares de topo da pesca desportiva portuguesa. Já este ano, a pescadora Catarina Calado foi campeã regional de esperanças, um feito inédito já que foi a primeira vez que uma senhora vence na categoria, ficando à frente dos homens.

Que todos Votem a Favor

Taboadão Tucunaré, torneio de pesca esportiva de peixes tucunaré, realizado no município de Aparecida do Taboado, é considerado um dos maiores do Brasil nessa modalidade.

A primeira edição do evento, que fez parte das comemorações de aniversário do município, ocorreu no último sábado (14), na prainha do Rio Paraná, com a participação de 300 duplas praticantes de pesca esportiva.
De acordo com o deputado estadual Antônio Carlos Arroyo (PR), 1° secretário da Casa de Leis, a realização do festival atraiu à Aparecida do Taboado turistas que garantiram fomento à economia local, já que movimentaram o comércio e os setores hoteleiro e gastronômico, gerando benefícios para todos.
Frente ao cenário positivo proporcionado com a realização do festival, o parlamentar propôs anteontem, durante a sessão plenária, a inserção do "Taboadão Tucunaré" no Calendário Oficial de Eventos do Estado de Mato Grosso do Sul.
Com a medida, o Festival de Pesca do Tucunaré, popularmente conhecido como "Taboadão Tucunaré", será realizado anualmente no segundo fim de semana do mês de setembro.

Fontecorreiodoestado.com.br

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Torneio de Pesca em Ilhéus? Queria mais o que?

Foi realizado nos dias 21 e 22 de setembro na praia de Saquaira em Maraú o 10º torneio de pesca da cidade.

O evento foi realizado pela prefeitura de Maraú, com o apoio de clube de pesca de Ilhéus. 


19 equipes participaram do torneio neste ano. 

No sábado 21 o torneio começou as 13hs e terminou as 17hs, já no domingo 22 começou as 07hs e terminou as 11h com a pesagem e contagem dos peixes. 

O evento foi maravilhoso e contou com a participação de turistas e várias pessoas da comunidade, a realização do evento na praia de Saquaíra foi muito importante pois proporcionou momentos de muito lazer e descontração para quem participou e para aqueles que foram assistir.

Os prêmios foram entregues pelas secretárias de Turismo Vera Rigatto e de Infra Estrutura Ione Farias, além do Diretor de Eventos do Município Anderson Muniz. 

Fonte:ubaitabaurgente.com.br

Se Condenados? Ai eu te Pergunto: Não foram Presos?

Policiais Militares Ambientais de Aquidauana (MS) autuaram ontem (24), dois turistas, residentes em Tatuí (SP) por pesca predatória.

Os policiais fiscalizavam o Rio Miranda, em Nioaque (MS), quando encontraram um freezer, às margens do rio, próximo a um pesqueiro, contendo 50 kg de pescado da espécie pacu, sendo que vários exemplares estavam fora da medida permitida pela legislação. 
Pescado e freezer foram apreendidos. Os dois pescadores foram multados em R$ 3.500,00 cada um. Eles responderão por crime ambiental. Se condenados, poderão pegar pena de um a três anos de detenção.

Fontecorreiodoestado.com.br

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Com 54 Equipes, Os Concunhados Venceram

A 7ª edição do PescMutum, disputada este final de semana, no rio Arinos, em Nova Mutum, reuniu 54 equipes. 

A equipe vencedora foi "Os concunhados" de Lucas do Rio Verde. 
2º lugar ficou a "Magia Palace Hotel". 
3º "Posto Águia Branca". 
4º "Do mar". 
5º "Arca de Noé". 
6º "Aqui não". 
7º "Só por Deus". 
8º "Só 2". 
9º "Irmãos Gold" e 
10º "Hotel seu lar".

O 1° lugar ganhou um barco com motor; 2º lugar, um motor; 3º lugar, um barco; 4º, um motor elétrico; 5º, um motor elétrico; 6º, um gerador; 7º, um gerador; 8º, um kit de pesca; 9º, um kit de camping; 10º, uma barraca.

