sábado, 6 de julho de 2013

Muito, mas Muito Importante...

ENFIM A VEZ DA PESCA ESPORTIVA E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

ANEPE e Ministério da Pesca assinam Termo de Cooperação para realização do 
I Torneio Nacional de Pesca Amadora Esportiva
Em 26 de junho de 2013, no auditório do Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA, em Brasília – DF, foi realizada a cerimônia de assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre o MPA e a ANEPE, para a viabilização da I SEMANA DE PESCA AMADORA ESPORTIVA, AQUICULTURA E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, dentro da qual previsto o I TORNEIO NACIONAL DE PESCA AMADORA ESPORTIVA, eventos que serão realizados dos dias 23 a 26 de outubro de 2013, no Lago de Serra da Mesa em Goiás.
Estiveram presentes ao evento o Sr. Ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella; oPresidente da ANEPE, Helcio Honda; o Coordenador do Núcleo de Planejamento e Ordenamento da Pesca Amadora do MPA, Kelven Lopes; o Sr. Prefeito do Município de Niquelândia, Luiz Teixeira; o Diretor Titular do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e Aquicultura (COMPESCA) da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Roberto Imai; o Diretor-Secretário da ANEPE, Jairo Naca; o Diretor da empresa BJF Consultoria, Frederico Martins Evangelista, dentre outras autoridades, empresários do setor e público em geral.

ASSINATURA TCT
Vereador Erivaldo –Niquelândia, Ariana – Secretária de turismo Niquelândia, Helcio Honda- Presidente ANEPE,
Luiz Teixeira – Prefeito de Niquelândia,Ministro Marcelo Crivella – MPA, Kelven Lopes – MPA,
Roberto Imai – COMPESCA, Jairo Naca - ANEPE

A I Semana da Pesca Amadora Esportiva, Aquicultura e Preservação Ambiental será a maior festividade já planejada e programada para o Setor, tendo como idealizadores o MPA e a ANEPE, os quais terão como parceiros o SEBRAE, o Estado de Goiás, os Municípios do entorno do Lago de Serra da Mesa, Universidades e diversas empresas do segmento e mesmo de outros setores da economia.
Contará com palestras, cursos e workshops, festival gastronômico, evento kids, capacitação e treinamentos, além de shows variados e um grande show de música brasileira, para o qual são esperadas cerca de 50 a 80 mil pessoas.
Além disso, sediará o I Torneio Nacional de Pesca Amadora Esportiva (26 de outubro), competição para a qual se inscreverão até 250 embarcações, e que terá a adesão de pescadores de todo o território nacional e mesmo do exterior, além da participação maciça do público, tendo em vista a dimensão do torneio, as premiações previstas, os parceiros envolvidos e as atividades, festividades e demais atrações que estão sendo programadas.

Em breve as inscrições estarão abertas no site da ANEPE (www.anepe.org.br) !

Melhorando Dia-a-Dia

O Canto de Itaipu, região com tradição pesqueira do município de Niterói, ganhou, ontem, projeto executivo com indicações para a revitalização urbana, instalações para o exercício da pesca e de preservação do meio ambiente e do patrimônio histórico. 

A proposta foi apresentada aos moradores pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e a Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj) no Museu Arqueológico de Itaipu. O projeto integra o Programa de Apoio à Atividade Pesqueira que também vai beneficiar as comunidades de Jurujuba (Niterói), Gradim e Itaoca (ambas em São Gonçalo). 

O documento contou com a participação ativa dos moradores, comerciantes e pescadores do local. Ao todo, foram realizadas 23 reuniões onde as deficiências e sugestões para a melhoria do bairro foram debatidas. Duas mil pessoas serão beneficiadas pelas intervenções. Cerca de 30% são pescadores. “De toda a minha trajetória política, é a primeira vez que vi um projeto ser construído de forma coletiva. 

Em agosto, seguirei para Brasília a fim de captar recursos para obra”, disse o secretário Felipe Peixoto que estima serem necessários R$ 18 milhões para as obras.

Para Eliana Virgílio, 53 anos, presidente da Associação de Moradores e Amigos do Morro das Andorinhas e moradora do local há 45 anos, o projeto vai melhorar a qualidade de vida de todos. “Foi a primeira vez que o poder público escutou a nossa comunidade. Estou otimista e ansiosa para que as obras comecem logo”, opinou Eliana.

O comerciante e também morador do bairro, Jorge Bellas, 50, há 28 administra o Bar do Jorginho. Para ele, o bairro precisa de mais organização para receber turistas. “O sonho é que o local mantenha sua beleza natural e seja bem cuidado. Sinto que todos sairão fortalecidos com este projeto”, explicou Bellas.

