sábado, 23 de março de 2013

FEIPESCA 2013 - Parte 1

Conforme prometido:

Estivemos na Feipesca 2013, a maior feira voltada a pesca esportiva da América Latina.




Pudemos conferir vários estandes com lojas de Barcos, lojas de roupas, loja de equipamentos para pesca, empresas voltadas a roteiros para pesca, além de poder bater um bom papo com alguns dos maiores apresentadores de programas de TV e internet do Brasil.






Mais uma vez a grande atração da feira foi o Bass Tub, um aquário gigante com plataforma para que os palestrantes pudessem mostrar o trabalho que uma isca artificial faz dentro da água, coisa que é difícil perceber num ambiente natural.

O Bass Tub pertence ao Instituto de Pesca e muito em breve postaresmos aqui no Blog muitas novidades quanto ao instituto.

A demonstração que vimos foi dos Jig Heads.












O aquário tem por volta de 10m e para a apresentação ficar mais bonita o tanque tem vários peixes desde Tilápias passando por Tambacus, iclusive Robalos.

A feira deste ano não foi muito diferente da do ano passado mas deu pra perceber que o público foi bem maior.

Alguns Estados também estiveram na feira como:

Mato Grosso do Sul.


Mato Grosso



Bahia.


Espirito Santo


A Feira também proporcionou aos visitantes várias palestras sobre tudo o que é voltado ao seguimento, desde  como escolher um barco até a pesca pelo Mundo.





Lojas de roupas.







A MTK marcou presença com vários modelos para o pescador.







A King Fishing também esteve por lá.




Amanhã traremos mais fotos e muito mais informações sobre a Feipesca 2013.



Grande Abraço.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Alagoas - alevinos soltos

AL: Quase 1,5 milhão de alevinos já foram soltos pela Codevasf


Peixamento realizado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) no município de Feliz Deserto (AL) inseriu cerca de 150 mil alevinos das espécies piau e xira no rio Canduípe, que corta a área urbana da cidade.

Esse foi o quinto peixamento realizado pela Codevasf em 2013 para repovoar recursos hídricos da região com a inserção, somente neste ano, de quase 1,5 milhão de peixes jovens e alevinos de espécies nativas na porção alagoana da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.

Além do peixamento realizado no rio Canduípe, a Codevasf doou cerca de 20 mil alevinos das espécies comerciais tilápia e tambaqui para piscicultores familiares de Feliz Deserto.

“A prefeitura de Feliz Deserto desenvolve um projeto de estímulo à piscicultura em viveiros escavados com agricultores familiares. Muitos já tinham viveiros, mas estavam desativados por falta de apoio. Para executar esses projetos, disponibilizamos assistência técnica e os alevinos em parceria com o Governo de Alagoas e a Codevasf. Pretendemos com isso incrementar a renda dessas famílias, ao mesmo tempo em que promovemos segurança alimentar, pois o pescado será consumido e também negociado o excedente”, explicou o secretário municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Pesca de Feliz Deserto, Emmanuel Lessa, que representou o prefeito do município, Maikon Beltrão.Emmanuel Lessa ainda destacou os resultados do repovoamento realizado pela Codevasf no rio Canduípe.

“Esse é o terceiro peixamento realizado pela companhia em parceria com a Prefeitura de Feliz Deserto. Muitos pescadores nos procuram para mostrar peixes de até 4 kg que foram pescados no Canduípe – resultado dos peixamentos anteriores. Isso é imensamente gratificante. Estamos pensando no próximo para o mês de novembro”, afirmou.

Segundo o secretário, o peixamento beneficia diretamente, por dia, 15 famílias de pescadores que retiram do rio o alimento.

Ele prevê que em cinco meses os peixes inseridos neste último repovoamento possam ser consumidos pela população.

Fonte: alagoas24horas.com.br

quinta-feira, 21 de março de 2013

Registro de pesca em Alagoas

Federação dos Pescadores convoca categoria para o recadastramento do registro de pesca.

Associados já podem se dirigir às Colônias de Pesca ou à sede da Federação Alagoana de Pesca, no bairro do Vergel.

Seguindo determinação do Ministério da Pesca, a Federação Alagoana de Pescadores está convocando a categoria para realizar o recadastramento das carteiras do Registro Geral de Pesca (RGP), documento necessário para a profissão e ainda para ter acesso aos programas sociais do governo federal.

Como informa Eliane Moraes, presidente da Federação Alagoana dos Pescadores, os 37.800 associados já podem se dirigir às Colônias de Pesca ou à sede da Federação Alagoana de Pesca, no bairro do Vergel do Lago, em Maceió, para realizar o recadastramento. “Cada associado pode fazer seu recadastramento no mês do seu aniversário”, alerta Eliane.

O Ministério da Pesca e Aquicultura criou o Registro Geral da Pesca (RGP) e toda pessoa que faz da pesca a sua profissão ou é o seu principal meio de vida, pode obter o RGP.

E para retirar o documento, o pescador ou pescadora profissional deve se dirigir ao escritório da Superintendência do MPA, no edifício Wamalp, no Centro de Maceió.

Com o RGP, explica a presidente da Federação Alagoana de Pesca, o pescador ou pescadora profissional artesanal tem acesso aos programas sociais do Governo federal, como microcrédito, assistência social e o seguro desemprego, que é pago nos meses do Defeso (período em que é proibida a pesca para proteger a reprodução de peixes, lagostas e camarões).

Eliane Moraes informa, ainda, que caso o associado perca o prazo para o recadastramento só poderá fazê-lo na sede da Superintendência Federal da Pesca em Alagoas, no Centro de Maceió.

Segundo ela, o associado que não realizar o recadastramento do RGP pode perder o seguro defeso; da previdência e impedido de desenvolver sua atividade profissional, já que ficará sem a habilitação profissional.

Fonte: aquiacontece.com.br

Torneio de pesca - Passos (MG)

9° Torneio de pesca
Por Edvalder Morais


Roseli de Paula recebendo p Troféu feminino do 8º torneio de pesca de 2012


O assunto desta semana também é o 9° Torneio de Pesca “David Húngaro” com o Patrono João Quirino, que será realizado dia 21 de abril de 2013, domingo, no Porto de Passos com largada às 7:00 hs.