Na semana passada, conforme Só Notícias já informou, foi realizado o Festival de Pesca em Sorriso com aproximadamente 100 equipes de diversas cidades mato-grossenses e show de Breno Reis e Marco Viola.

O evento, realizado com apoio de Só Notícias, foi organizado pelo Rotary.


Fontesonoticias.com.br

Se está dessa forma teremos que Pescar Muitas

A Prefeitura de Rancharia (508 km de São Paulo) vai promover um campeonato de pesca no próximo mês para controlar o número de piranhas no balneário municipal e tentar recuperar os turistas que se afastaram do local por causa do medo de ataque dos peixes, que neste domingo (22), após meses sem nenhuma ocorrência, fizeram mais dez vítimas, entre elas um adolescente que precisou amputar um dos dedos dos pés.
O campeonato vai servir também para um estudo que a prefeitura pretende desenvolver para saber quais espécies exatamente de piranha habitam o balneário para adoção de medidas futuras, segundo Sandra Franco, 38, diretora municipal de Turismo.


 O estudo, segundo ela, foi sugerido por biólogos consultados a respeito do problema. Ela afirma que a represa é uma fonte de renda da qual o município não pode abrir mão.
 
No entorno, de acordo com a diretora, há hotéis, restaurantes e outros pontos comerciais. Na alta temporada, cerca de 5.000 pessoas visitam o local aos finais de semana para se refrescar do calor, número que se quadruplica no carnaval. Mas, devido aos ataques na água, a quantidade de consumidores vem diminuindo.
 
"Precisamos salvar esse patrimônio", diz Sandra.
 
A vendedora Maele Galvão da Silva, 18, de Presidente Prudente (558 km de São Paulo), foi uma das banhistas atacadas no final de semana. Ela conta que estava a cinco metros da margem da represa, boiando, quando um dos dedos do pé esquerdo recebeu uma mordida.
 
"Doeu muito na hora, e eu pensei: caco de vidro não pode ser porque não pisei no fundo. Nadei rápido até o barranco e, quando saí, vi que estava sangrando muito."
 
De acordo com a estudante, seus familiares a levaram até a portaria do balneário para receber os primeiros socorros. "Mas lá não tinha nada para fazer curativo. Tivemos de enfaixar o pé com uma camiseta. Um absurdo porque cobram R$ 5 de ingresso e não oferecem salva-vidas nem há placas avisando que tem piranhas."
 
A vendedora fez um boletim de ocorrência na polícia relatando o caso e vai permanecer sete dias afastada do trabalho em razão do ferimento.


 Outro lado

A diretora de Turismo afirma que as placas que informavam o risco de ataques dos peixes foram destruídas por frequentadores e não foram repostas porque a situação, ultimamente, parecia ter se normalizado. Sandra disse que, a partir desta segunda-feira (23), banhos no local estão proibidos.
 
Ela disse que a prefeitura pretende colocar redes de proteção a certa distância da margem do lago, formado a partir do represamento do rio Capivari, para evitar que os peixes se aproximem do barranco.
 
Segundo Hertz Figueiredo dos Santos, 54, biólogo do departamento de biologia da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), somente um estudo poderá indicar por que os peixes estão atacando. "Ali é o ambiente deles [peixes]. Quem está ali de enxerido é o homem."
 
De acordo com o biólogo, é improvável que as piranhas estejam atacando para defender seus ninhos, uma das hipóteses levantadas relatadas por estudiosos à Prefeitura de Rancharia. "As piranhas se reproduzem em aguapés, locais que não atraem banhistas."
 
O campeonato de pesca de piranha em Rancharia, previsto para o dia 27 de outubro, vai premiar os primeiros, segundos e terceiros colocados, em duas modalidades: pesca de barco e em barrancos. Quem pescar mais piranhas vai ser recompensado com dinheiro. O valor não foi definido.