Já o pescador Aurivaldo Jose de Almeida, 64, conhecido na comunidade como Barbudo, espera melhorias. “É bem-vindo um projeto que beneficie a pesca. Queremos respeitar as condições sanitárias e poder garantir um peixe com mais qualidade a quem vem até aqui comprar conosco”, afirmou Barbudo.
Entre as recomendações do estudo estão novo desenho urbano, recuperação da vegetação nativa, adequações do sistema viário, mobiliário urbano, redes de abastecimento d’água, esgotamento sanitário e drenagem pluvial; sistemas de iluminação pública e coleta de lixo; unidade operacional de apoio à limpeza urbana, posto guarda vidas, posto de informação, posto comunitário, quiosques, banheiros públicos e a instalação de ranchos de pesca, rancho para limpeza e manipulação do pescado e uma oficina de manutenção de barcos, em atendimento às necessidades dos pescadores.

Fonte:osaogoncalo.com.br

Pesca em São Caetano de Odivelas

Distante pouco mais de 100 quilômetros de Belém, o município de São Caetano de Odivelas se tornou uma rota tentadora para quem busca belas e exóticas paisagens e opções de lazer diferentes nas férias do mês de julho. Além de ser conhecida como a Terra do Caranguejo, a cidade abriga diversas espécies de peixe e tem como principal atividade turística a pescaria.

Seu Walcir Lisboa, de 47 anos, é um dos 17 mil habitantes da cidade. Ele começou como “piloteiro” de barco quando se mudou para São Caetano há cerca de 20 anos. Nascido em Algodoal, ilha localizada no município de Maracanã, no nordeste do estado, Walcir conseguiu comprar uma lancha há 6 anos e se tornou dono do próprio negócio. Hoje, ele conhece todas as rotas dos cardumes da região.
Vista Aérea São Caetano de Odivelas Pará (Foto: Ary Souza/O Liberal)Vista aérea do município (Foto: Ary Souza/O Liberal)
“Aqui em São Caetano de Odivelas tem muitos pontos de pesca. Os peixes mais comuns são pescada amarela, corvina e piramutaba. Os principais pontos de pesca são a área da macaca, marinheiro e guará. É um passeio que dá para fazer o dia inteiro, saímos cedinho e voltamos no final da tarde”, explica Walcir.
A ida para São Caetano pode ser feita de carro particular, saindo de Belém pela rodovia BR-316 até Santo Antônio do Tauá, e seguindo pela PA-140 até chegar no município. A viagem também pode ser feita de ônibus, que sai do terminal na capital paraense. O turista deve pedir para descer na colônia de pescadores, que fica próximo de hotéis e restaurantes. A passagem custa R$ 16.
Praias
Saindo de São Caetano de Odivelas em um dos barcos motorizados, o turista pode ter uma visão panorâmica da cidade. Navegando pelas águas do rio Mojuim, os piloteiros levam os visitantes aos diversos balneários existentes na região.
Praia do Rato São Caetano de Odivelas Pará (Foto: Socorro Fernandes/Arquivo pessoal)Praia do Rato é uma das mais conhecidas em São Caetano de Odivelas (Foto: Socorro Fernandes/Arquivo pessoal)
Um dos principais e mais conhecidos balneários da região é a Praia do Rato, onde fica a Ilha dos Guarás (Mariteua), na costa atlântica da zona do salgado paraense. O local é palco de um belíssimo espetáculo da natureza, a revoada dos pássaros da espécie, que, ao final das tardes, se transformam em verdadeiros desenhos em movimento que povoam o céu de São Caetano.
Além da Praia do Rato, tem também a Praia do Farol, bastante frequentada, e a Praia da Romana, distante do município cerca de 2h de barco. De acordo com o também piloteiro e dono de barco Benedito Brito, conhecido como “Gazela”, a distância vale a pena. “São quilômetros de praia, é muito bonito. As praias de perto também são boas porque não têm maresia”, comenta.
Pescaria atrai visitantes
A pescaria artesanal ou esportiva é um convite para o visitante. Segundo os "piloteiros" da região, o município recebe diversos turistas de fora do estado e até do país atraídos pela atividade. O advogado Sebastião Rodrigues, de 65 anos, é frequentador assíduo de São Caetano. Para garantir o passeio sempre, ele já comprou o seu próprio barco para pescar e só contrata o piloteiro. “Eu vou sempre lá pescar. Tenho amigos de Belém que vão e até mesmo de São Paulo”, diz.
O funcionário público Orlando do Rosário faz o passeio quase todo mês. “Eu vou sozinho, vou com a minha esposa e filho. Bacana é ir no período da maré de quarto crescente ou minguante, porque a maré atua na proporção na fase da lua. Nessas fases, a água fica mais clara e é mais propício para pescar”, explica.
Orlando diz que o passeio é seguro e muito gostoso. “Tem cabana de pescador na Ilha dos Guarás, eu já pernoitei lá, chamado retiro. Quando vou, fico três, quatro dias pescando. É lindo porque quando chega o pôr-do-sol, eles [guarás] pousam lá, é dormitório deles. Eles chamam de recanto porque é onde eles se recolhem todos os dias”.
O servidor ressalta que o passeio é como uma terapia e que o atendimento e o povo são dois fortes atrativos da região. “Eles são muito receptivos, isso conta muito. Acredito que o mais importante agora é que os governos oficializem a pesca esportiva, para limitar a quantidade de peixes que pode ser pescada, o tamanho, para incentivar para que a pesca não seja predatória, para preservar a parte ecológica”.
A pescaria não atrai somente os homens para São Caetano. A médica Claudete Pires, de 70 anos, já foi duas vezes até a cidade e aproveitou para pescar. “O passeio é maravilhoso, passamos o dia andando de voadeira e pescando, na frente no hotel mesmo. Gosto demais, e olha que tenho medo de passear no rio, mas lá vale muito. É um pedaço muito bonito, cheio de pássaros. Indico mesmo”.
Caranguejo toc-toc, um dos petiscos do 'Comida di Buteco' 2012 em Belém (PA) (Foto: Divulgação)Caranguejo "toc-toc" é um dos principais pratos comercializados na região (Foto: Divulgação)
Comida típica
Conhecido como a Terra do Caranguejo, São Caetano de Odivelas oferece aos turistas diversas opções de pratos feitos com a carne do crustáceo, seja servido em casquinhas acompanhados de farofa ou estilo "toc-toc", quando o caranguejo é servido inteiro e a pessoa precisa quebrar a carapaça do animal com um porrete. Os pratos para duas pessoas custam em média R$ 30 e, com restaurantes de estrutura dentro do mar, o turista pode apreciar as iguarias regionais contemplando a beleza do rio Mojuim.
Hotel Mangal São Caetano de Odivelas Pará (Foto: Jango Ribeiro/Arquivo pessoal)Hotel Mangal tem estrutura na beira do rio Mojuim
(Foto: Jango Ribeiro/Arquivo pessoal)
São Caetano de Odivelas
A história do município é marcada pela presença de padres jesuítas, durante o período colonial, na região do rio Mojuim, zona do Salgado. Em 1757, os padres da Companhia de Jesus instalaram-se no lugar conhecido como São Caetano, e fundaram uma fazenda à qual denominaram Fazenda São Caetano.
Quase 100 anos depois, foi criada a freguesia de São Caetano de Odivelas. A cidade atingiu a concepção de município em 1872. Com o estabelecimento do regime republicano, foi instalada, em 1890, a Intendência Municipal, que cinco anos depois foi elevada à categoria de cidade. Hoje, o município é uma das principais rotas da pesca esportiva no estado do Pará.