Os interessados deverão fazer sua inscrição a partir do dia 26 de março de 2013, nos seguintes locais: Casa de Pesca Dourado em frente ao U.P.A, Ronaldo Importados, Peixinho Ourives e Ronaldo Pneus.

O pagamento da inscrição será 2 kilos de alimento não perecível + taxa de 20,00 reais.

O participante que não trouxer os 2 kilos de alimento, pagará 10,00 reais que será revertido em alimento.

A doação dos alimentos será para a Creche Mizael Ferreira da Silva.

No ato da inscrição será entregue a camiseta do 9º Torneio e o Regulamento da Pesca Respeitando o tamanho mínimo de captura de cada espécie: Mandi, Piau (Piava, Flamengo) e Tucunaré 25 cm e Traíra 30 cm.

A premiação de cada ganhador será:
1º Lugar Mandi – Troféu Hidraucenter
2º Lugar Mandi – Troféu Tanrede
1º Lugar Piau – Troféu Ronaldo Pneus
2º Lugar Piau – Troféu Atlanta (Eder)
1º Lugar Tucunaré – Troféu Elaine Acessórios
2° Lugar Tucunaré – Troféu Santinho Móveis
1º Lugar da Traíra – Troféu Moveis Rústico Stilo
2º Lugar da Traíra – Troféu Speed Motos
Super Campeão (o maior peixe de todos) – Troféu Retifica Minas Sul
1º Lugar Feminino – Troféu Espetinho do Elias
2º Lugar Feminino - Troféu
1° Lugar Infanto Juvenil (menino e menina até 12 anos) – Troféu
2º Lugar Infanto Juvenil (menino e menina até 12 anos) – Troféu
E Troféu para o Patrono João Quirino.
Espero por vocês amigos pescadores para juntos realizarmos este 9º Torneio de Pesca em homenagem ao nosso amigo David Húngaro.
Qualquer duvida ligue 3526-4007 (Casa de Pesca Dourado)

Fonte: clickfolha.com.br

quarta-feira, 20 de março de 2013

Feipesca 2013

Feira Internacional da Pesca Esportiva acontece em São Paulo

Além das novidades do setor, o evento apresenta roteiros de pesca no Brasil e no exterior

por Natascha Perin 

Divulgação Durante a Feipesca 2013 instrutores demonstrando técnicas para arremessar o anzol e garantir o sucesso da pescaria.



Começa nesta quinta-feira (21), em São Paulo, a Feipesca 2013, considerada a maior feira de pesca esportiva da América Latina.

O evento terá mais de 80 expositores que apresentarão as novidades do setor, como equipamentos, barcos e motores.

Além disso, agências de viagens e as secretarias de turismo de São Paulo, Tocantins, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e da Província de Corrientes, na Argentina, também estarão presentes para divulgar os roteiros de pesca no Brasil e no exterior.

Para entreter o público haverá o Bass Tub, um aquário de 15 metros de comprimento, com várias espécies de peixes, onde instrutores demonstrarão técnicas para arremessar o anzol e garantir o sucesso da pescaria.

Os profissionais também poderão participar de palestras e cursos.

Os ingressos estão à venda na bilheteria da feira a R$ 25 para adultos, R$ 12,50 para estudantes e pessoas acima de 65 anos e a R$ 1 para pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida.

Crianças de até 1 metro de altura não pagam.

Feipesca 2013
Quando: de 21 a 24 de março.
De quinta e sexta-feira, das 12h às 21h. Sábado e domingo, das 11h às 21h.
Onde: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo
Quanto: R$ 25 para adultos, R$ 12,50 para estudantes e pessoas acima de 65 anos e a R$ 1 para pessoas com necessidades especiais ou mobilidade reduzida.
Crianças com até 1 metro de altura não pagam
Mais informações: www.feipesca2013.com.br

por Natascha Perin
Fonte: viajeaqui.abril.com.br

terça-feira, 19 de março de 2013

Sem licensa não dá

PMA autua dois pescadores por praticar pesca sem licença
    

Policiais Militares Ambientais de Corumbá (MS) realizam operação ontem no final da tarde no rio Paraguai e autuaram dois pescadores, residentes em Corumbá.

Eles pescavam no rio Paraguai na confluência com a Baía do Tamengo sem licença de pesca.

Foram apreendidas duas carretilhas.

Os pescadores ainda não tinha conseguido capturar nenhum pescado, porém, os policias efetuaram auto de infração administrativo e aplicaram multa no valor de R$ 300,00 contra cada autuado.

ALERTA - A pesca sem licença não é crime ambiental, porém, a PMA alerta que é documento necessário para a pesca no Estado e sua falta caracteriza-se como infração administrativa, que prevê, além da multa mínima de R$ 300,00 até a máxima de R$ 10.000,00, a apreensão de barco, motor, produto e material da pesca, bem como veículos utilizados.

Fonte: pantanalnews.com.br

Robalo Gigante

Americano fisga robalo gigante e deve bater recorde mundial

James R. Bramlett fisgou o espécime no rio Black Warrior.

Peixe já foi reconhecido como recorde estadual no Alabama.

Do G1, em São Paulo

O americano James R. Bramlett, de 65 anos, que mora em Dora, no estado do Alabama (EUA), quebrou o recorde estadual ao fisgar um peixe robalo-muge de 31,57 quilos no rio Black Warrior, no dia 28 de fevereiro.

Ele superou por 6,8 quilos o antigo recorde.

O peixe fisgado por Bramlett também deve ser reconhecido pela Associação Internacional de Pesca Esportiva (IGFA) como novo recorde mundial.



James R. Bramlet fisgou um peixe robalo-muge de 31,57 quilos (Foto: Joe Songer/AP)

Clube de Pesca Esportiva

Clube de pesca esportiva e amadora quer mais associados

O clube de pesca esportiva e amadora Luverdense (Luverpesc) realiza a filiação de novos membros para a entidade.