Notícias da Pesca de Portugal

A Calheta acolhe a partir de amanhã, sábado, mais uma edição do Madeira Blue Marin – 6.º Troféu António Ribeiro, uma competição que reúne 10 embarcações inscritas e mais de 80 pescadores. 
A apresentação de mais esta edição decorreu ao final da tarde desta sexta-feira no Hotel Calheta Beach, uma oportunidade para Eduardo Teixera, o responsável pela organização deste evento, salientar a importância desta prova para o turismo na Calheta e na Região.
O responsável pelo Big Game Clube de Portugal na Região salientou que “as espectativas são elevadas, esperamos que este ano haja peixe, contrariamente aos 3 anos anteriores, temos 10 embarcações inscritas, cerca de 80 pescadores o que se pode considerar bastante bom. 
A prova terá divulgação permanente na sua página do facebook e prevemos que tenha um acompanhamento superior a 1200 visitas. A imprensa regional, nacional e alguma internacional espacializada também divulgará o torneio”.
Quanto à origem dos pescadores, para além dos locais, Eduardo Teixeira destacou que “desde a primeira edição deste torneio, todos os anos temos pescadores nacionais e estrangeiros repetentes que alugam embarcações charter para a competição. Permanecem na Madeira com as suas famílias e amigos pelo menos uma semana de férias. Alguns pescadores fazem as suas reservas diretamente com as empresas armadoras outros por vezes solicitam apoio à organização”, disse. 
Mais importante neste torneio serão os registos de peixes blue marlim. Segundo o responsável do BGCP “prever uma boa época sim, mas só em Outubro poderemos realmente dizer como foi. 
Madeira necessita urgentemente que as correntes mais quentes e procuradas por estes peixes passem mais próximo da nossa costa e que as capturas e libertações aumentem rapidamente caso contrário corre-se o risco de sermos preteridos na escolha do destino de pesca”.
Esta prova precisa de maior divulgação e apoios institicionais. Eduardo Teixeira acredita que com maior “sensibilidade, bom senso, divulgação, promoção, apoio e investimento qualificados”, o turismo na Calheta e na Madeira sairão beneficiados. É uma actividade muito especifica e como tal precisa de ser tratada”. 
Sobre os apoios necessários para este tipo de eventos, referiu que “trata-se de uma matéria muito complexa e difícil. A conjuntura económica é desfavorável, mas é preciso maior informação, maior divulgação e fazer compreender às instituições publicas e privadas o elevadíssimo retorno e mais valias que esta atividade tem na economia regional. 
E sem apoios o futuro está comprometido. Creio que só que só as próprias entidades locais, publicas e privadas, estão em condições de o afirmar, mas que seria altamente desejável e benéfico, sim, sem dúvida. Quanto ao empenho, à divulgação e promoção desta atividade, é incompreensivelmente inexistente uma vez que os benefícios económicos diretos são elevadíssimos”, concluiu.