A campanha se estenderá até o final de abril e os dirigentes esperam aumentar o número de associados para fortalecer e ter mais representatividade da classe.

Criado em janeiro, o clube foi fundado com 13 membros e não cobra taxa de inscrição e nem mensalidade.

O presidente do Luverpesc, Adelar Noveletto, explica que o objetivo da entidade é a organização dos praticantes da pesca esportiva e amadora, fortalecer a atividade e promover a união dos amantes da pesca.

"A associação foi criada com o objetivo de proporcionar aos amantes da pesca e as famílias dos associados momentos de lazer.

A lei da pesca, recentemente criada, está equivocada no sentido de proibir o pescador amador de levar o pescado para casa.

Na nossa opinião, não é o pescador amador que está acabando com os peixes nos rios", aponta Adelar.

Fonte: Só Notícias/ Lucas do Rio Verde

segunda-feira, 18 de março de 2013

Cota ZERO em Goiás

Foi sancionada pelo governador Marconi Perillo nova lei que fixa Cota Zero para o transporte de peixes em Goiás.

A nova legislação altera a Lei nº 13.025, de 13 de janeiro de 1997, que dispõe sobre pesca, aquicultura e proteção da fauna aquática, e, de acordo com o deputado Frederico Nascimento (PSD), autor do projeto de Lei, os principais objetivos são a preservar espécies aquáticas e garantir a atividade turística às margens dos rios.


Dep. Frederico
Temos   que preservar agora para que futuras gerações possam ter contato com essas   espécies de peixes ameaçadas de extinção.Muitos turistas visitam rios como o   Araguaia, por exemplo, para praticar a pesca. A restrição do consumo   localmente vai contribuir para a preservação da fauna aquática e garantir o   fluxo turístico nas cidades ribeirinhas”, explica o Deputado Frederico.


Os principais objetivos do Cota Zero, ainda segundo o Deputado, seriam o de promover a compensação por períodos de elevada pressão de pesca em determinados locais; a elevação e recuperação dos estoques pesqueiros nativos; o incremento do tamanho médio dos peixes; fomento do turismo de pescadores esportivos.

“A proposta da Cota Zero é de não permitir que sejam retirados peixes dos locais de pesca delimitados ao esporte, assim não haverá cota para o transporte de peixe, ficando apenas liberado o consumo no próprio local”, acrescenta o parlamentar.

A ANEPE participou ativamente da fase precedente à aprovação desse projeto de lei, especialmente em contatos diretos de seu Presidente, Hélcio Honda, com o Deputado Frederico e com o Governador do Estado; e em palestra ministrada pelos Diretores Antonio Carlos Ferreira de Araujo e Jairo Shigueo Naca na APA – Meandros do Rio Araguaia, em São Miguel do Araguaia, em 2011, ocasião em que expuseram aos presentes (deputado Frederico, prefeito de São Miguel do Araguaia, vereadores e demais autoridades locais, ribeirinhos, operadores de turismo e colônias de pescadores) o Projeto Cota Zero da ANEPE, cujos fundamentos foram adotados então nesta nova lei.

Cota Zero Goias
A ANEPE saúda o Governo do Estado de Goiás; a Assembleia Legislativa daquele Estado; as pessoas que direta ou indiretamente estiveram envolvidas nessa conquista, e, especialmente, o Deputado Frederico, pela coragem na proposição da nova lei.

O inexorável progresso econômico, ambiental e social das regiões que vierem a ser escolhidas para o execução do Cota Zero mostrará o sucesso dessa medida.

Torneio de Pesca - S.Joaquim da Barra

8º Torneio de Pesca em São Joaquim da Barra será dia 24 de Março.
 

8º Torneio de Pesca em São Joaquim da Barra será dia 24 de Março 

A Prefeitura de São Joaquim da Barra, através do Setor de Esportes e Lazer vai realizar no dia 24 de Março (domingo), o 8º Torneio de Pesca, das 6h00 às 17h00, no Parque dos Trabalhadores “Orlando Olivatto”, localizado na Rua Hermes Duque de Faria, s/nº, no Residencial Espigão.

Segundo informações do Setor de Esportes e Lazer, haverá premiação para quem pescar o peixe mais pesado, durante a realização do 8º Torneio de Pesca no dia 24 de Março (domingo), no Parque dos Trabalhadores “Orlando Olivatto”, em São Joaquim da Barra.

A Prefeitura Municipal vai colocar a disposição dos pescadores 4 mil quilos de peixes (Tilapia e Patinga), em parceria com a Pequena Central Hidrelétrica – PCH - Anhanguera (CELAN/SEBAND), está doando mil peixes.
 
Os pescadores somente poderão fazer uso de duas varas, sendo uma vara de mão e um molinete (por pescador). Estará proibido o uso de lambada, redes ou tarrafas. “Um alerta importante para todas as pessoas que forem até a lagoa do Parque dos Trabalhadores, é na questão da preservação da natureza, ou seja, não jogar sacos, garrafas e copos de plásticos no chão, nem latinhas de cerveja ou refrigerantes, restos de alimentos na lagoa e também não quebrarem as árvores existentes no local.”, destacou o assessor da Pasta André Furlan (Decão)

De acordo com o prefeito Marcelo de Paula Mian, o 8º Torneio de Pesca de São Joaquim da Barra tem o objetivo principal, a promoção do lazer entre as pessoas e também à chegada da Semana Santa.
 
Fonte: novacidade.com
 

Plano Safra de Pesca

Plano Safra

O Plano Safra da Pesca e Aquicultura é um programa inédito do governo federal que visa estimular a competitividade e o empreendedorismo no setor, tornando mais efetivas as políticas econômicas e sociais voltadas para a cadeia produtiva do pescado.

Por meio de linhas de crédito que variam de R$ 2,5 mil a R$ 130 mil, financiadas pelo Banco do Brasil, pescadores e piscicultores poderão melhorar seus negócios ou mesmo adquirir barcos e motores com taxas de juros menores e prazos mais estendidos.

Dos pedidos de crédito que estão em análise no Banco do Brasil, alguns já foram aprovados. Os cheques vão beneficiar 50 pescadores e nove piscicultores do Estado.

Fonte: midiamax.com.br

Clubes de Pesca

Campanha incentiva pescadores amadores a integrar Clube de Pesca

Criando desde janeiro desse ano, o Clube de Pesca Esportiva e Amadora Luverdense (Luverpesc), já tem mais de 130 associados e vem trabalhando para filiação de novos membros.

Para tanto, uma campanha está sendo realizada e deve seguir nos próximos meses.

De acordo com o presidente da entidade, Adelar Novello, o objetivo do Luverpesc é organizar e fortalecer a classe da pesca amadora. “Não existe taxa de adesão.

Nosso objetivo é estarmos organizados para defender os interesses dos pescadores amadores e desportistas e desenvolver atividades relacionadas a pesca”, salientou.

As pessoas interessadas em fazer parte do Luverpesc devem ser maior de 18 anos. Menores, podem fazer, mas precisam de autorização dos pais ou responsáveis.

Os formulário podem ser preenchidos nas lojas Pantanal, Agroclin e Africano.

Fonte: Cenariomt.com.br

quinta-feira, 14 de março de 2013

Equipamento - Conhecendo a vara de pesca



Para decidir corretamente, conheça os aspectos mais importantes desses itens fundamentais de sua tralha.Duas características das varas de pesca constantemente são citadas nas reportagens de pesca. Às vezes, somente uma delas parece.

Por exemplo, quando se fala de varas rápidas, está se falando na AÇÃO desses equipamentos.Elas podem ser extra-rápidas, rápidas, moderadas e lentas. Esse comportamento está diretamente ligado á sua flexibilidade.

Quanto mais lentas, mais flexíveis são.Isso porque a alta flexibilidade faz com que a reação na ponta ( e, conseqüentemente, na linha e no anzol ou na isca artificial) seja extremamente atrasada em relação à ação do pescador – mais especificamente, as fisgadas.Também pode ser conceituada como a velocidade na capacidade das varas em retornar à posição original.

Quanto mais rígidas, mais rapidamente elas retornam a postura ereta. As varas mais rápidas também facilitam os arremessos, mas isso não quer dizer que todos devem procurar somente as extra-rápidas ou rápidas.Os pesos das iscas que você deseja lançar precisam ser levados em conta. Imagine comprar um vara dura para usar na pesca de dourados, arremessando iscas com 5 g. A isca vai cair em seus pés e, mesmo que você empreenda muito esforço, só vai conseguir um arremesso curto.

Uma vara mole – mais indicada para trutas-, também não serve para iscas de 15 cm de comprimento e 30 g de peso, como as usadas na pesca de anchovas. Isso pode criar um problema traumático, como quebrar uma de suas preciosidades.No jargão dos pescadores, o ato de flexionar a vara para o arremesso chama-se “carregar”.Essas ações estão intimamente conectadas à gama de peso a lançar, conforme as recomendações dos fabricantes. Normalmente, essa faixa vem marcada junto às hastes em onças ou oz (1 onça = 28,34 g).Isso porque quando do projeto, esse produto já foi especificado para os tipos de pesca que devia servir, o quanto pode arremessar e o limite de esforço que suporta.

Potência
No aspecto de esforço, as varas de pesca recebem outra classificação: ultraleves, leves, médias-leves, médias, medias-pesadas, pesadas e ultrapesadas. Essa característica se chama potência ( em inglês: power).Na prática, isso significa o quanto de esforço físico elas imprimem para cansar e retirar os peixes da água.

Ai estão os limites de resistência que elas foram projetadas para resistir. Evidentemente, quanto maior ou mais brigador for o peixe, maior a resistência – ou potência – exigida.Portanto, se você for atrás de Piraíbas, jamais leve uma vara leve ou mesmo média. As indicadas nesses casos são as pesadas e ultrapesadas. Para trutas, opte pelas varas leves ou médias-leves e, para lambaris, use somente ultraleves.

Tudo isso explica porque um mesmo fabricante faz grandes variedades de varas de pesca e o que você deve considerar para escolher a vara certa. Essas dúvidas, muitas vezes presentes em rodas de pescadores, uma vez respondidas facilitam na escolha da tralha. A primeira atitude antes de fazer isso, portanto, é definir com precisão que espécie e que faixa de tamanhos de peixes você vai procurar.


Potência da vara

Caracteristicas
Resistência: A resistência de um caniço é medida internacionalmente em libras. Estas resistência é uma forma utilizada para medir e expressar a dureza de uma determinada ação.
Ação: Indica o ponto em que a vara começa a vergar sob uma dada força. Desta forma podemos definir se o equipamento é de ação rápida, moderada ou lenta. Assim sendo caniços com a mesma resistência podem ter diferentes ações.


Ação da vara

Poder ou força: Essa referência determina a capacidade de forçada linha em que as varas suportam trabalhar os pesos de arremessos.

Capacidade de peso e resistência de linhas: Essa referência determina a capacidade mínima e máxima da linha com que pode trabalhar. A mínima especifica qual a linha mais fraca que pode ser utilizada sem o risco de quebrar a vara. Por exemplo, em varas médias (medium), para linhas de 10 a 14 libras, não se deve colocar na carretilha ou molinete linhas abaixo de 10 libras (4,05kg). Isso corresponde aproximadamente às linhas de 0,30mm a 0,35mm.As variações entre as medidas dos diâmetros (em frações de milímetros) e a libragem (em libras) se devem a produtos com a mesma espessura, mas resistências diferentes. Linhas mais resistentes que o máximo indicado na vara podem partir caso um peixe grande for fisgado.
Para efeito de cálculos, uma libra (1libra) = 453,59 gramas.
Para o exemplo acima, multiplica-se 14lbs x 0,45359kg = 6,3kg.

Escolha: Os fabricantes usam hoje diferentes matérias-primas para fazer varas. As ligas de carbono permitem que elas sejam cada vez mais leves e resistentes.Todas as pesquisas para chegar a esses resultados são feitas para oferecer mais comodidade e menos esforço aos consumidores. Aqueles que pescam dias inteiros com equipamentos mais leves, percebem isto. Entretanto, além de proporcionar leveza, eles precisam garantir resistência para resistir às lutas com grandes peixes.