Fonte: dnoticias.pt

Torneio de Pesca com todos os Santos - na Bahia

O Yacht Clube da Bahia realiza, no dia 27 de julho, mais uma edição de sucesso do Torneio de Pesca Baía de Todos-os-Santos. Uma iniciativa da diretoria de Pesca do Yacht, o torneio tem como finalidade incentivar a entrada de novos adeptos à pesca esportiva.


As inscrições podem ser feitas até 15 de julho, na secretaria do clube ou pelo telefone 2105-9108. 

Aberto a embarcações de todos os tamanhos, o torneio visa, principalmente, proporcionar aos barcos pequenos condições de igualdade aos de maior porte, já que acontece em águas abrigadas.

Este ano, o torneio conta com uma programação animada, com direito a coquetel e festa comandada pela Banda Batifun. “Organizamos uma festa especial para a premiação deste torneio. 

As equipes inscritas terão direito a dez camisas, sendo que camisas adicionais também podem ser adquiridas, tudo para deixar este evento ainda mais marcante”, contou o diretor de Pesca, Alexandre Guedes Neto. 

O acesso à festa será exclusivo com a camisa do torneio.

Confira a programação:

Café da manhã: 5h, no Píer
Saída: 6h
Limite de chegada: 17h
Premiação e festa: 18h, no Salão de Festas

Fonte: icb.com.br

sexta-feira, 5 de julho de 2013

E Todo Mundo Feliz com a MATANÇA e EXTINÇÃO do Cardume de Xaréus

Cerca de 600 xaréus foram pescados nesta quarta-feira, 3, por volta das 15h, na praia de Itapuã (em frente à Sereia). Segundo o pescador da Colônia de Pesca Z-6 da região, Geraldo Costa, de 75 anos, também conhecido como Costinha, uma média de 30 homens ajudaram a puxar a rede para terra firme.


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Devido ao peso, pelo menos, uma hora e meia foi gasta entre o cercamento e retirada da rede do mar. "A isca que fisgou o cardume foi a pititinga e só deu xaréu em nossa rede", diz pescador.Ainda de acordo com o pescador, faz algum tempo que a espécie de peixe, também conhecida como cabeçudo, não é pescada nesta quantidade.
O xaréu é um  peixe muito procurado, sendo vendido  entre R$ 8 e R$ 12 o quilo na Colônia Z-6.

Se não Restringir os Peixes acabam mesmo

Os armadores de Itajaí reclamam do excesso de restrição que, segundo eles, vem diminuindo a expectativa da pesca da tainha a cada ano. Em todo Sul e Sudeste do Brasil, apenas 60 embarcações têm licença para pescar o peixe mais esperado do inverno. O presidente do Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região (Sindipi), Giovani Monteiro, reclama da portaria 171 do Ibama, de 2008, que prevê que os barcos atuem a no mínimo 5 milhas da costa em Santa Catarina.(cerca de oito quilômetros). A reclamação é antiga e a categoria espera que seja revista essa e outras restrições.