Depois das conhecidas varas de bambu, muitas vezes preparadas pelos próprios pescadores, surgiram as de fibra de vidro maciças, que oferecem resistência, mas não muita sensibilidade, além de serem pesadas. Em seguida, elas passaram a ser feitas ocas e, também, essa matéria-prima foi primeiro misturado a poliéster e, depois, ao carbono.As mais modernas têm, na composição, tipos de carbono de alta tecnologia, denominados IM6, IM7, IM8, HM, etc. Os blanks são os corpos das varas e a maioria têm processo de fabricação extremamente técnicos e de precisão.

Melhor opção: Com certeza, as varas são dos mais importantes componentes do equipamento e, combinados com linhas corretas, reduzem riscos de praticar o esporte.

Quem já não passou pela difícil situação de encarar uma variedade de varas, de todos os tamanhos, libragens e materiais e, principalmente a variedade de preços em uma loja? Em geral, quanto mais caras, mais podem oferecer.A leveza, o conforto e a resistência estão entre as principais vantagens. Entretanto, é incorreto acreditar que as baratas e comuns não oferecem bons resultados.Para quem usa iscas artificiais, porém, quanto mais leve for o conjunto, menos cansa. Como exemplo, em um só dia de pesca, pode-se arremessar mais de 600 vezes. Imagine isso com os pesados molinetes ou carretilhas, vara maciça e cabo de madeira?O primeiro item a escolher no planejamento é a vara. Logo em seguida, vem a opção de linha (que tem de ser compatível).No passo seguinte, observe que, no ponto das varas próximo ao cabo onde se prende a carretilha ou molinete, marcações determinando a linha ideal. Caso a vara seja, por exemplo, uma que comporte linha de 12 a 20 libras, indica-se uma linha de 17 libras (7,7kg), com diâmetro aproximadamente 0,28mm.Essa escolha dá maiores garantias de não forçar a vara. Nesse caso, a opção pode recair sobre uma linha de 20 libras, porém, no caso da linha de 17 libras, a vara abaixo do seu limite.

Ao escolher uma linha com resistência menor do que a da vara, os perigos de quebrar recaem na linha, produto mais barato.

Partes: As varas são formadas pelos cabos (grips ou handles) e pelos corpos (blanks), os tubos principais. Os americanos denominam a ponta mais grossa dos blanks, os pés, de butt (traseiro) e outra extremidade do blank de tip (ponta). Os demais componentes chamam-se passadores ou guias (guide) e ponteiras (tip top).
Cabos: Cada um dos diferentes tipos existentes foi desenvolvido para pescarias diferentes ou acessórios agregados:
Ultraleves (ultralights): são utilizados em varas da mesma categoria. Têm como principal características que o molinete se encaixa diretamente na cortiça através de dois deslizantes (sliding rings). Comprimento entre 8″ e 10″.
Pistola (pistol grip): normalmente podem ser empunhados por uma só mão, sendo mais utilizados com iscas artificiais. Sua utilidade é muito relativa e seu peso maior que os outros tipos de comprimentos maiores.
Não permitem bom balanceamento da vara e ergonomicamente não é funcional. As indústrias de varas o estão desatualizando gradativamente.
Retos (tigger): Variam de comprimento entre 7″e 15″ e os melhores são anatomicamente preparados. Atualmente são os tipos mais utilizados pelas indústrias, em dimensões e materiais variados. Dividem-se em leves e médios (light e medium), para carretilhas e molinetes com comprimentos que variam de 6″ a 8″.
Pitching: Entre 8″ e 10″ servem para varas de molinetes acima de 6,5 pés.Steelhead: Acima de 13″, para molinetes ou carretilhas em varas acima de 7 pés.
Flipping: Entre 9″ e 11″, para carretilhas em varas de 6,5 pés.Musky: Acima de 10″, longo e cilíndrico, para carretilhas, em varas de 6,5 pés e 25 libras.

Comprimento:Como o nome já explica, é a medida do cabo à ponteira. Essa classificação tem relação direta com as distâncias em que se pretende lançar iscas.De forma geral, quanto mais compridas forem, mais longe se pode arremessar. Porém, fatores como ações das varas, pesos das iscas a arremessar, espessura das linhas e qualidade das carretilhas e molinetes, entre outros, podem criar pequenas contradições em relação a essa característica.Em geral, elas têm os comprimentos especificados em pés e polegadas (não em metros). Essas medidas registradas nos blanks.

Pesos de arremesso:As varas possuem limites mínimos e máximos quanto aos pesos de iscas que suportam ou arremessam.

Com iscas mais leves que as indicadas fica difícil lançar. No caso de mais pesadas, a vara pode partir no arremesso.Os valores referentes a pesos de arremesso, vêm expressos em onça (Oz). Cada onça equivale a 28,35 gramas.Você pode entender pelo exemplo em que a indicação diz lure (isca em inglês) 1/8 onça – 3/8 onça. Isso significa que essa vara arremessa iscas de um oitavo de onça a três oitavos de onça, ou seja, 3,54 gramas a 10,63 gramas.
Classificações
As varas foram classificadas quanto aos comprimentos, pesos de arremesso, poder ou força, capacidade de peso e resistência das linhas e ações. Em seguida veremos ações:
Ultra lights (UL) ultraleves: Comportam linhas de até 6lbs (2,7kg) e iscas de até 6g (1/32 a 3/16 onças). Excelente para pesca de lambaris, pequenas tilápias, trutas, escrivões, manjubas, saicangas e peixes de pequeno porte.
Lights (L) leves: Devem ser usadas com linhas de 6lbs (2,7kg) até 12lbs (5,4kg) e iscas de 4g a 11g (1/4 a 3/4 onça). Excelente para pesca de peixes como tilápias, matrinchãs, tabaranas, robaletes, pequeno black bass e betaras.
Médium (M) médias: Para linhas de 10lbs (4,5kg) a 14lbs (6,4kg) e iscas de 7g a 21g (1/4 a 7/4 onças). Excelente para peixes do porte como robalos, black bass, traíras, sargos, piraputangas, carpas, pequenos tucunarés e pacus.
Heavy (H) pesadas: Voltadas a linhas de 16lbs (7,2kg) a 30lbs (13,6kg) e iscas de 11g a 28g (3/8 a 1 onça). Excelentes varas para pesca de peixes com o porte de jaús, pirararas, meros, badejos, grandes garoupas, grandes pintados, dourados do mar, pirarucus e cações.
Musky: O nome de um peixe barra pesada dos EUA, que são peixes ultra pesados. Especiais para linhas acima de 35lbs (15,9kg) e iscas de 40g a 300g. Excelente para peixes do tipo como atuns, piraibas, grandes jaús e meros

Linhas: As potências das varas ajudam a definir a resistência das linhas a usar, pois existe equivalência. Por exemplo, uma vara de potência ( ou categoria como definem algumas publicações) média-leve é indicada para uso com linhas de 6 a 10 lb.

Não é errado utilizar linha de maior resistência (por ter diâmetro maior e melhor resistência à abrasão) se sua carretilha ou molinete estiver com a fricção regulada na faixa determinada pela vara. Esse recurso é muito aproveitado para procurar espécies que se escondem em locais que desgastam linhas, como robalos e tucunarés, apaixonados por galhos e troncos submersos, que cruzam de todas as formas possíveis, carregando iscas e linhas.

Boa Pescaria.

Fonte: pescarabrasil.com.br

quarta-feira, 13 de março de 2013

Fim do período da piracema não elimina restrições da pesca.

No dia 28 de fevereiro terminou o período de restrição de pesca em Minas Gerais, conhecido como o período da piracema quando os peixes sobem para as cabeceiras dos rios para se reproduzirem.

No entanto, os pescadores não devem esquecer que existem regras para a pesca que devem ser seguidas durante todo o ano.A pesca é uma atividade de subsistência e os pescadores, amadores ou profissionais, devem observar a quantidade e o tamanho dos peixes retirados do rio. "O limite de captura e transporte por pescador amador é de 10 quilos, mais um exemplar, sempre observando o tamanho mínimo dos peixes", explica o coordenador de Gestão da Pesca e Aqüicultura do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Miguel Ribon Júnior.

Ele informa que o tamanho, quantidades e os limites de captura por espécie estão definidos na Lei 14.181 (2002), nos Decretos 43.713 (2004), 43.854 (2004) e 44.309 (2006). "O IEF e a Polícia Militar de Meio Ambiente realizam operações constantes de fiscalização nos rios e lojas que comercializam pescado para verificar se a atividade é executada de acordo com a lei", observa.
Em Minas, existem alguns locais onde a pesca é proibida, como o rio Pandeiros, en­tre os municípios de Januária e São Fran­cisco/MG, e seus afluentes, em toda a sua extensão, bem como lagoas marginais, que são berçários naturais das espécies de peixes nativas.

"Não é permitido a pesca a menos de 200 metros a montante ou a jusante de cachoeiras ou corredeiras, próximas à foz dos rios, da confluência de rios principais com os seus afluentes ou de barramentos", ressalta Miguel Ribon.

É sempre importante lembrar que para pescar, transportar o material de pesca e o pescado é obrigatório ter a licença emitida pe­lo órgão competente. No caso da pesca amadora, é necessária a carteira de pesca, que pode ser obtida nas unidades de atendimento do IEF em todo o estado ou pelo site. A carteira deve ser renovada anualmente via internet, no site do IEF ou Ibama e a taxa de R$60,00 deve ser paga no Banco do Brasil. A palavra piracema é de origem tupi e significa "subida do peixe". Refere-se ao período em que os peixes buscam os locais mais adequados para desova e alimentação.

O fenômeno acontece todos os anos, coincidindo com o início do período das chuvas, entre os meses de novembro e fevereiro.

A morte do Velho Chico

Uma série de reportagens do jornal Es­tado de Minas mostrou a morte lenta do rio São Francisco e seus afluentes. Agri­cul­tu­ra, pecuária, mineração, esgoto in natura, erosão, algas, desvio de verbas, desmobilização social, descaso político e pesca predatória estão matando o Velho Chico e seus tributários, como o Paracatu, Uru­cu­ia, Pará, Verde, Velhas, entre muitos ou­tros.

O grande rio, descoberto em 4 de ou­tubro de 1501, dia de São Francisco de Assis, pelo navegador português Américo Ves­pú­cio, já foi chamado de “Rio da In­tegração Nacional”, já que é o maior curso de água que corre somente em território nacional. Lafaiete e região contribuem, com seu es­goto sem tratamento, para a morte de rios como o Bananeiras, Mara­nhão e Para­opeba.

Fonte> jornalcorreiodacidade.com.br

12 Toneladas de peixes....mortos.

Rio: 12 toneladas de peixes são retiradas da Lagoa Rodrigo de Freitas.



A coleta dos peixes está sendo feita desde o início da manhã por garis da Comlurb, inclusive no entorno da LagoaFoto: AFP​A mortandade de peixes que começou na última terça-feira (12), na Lagoa Rodrigo de Freitas, se intensificou nesta quarta-feira (13).

O espelho d'água da lagoa mais famosa da cidade foi coberto por peixes mortos, além de crustáceos como caranguejos e camarões. O Instituto estadual do Ambiente ainda não se pronunciou sobre o assunto.Foram retiradas 12 toneladas de peixes, sendo a grande maioria das espécies: Savelha, Manjubinha e Acará, mais sensíveis às mudanças de condições do ambiente aquático.

Os peixes estão  sendo recolhidos por uma equipe de 104 garis da Comlurb, com apoio de três catamarãs.Prefeitura diz que causa são as chuvasA Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) informou, em nota, que a Lagoa Rodrigo de Freitas é monitorada 24 horas por dia. Segundo o órgão, a cada hora, a boia que fica no meio da lagoa emite boletins que são analisados em tempo real.