— É contraditório ter que conviver com isso quando a gente sabe que na Lagoa dos Patos (local onde nasce a maioria das tainhas que vem para Santa Catarina) está permitido até mesmo pescar o peixe em idade juvenil. Defendemos uma regulação mais justa e que o pescador, que conhece a realidade, seja ouvido também — diz Monteiro.
Além disso, a categoria espera o resultado da pesquisa que os ministérios da Pesca e do Meio Ambiente estão fazendo para impedir que uma decisão da Justiça gaúcha proíba de vez a pesca industrial. Para isso, um estudo deve ser feito para conhecer a realidade do ecossistema e da tainha.
— Fomos em um congresso há alguns dias em que ouvimos de representantes do governo federal que eles não tem dados da biomassa, por exemplo. Ou seja, estamos vendo de perto a inércia do Estado nesta questão — reclama Giovani.

Pesca de Tabarana no Rio São Francisco

Dentre as pescarias mais interessantes que podem ser feitas em nossa região, está a de tabaranas no rio São Francisco, em um de seus trechos mais belos: no entorno do Parque Nacional da Serra da Canastra, logicamente fora de seus limites, onde tal atividade é permitida.



A tabarana (Salminus hilarii) é parente próximo do dourado e briga tanto quanto este, podendo ser capturada da mesma maneira, com iscas artificiais e nas corredeiras. Também é conhecida como ‘dourado branco’.

Neste que é o primeiro trecho ‘pescável’ do São Francisco, a busca pela tabarana se torna uma gostosa aventura, tendo como pano de fundo um dos cenários mais bonitos do Brasil, o maciço da Canastra. Águas límpidas que nascem lá no alto do grande chapadão.

A pescaria é feita caminhando ora pelas margens ora pelo leito raso do rio, sempre arremessando as iscas artificiais em direção aos poços, passando pelas corredeiras, onde as astutas tabaranas espreitam suas presas.



As melhores iscas artificiais são as de meia-água com tamanho entre 6 e 8 centímetros, em cores claras. Para o arremesso, equipamentos leves, com carretilhas ou molinetes pequenos, linha 0,25 mm e vara na classe 12 ou 14 libras.

O ataque da tabarana é sempre voraz e o impacto do peixe contra a isca é seguido por saltos espetaculares. Ao sol, suas cores reluzem como prata sobre as águas, uma sensação sem igual para o pescador esportivo.

Para chegar a este trecho do rio São Francisco, é só seguir em direção a Piumhi pela rodovia MG-050 pegando após a MG-341 até Vargem Bonita. Daí em diante seguir para São José do Barreiro, distrito aos pés da Serra da Canastra.


Lá, há muitas pousadas com com guia especializado neste tipo de pescaria. Uma excelente opção para aqueles que não querem viajar longas distâncias e mesmo assim desfrutar das emoções da pesca esportiva .

Fonteclicfolha.com.br

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Ministro parabeniza profissionais no ‘Dia do Pescador’

Em nota que segue na íntegra, o Ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, comemora em 29 de junho o ‘ Dia do Pescador’.
“É uma data significativa. De cada 190 brasileiros, um é pescador profissional. E muitos, muitos outros, que atuam em diferentes profissões, são apaixonados pela pesca amadora e esportiva.
Nada mais natural em um País de dimensões continentais, com muita água e um litoral extenso. E, também, com uma diversidade incrível de espécies.
Por sua importância social e econômica, o pescador conquistou o seu endereço no Governo Federal, com a criação do Ministério da Pesca e Aquicultura.
Os pescadores profissionais, que ofertam um alimento saudável à população, precisam de apoio e estímulo, além de aplauso, por tudo que já fizeram para garantir uma vida digna às suas famílias e para enriquecer a cultura brasileira, com as suas histórias e o seu modo de vida.
Hoje, podemos dizer que avançamos. Milhares de pescadores profissionais já foram alfabetizados e contam com telecentros onde têm à disposição recursos como a Internet. Agora mesmo, centenas de pescadores estão concluindo cursos técnicos de pesca e aquicultura, que foram ministrados via Internet a partir do Instituto Federal do Paraná.
Também já distribuímos fábricas de gelo a colônias de pescadores, caminhões frigoríficos e outras estruturas para facilitar a comercialização do pescado.
Assinalemos, porém, outras conquistas mais recentes. Sem dúvida, a maior delas foi o lançamento do Plano Safra, que oferta R$ 4,1 bilhões em crédito farto e barato para os pescadores comprarem desde petrechos até novas embarcações, que consomem menos combustíveis e conservam melhor o pescado.
Este ano também estamos promovendo o recadastramento de todos os pescadores profissionais, com o apoio de processos mais modernos.
A categoria terá agora um documento definitivo, como ocorre com o CPF ou a identidade. E a sua vida será mais tranquila porque não terá que ficar, todos os anos, obrigado a apresentar grande número de documentos.
Queremos é simplificar a vida dos pescadores, que muitas vezes trabalham bem distantes dos centros urbanos.
Tudo isto, é claro, sem deixar que falsos pescadores se aproveitem para fraudar a nossa política de defeso, obtendo recursos indevidamente.
A atuação de nosso Ministério também alcança outras frentes. Estamos trabalhando para garantir mais segurança e saúde à categoria. E, em breve, lançaremos uma grande campanha para combater a pesca ilegal, que prejudica, sobretudo, os bons e verdadeiros pescadores profissionais.
Afinal, quando a lei não é respeitada, sobram menos peixes para quem vive deste ofício.
Amigos pescadores,
Envio a vocês o meu caloroso abraço. Agradeço a todos pela confiança. Nosso objetivo final é ofertar um pescado de qualidade à população e garantir a sustentabilidade da atividade pesqueira, para que os cardumes sejam sempre generosos a todos. Que Deus nos abençoe.
Muito obrigado.”