De acordo com a secretaria, a população tem acesso às informações diariamente, no site do órgão e na própria lagoa, onde bandeiras de cores verde, amarela e vermelha, indicativas de qualidade, são hasteadas.Sobre a mortandade desta semana, a secretaria esclarece que as fortes chuvas causaram o problema.

O temporal provocou o desague de águas pluviais que levaram matéria orgânica para a Lagoa. Esta matéria orgânica, para se decompor, usa o oxigênio dissolvido, levando a zero e causando mortandade.

A secretaria de Meio Ambiente informa que ainda estamos com zero de oxigênio neste momento.

Fonte: Globo.com

terça-feira, 12 de março de 2013

Cota zero: mais uma lei simplista e inaplicável

Segundo o professor e escritor Felipe Aquino, há sempre duas maneiras de solucionar um problema: “a primeira é improvisada, rápida e cômoda”. Já a segunda, conforme o seu raciocínio, é “planejada, árdua e dispendiosa”. Embora seja mais árdua e demorada, a solução planejada para se resolver um problema será eficaz e duradoura. A solução “fácil” costuma ser “inócua inaplicável e falsa”.

A proibição do transporte de pescado, que antes era de 5 quilos por pessoa, denota uma solução simplista e superficial, que, ao invés de resolver poderá agravar o problema, comprometendo o fluxo turístico que sustenta as cidades ribeirinhas. A matéria, já convertida em lei, estabelece novas regras para sistematizar a pesca esportiva, instituindo o Cota Zero, ou seja, não será mais possível a retirada de nenhum peixe.

O nobre deputado estadual, autor da lei, alega que a medida irá promover a compensação por períodos de elevada pressão de pesca em determinados locais, recuperar os estoques pesqueiros e fomentar o turismo de pescadores esportivos. Trata-se de um grande engano, pois, não é enchendo o Diário Oficial de leis, normas e portarias, que se conseguirá solucionar o problema do desequilíbrio biológico e da pressão exercida por pescadores que excedem os limites do bom senso.

O turismo direcionado à pesca esportiva é uma fonte bastante expressiva para diversas economias municipais no Estado. E a proibição total de que sejam retirados peixes dos locais de pesca delimitados ao esporte descaracteriza e desestimula essa atividade de lazer tradicional, que tem um forte impacto nas economias dos municípios ribeirinhos. Não se deve penalizar milhares de pessoas, praticantes da pesca esportiva, que têm essa atividade como uma excelente terapia e um motivo para reunir os familiares e amigos, por causa de meia dúzia de irresponsáveis.

Praticar a modalidade pesque e solte, sem poder levar nem um exemplar pra casa é um exagero sem tamanho e nem cabimento.Esse projeto foi amplamente debatido com a sociedade e, sobretudo, com os segmentos envolvidos, como Prefeitos e Vereadores das cidades ribeirinhas e associações de pescadores? Os maiores interessados não foram chamados à discussão. Outros Estados, como Mato Grosso, que adotaram medida semelhante, agora estão tendo de rever este posicionamento, devido à queda brusca do fluxo turístico nas regiões de rios e lagos. Conforme o presidente da Associação Ambientalista, Turística e Empresarial de Cáceres (MT), as perdas em relação ao ano passado já atingem 50% do faturamento previsto para o ano. A situação, segundo ele, é alarmante.

Com esse novo dispositivo legal no nosso Estado, praticamente ficará inviabilizada a pesca. Como o pescador poderá garantir o sustento da sua família? Isso terá um impacto negativo, afetando seriamente os setores econômicos e turísticos em todo o Estado. Prejudica as cidades ribeirinhas, o setor do turismo, a economia e todo o comércio que trabalham nessa área.Não se pode promover mudanças na legislação sem que sejam feitas consultas à sociedade e considerados os estudos técnicos, caso contrário, o legislador, ao invés de ajudar, acaba criando dificuldades insolúveis para a pesca profissional artesanal e praticamente inviabiliza a atividade.

Será esse o objetivo? As atualizações das leis pesca devem ser pautadas nas demandas da sociedade, considerando os setores envolvidos na atividade e que estão preocupados com a pesca com vistas à conservação e uso sustentável dos recursos pesqueiros. Ao contrário do que pensam alguns, a pesca realiza um importante serviço de conservação do uso dos recursos naturais e se preocupa em monitorar a qualidade ambiental para o conjunto da sociedade. Este é o pensamento da esmagadora maioria dos pescadores.

A solução inteligente seria manter a norma de que cada pescador pode levar para casa até 5 kg de peixe e mais um exemplar. Em contrapartida, o pescador deveria ser incentivado a ajudar no repovoamento de peixes com espécies nativas da região. Um pescador doaria ao órgão ambiental, por exemplo, 1.000 (um mil) alevinos cujo preço médio é de 180,00 (cento e oitenta  reais). O órgão faria a soltura e forneceria ao pescador um Certificado, referente à doação efetuada, dano condições do portador pescar e levar a quantidade estipulada.

Com isso nós teríamos, tranquilamente, um aumento excepcional na piscosidade dos nossos cursos d´água, mais utilizados pelos pescadores, sem comprometer de modo algum e, muito pelo contrário, a quantidade de peixes nos rios e lagos.Outra medida fundamental seria investir mais na fiscalização. Há um número muito pequeno de fiscais em comparação à abrangência dos recursos hídricos disponíveis.

A pesca não pode ser vista como vilã. Enquanto isso deixa-se de dar a devida atenção aos sérios e grandes fatores de degradação ambiental que afetam os recursos hídricos com crescente intensidade, como: efeitos de assoreamento, aumento de material em suspensão, pesticidas e agrotóxicos, que afetam negativamente a sobrevivência de ovos e larvas de peixes; o aumento da carga de nutrientes com perda de biodiversidade; e a fragmentação dos rios por barragens, que impedem as migrações e eliminam os peixes de piracema.São providências efetivas, que exigem planejamento e investimentos.

Os recursos, sempre minguados para uma fiscalização eficiente poderiam perfeitamente originar-se, por exemplo, de um aumento no valor da taxa de licença –R$ 20,00 para quem pesca desembarcado e R$ 60,00 para pesca embarcada e subaquática -, que é obrigatória, para financiar o combate à pesca predatória e a recuperação dos nossos rios, riachos, represas, lagos.