Fonte: feedfood.com.br

Festival de Pesca em Alta Floresta - de Olho nas Datas

As inscrições para o 7º Festival de Pesca Esportiva de Alta Floresta podem ser feitas até o dia 2 de agosto, data do início do evento. De acordo com o regulamento, serão aceitas cem equipes, com no máximo três integrantes cada. Serão três dias de competição, de 2 a 4 de agosto, no Porto da Areia. A organização espera a participação de seis mil pessoas.

Os interessados podem se inscrever na Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo ou pelo site www.ecobooking.com.br. O valor, até o dia 20, é R$ 300. Após esta data será R$ 400 por embarcação. Serão premiadas oito equipes. A etapa também é válida pelo campeonato estadual.

O primeiro lugar ganhará um Fiat Strada zero quilômetro. 2º lugar, um motor de popa 15 HP. 3º lugar, barco de alumínio. 4º lugar, gerador. 5º, motor elétrico. 6º , três kits de pesca. 7º, três barracas. 8º, três colchões de ar.

Os organizadores, conforme Só Notícias já informou, farão uma peixada beneficente, no dia 2. A renda será destinada para uma entidade do município.

Também na região, entre os dias 24 e 25 de agosto, haverá o Festival Regional de Pesca, em Guarantã do Norte. Em setembro, também está marcado para os dias 14 e 15, na chácara Pedra Branca, o 10º Festival de Pesca Amadora, em Sorriso.

Fontesonoticias.com.b

4º Torneio de Pesca - em Iguatu

O município de Iguatu foi palco, pelo terceiro ano consecutivo, do 4º Circuito de Pesca Esportiva. 

O evento é promovido anualmente pela Associação de Pesca Esportiva do Estado do Ceará (Apeece) e tem o apoio da Prefeitura de Iguatu.

A terceira etapa da 4a edição do circuito aconteceu no sábado, 29, no açude Trussu, localizado no distrito de Suassurana. Quatorze equipes participaram do evento, com três participantes cada uma. 

A entrega dos troféus e a confraternização foram realizadas no restaurante do Havena Hotel, com as presenças das equipes participantes, do prefeito Aderilo Alcântara e da Secretária de Cultura Diana Mendonça.



A equipe Prime foi a vencedora do primeiro lugar no Circuito de Pesca Esportiva. Ela é composta pelos integrantes Francisco Schubert, Gilmar Magalhães e Rodrigo Luz. 

Fontepinheirinho.net

segunda-feira, 1 de julho de 2013

5º Torneio de Pesca Esportiva ao Tucunaré - em Ipiaçu

IPIAÇU - A prefeitura de Ipiaçu realizou nos dias 22 e 23 de Junho no Rancho Canadá, o 5º Torneio de Pesca Esportiva do Tucunaré. O evento contabilizou grande sucesso com a participação de pescadores de várias cidades como Capinópolis, Ituiutaba, Cachoeira Dourada de Minas, Cachoeira Dourada de Goiás, Santa Vitória, Perdilândia, Tupaciguara, Araguari, Uberlândia, Monte Alegre de Minas, Belo Horizonte, Santa Fé do Sul/MT e Três Lagoas/MT, e contou com um número de 54 embarcações, sendo 41 para a categoria Master e 14 para a categoria Brother.


 Uma grande premiação motivou os participantes, foram 3 barcos de 5 metros, 1 motor Mercury 25 HP, 1 carreta para barco, 4 motores elétricos, 7 carretilhas, 8 varas, 2 colchões de casal, 1 colchão de ar, 40 kits de isca artificial, 2 molinetes, 3 telefones celular e 15 camisetas. 0s shows ficaram por conta de Clésio Acústico, Chicolinha e Michel e Rodrigo Porto e Max Thiago abrilhantaram a festa nos dois dias do torneio.

O prefeito Urbino Capanema Júnior, se mostrou muito satisfeito com o sucesso do torneio, e reafirmou a importância desse evento para o município de Ipiaçu, pois além de divulgar o potencial turístico do município, desenvolve o turismo da pesca esportiva com qualidades técnicas, e ainda desperta nos participantes, e no público a consciência ecológica de ambos de forma a garantir o combate do uso de materiais e atitudes poluentes e predatórias.


 O Urbino Capanema destacou ainda a “qualidade na organização do evento por meio da Secretaria Municipal de Educação Cultura, e agradeceu o apoio total, e a dedicação da câmara de vereadores nesta festa, além do grande público presente ao evento, superando as expectativas previstas, já pensando na realização do 6º Torneio para o ano de 2014”, finalizou.

Fonte: jornaldopontal.com.br

Cuiu-Cuiu em Macapá - Sensacional

Um peixe de 4 quilos, medindo 40 centímetros de comprimento chamou a atenção de turistas que faziam pesca esportiva às margens do Rio Macacoari, a 110 quilômetros de Macapá. Apesar do susto dos pescadores, o animal é comum na bacia do Rio Amazonas, segundo informou o biólogo Júlio César Sá de Oliveira.



De acordo com o biólogo, o peixe é conhecido como peixe de couro, por não possuir escamas, e ser revestido de placas ósseas.

Na região amazônica ele também é conhecido como cuiu-cuiu. Em outras regiões do país é chamado de abotoado, armado, armau, entre outros nomes. "Tomei um susto quando ele apareceu na rede", conta o agente ambiental do Instituto do Meio Ambiente e de Ordenamento Territorial do Estado do Amapá (Imap), Leopoldo Gonçalves Machado.

O funcionário público possui uma casa às margens do Rio Macacoari, para onde convida os amigos para fazer turismo ecológico, segundo conta. Ele diz que na região é comum a pesca de diversas espécies de peixes, como traíra, sarda, jiju, tamuatá, piranha, entre outros. "Mas é muito raro um cuiu-cuiu aparecer", afirmou o agente ambiental que diz já ter capturado espécies menores na mesma região.

O biólogo Júlio Cesar explica que, apesar de essa espécie ser comum na bacia do Rio Amazonas, esse comportamento é natural do cuiu-cuiu. "Ele gosta de se esconder", afirma.

Leopoldo Machado já tentou criar um cuiu-cuiu, que conseguiu capturar, mas desistiu por falta de tempo para cuidar do animal. "Acabei soltando ele no rio novamente", contou.

Fonte: expressomt.com.br

3º Etapa da Copa Paraná de Pesca Esportiva

A terceira etapa da Copa Paraná de Pesca Esportiva 2013 aconteceu dia 15 de junho, na cidade de Entre Rios do Oeste - PR. 


O evento é realizado mensalmente e percorre as cidades da Costa Oeste Paranaense em busca dos tucunarés, que no campeonato são pescados exclusivamente com isca artificial e devem ser apresentados para a medição vivos e aptos para a posterior soltura. Ao todo, 23 duplas participaram da etapa. Abaixo, a classificação parcial.


3ª ETAPA - TEMPORADA 2013 (ENTRE RIOS DO OESTE - 15/06) - PARCIAL

DUPLA
PEIXE 1
PEIXE 2
PEIXE 3
TOTAL
Ricardo Massa/Sandro Okano
51,1
47,9
40,8
139,8
Marcio Freitag/Cleber Thomann
42,1
46,1
48,1
136,3
Cezar Maiolli/Alan Bueno
42,6
41,2
45,4
129,2
Gibson Martine/Ronaldo (Dinho)
38,8
43,2
43,7
125,7
Luis F. Gaiardo/Marcos Tomasi
45,4
39
39,3
123,7
Newton V. dos Santos/Felipe Tomé
38,4
38,4
45
121,8
Darlan Puntel/Alexandre Rodrigues
48
37,1
36,6
121,7
Admir Dacorreio/Jean Carlo Campos
40,8
40,5
39,7
121


Fonte: blogtralhasepesca.com.br

Estão Abrindo o Olho - Antes Tarde do que Nunca

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) vai encaminhar nesta semana ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) a portaria nº 211/2012, que restringe a pesca de seis espécies de peixes em rios estaduais. O objetivo é solicitar ao órgão federal opinião sobre a restrição da pesca em rios federais, como Paraná, Iguaçu e Paranapanema.

A decisão do encaminhamento pelo órgão estadual se deu por solicitação de promotores federais para aplicar a portaria também em rios legislados pela federação.

O IAP entende que, como órgão estadual, não tem atribuições legais para legislar sobre rios federais. Por isso, a portaria encaminhada como sugestão ao Ibama deve ser avaliada por analistas ambientais e pelo departamento jurídico do órgao para decidir como será realizada a fiscalização nos rios em questão.

PORTARIA - Assinada pelo presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, em novembro de 2012, a portaria nº 211/2012 se baseou em estudos de universidades de diferentes regiões do Estado que comprovaram a diminuição da população e do tamanho dos peixes nos rios do Paraná. O Estado restringiu a pesca, comercialização e transporte do dourado, jaú, piracanjuva, jurupoca, monjolo e surubim do iguaçu, nos próximos três anos.

A portaria, que tem recebido diversos elogios de pescadores e produtores de peixe, é válida nos rios de domínio do Estado do Paraná afluentes das bacias hidrográficas Paraná, Paranapanema e Iguaçu. Seu objetivo é preservar e garantir a perpetuidade das espécies nos rios paranaenses.

Fonteparanashop.com.br

Problemas ambientais nas lagoas do Sul de Santa Catarina

Os problemas ambientais nas lagoas do Mirim, do Imaruí e Santo Antônio, no Sul do estado, foram levantados durante o seminário sobre o Plano Safra da Pesca e Aquicultura do governo federal, realizado na manhã de sexta-feira (28), no município de Imaruí.

O evento foi organizado pela Comissão de Pesca e Aquicultura da Assembleia Legislativa, com apoio da Prefeitura de Imaruí, e teve por objetivo divulgar ao setor as linhas de crédito oferecidas por meio do plano safra e as condições que devem ser obedecidas para que os pescadores tenham acesso aos recursos.

Na região do Imaruí, segundo a Superintendência do Ministério da Pesca e Aquicultura em Santa Catarina,  são mais de 8 mil pescadores artesanais registrados, responsáveis por uma das maiores produções de camarão do país. O complexo lagunar também se destaca na piscicultura e na pesca industrial.

De acordo com Horst Doering, superintendente do ministério em Santa Catarina, a Prefeitura de Imaruí deu início a um plano municipal para a pesca. “Mas é preciso discutir o âmbito regional, pois os problemas são parecidos e muitos deles não podem ser resolvidos de forma isolada, em cada município”. Além de Imaruí, autoridades de Pescaria Brava e Laguna, municípios vizinhos, também participaram do seminário.

O prefeito de Imaruí, Manoel Viana de Souza, lembrou que a construção da ponte sobre o Canal das Laranjeiras, na BR-101, em Laguna, aterrou 70% do canal de comunicação do complexo lagunar com o mar, o que comprometeu a salinização da água, reduzindo a produção.

O complexo lagunar enfrenta problemas com a poluição da água. Além disso, as indústrias que beneficiam o pescado, instaladas às margens das lagoas, dependem de regularização ambiental. Muitas jogam os resíduos do processamento do pescado nas lagoas. Há ainda questões relacionadas à poluição por agrotóxico e pela falta coleta e tratamento de esgoto doméstico.

Segundo Doering, com relação à baixa salinização, o problema poderá ser resolvido com a conclusão da nova ponte sobre o Canal das Laranjeiras, prevista para o final de 2014. Com isso, a ponte atual poderia ser demolida, permitindo a reabertura do canal. “Temos também a questão do ordenamento da lagoa, que está parado em Brasília”.

O deputado Dirceu Dresch (PT), presidente da Comissão de Pesca e Aquicultura, defendeu uma discussão profunda sobre a situação do complexo lagunar. Ele propôs a união dos pescadores da região para a solução os problemas, para agregar valor à produção e para que os pescadores artesanais tenham acesso ao plano safra. “Para ter acesso a esses recursos tem que ter organização. Um dos nossos objetivos nesses seminários é discutir como os pescadores terão acesso a esses recursos”

Participantes do seminário reclamaram também da burocracia para acessar os recursos do plano safra. Segundo Volnei dos Santos Tomé, do Sindicato dos Pescadores do Estado de Santa Catarina, a Epagri exige a apresentação da carteira de pescador para a  emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), documento essencial para a concessão do crédito disponibilizado pelo governo federal.
Lançado em 2012, o plano safra disponibiliza recursos da ordem de R$ 4,1 bilhões para investimento, custeio, comercialização e compra de equipamentos. A meta do governo federal com o plano safra é dobrar a produção nacional de pescado até 2014.

Fonte: portaldailha.com.br