Fonte:

sábado, 9 de março de 2013

Tilápia Assada - Boa pedida para a Quaresma

A cozinheira Shirley Lima, que trabalha em um pesque-pague, em Umuarama, no noroeste do Paraná, ensina uma receita que ela própria criou de tilápia assada. O prato pode ser servido acompanhado com pirão, salada e arroz branco e é uma boa opção para a quaresma, período em que os Católicos evitam o consumo de carne vermelha.

Além da tilápia, o prato leva vários outros ingredientes – alguns que são vendidos em conservas. Por essa razão, é preciso ficar atento à quantidade de sal para temperar o peixe, pois essas conservas podem deixar a carne do salgada demais.

Veja abaixo como preparar a receita:

Ingredientes:
- 1 Tilápia de aproximadamente 500 gramas (somente os filés do peixe)
- 200 gramas de palmito
- 200 gramas  de milho
- 200 gramas de ervilha
- uma pitada de tempero pronto - com sal (aquele que a gente compra no mercado)
- 100 gramas de azeitonas picadas
- 100 gramas de batata
- 100 gramas de cenoura
- alcaparras
- cheiro verde
- cebola
- 250 gramas de maionese
- 150 gramas de mussarela

O primeiro passo é temperar o peixe, sem colocar muito sal porque as alcaparras já são salgadas. Depois do peixe temperado e já na assadeira, é hora colocar os legumes e as alcaparras. Junte tudo em uma vasilha e misture bem. A última parte é colocar a maionese a gosto. Quanto mais maionese mais molhada fica a carne.

Uma boa dica da Shirley para não errar no sabor é com relação as alcaparras. Cuide para não exagerar na dose.  De seis a oito já são suficientes.

Além de saboroso o prato não leva muito tempo pra ficar pronto. São apenas vinte a trinta minutos no forno. Depois de meia hora assando cubra o peixe com mussarela e deixe derreter.

Fonte: g1.com.br / paraná

Regulamentação da pesca em Mato Grosso

A partir da sanção do substitutivo, por parte do governador Silval Barbosa (PMDB), o novo texto da Lei da Pesca terá de ser regulamentada pelo Conselho Estadual de Pesca de Mato Grosso (Cepesca-MT) para entrar em vigor.

A iniciativa das lideranças partidárias atende à reivindicação da classe de pescadores do Estado, que teve a oportunidade de debater as mudanças na lei com o Legislativo desde o ano passado, durante a realização de 12 audiências públicas realizadas em todo o Estado.

A categoria buscava consenso para a liberação da pesca com anzol de galho e o tamanho mínimo e máximo dos exemplares pescados nos rios mato-grossenses.

De acordo com o presidente da Comissão de Meio Ambiente na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco (DEM), uma das mudanças diz respeito à liberação do anzol de galho nos rios no estado, conforme a realidade de cada região.

O substitutivo, aprovado na sessão plenária de quinta-feira (7), alterou alguns anexos. A nova redação a vigorar da seguinte forma: o substitutivo tem como objetivo proporcionar meios de subsistências aos profissionais da pesca.

Fonte: sonoticias.com.br

Federação dos pescadores de Alagoas e Colônia Z-19

Com a participação de aproximadamente quinhentos pescadores, marisqueiros e piscicultores, o superintendente federal da Pesca em Alagoas, Cícero Dantas, apresentou nesta sexta-feira (08), no município de Piaçabuçú, o Plano Safra de Pesca 2013. O evento foi realizado com a parceria e apoio da Federação dos Pescadores de Alagoas e da Colônia Z-19.

Lançado pelo governo federal, por meio do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Plano Safra da Pesca e Aquicultura, é um programa do Governo Federal para estimular o desenvolvimento do setor por meio de linhas de créditos para o aumento produção e geração de emprego e renda e tem como objetivo estimular a produção nacional do pescado e promover o desenvolvimento sustentável da aquicultura e pesca, aumentando a renda do pescador.

Como explica o superintendente da pesca em Alagoas Cícero Dantas, o propósito do encontro com representantes da Colônia de Pescadores de Piaçabuçú é colocar em prática e viabilizar a operacionalização do Plano Safra da Pesca e Aquicultura com linhas de créditos para o segmento.
“A meta do Ministério da Pesca e Aquicultura, estabelecida pelo Ministro Marcelo Crivela, por meio da sua Superintendência em Alagoas, é fortalecer a política de fomento dando oportunidade ao segmento pesqueiro para gerar renda e mais emprego”, destaca o superintendente.

Para a presidente da Federação dos Pescadores de Alagoas, Eliane Moraes, primeira mulher a presidir a entidade do segmento no Brasil e em Alagoas, o plano tem um significado importante para os piscicultores alagoanos já que estarão disponíveis linhas de financiamento acessíveis. “O plano implantado pelo governo federal vai possibilitar um incremento significativo para o aumento da produção do pescado em Alagoas”, reconhece.

Eliane destaca ainda que a relação entre a superintendência federal da pesca em Alagoas e a Federação dos Pescadores de Alagoas só tem contribuído para o fomento do pescado em todas as Colônias de Pesca do estado de Alagoas. “Nossa meta é aumentar ainda mais a produção do pescado, de renda e de emprego das famílias”.

Antonio Amorim, presidente da Colônia Z-19, destaca a importância do Plano Safra e reconhece que haverá mais benefícios para pescadores e marisqueiros da região. “Vamos ter a oportunidade de renovar a frota de embarações, adquirir novos equipamentos e aumentar a produção do pescado”. Segundo Antonio, a superintendência federal da pesca em Alagoas tem facilitado o trabalho do segmento com assistência técnica, apoio e linha de crédito.

Amorim reconhece ainda que a ida da superintendência federal da pesca em Alagoas até às Colônias tem favorecido bastante a vida dos pescadores, já que não mais precisa se deslocar de sua cidade para buscar apoio junto à instituição.

Fonte:

quinta-feira, 7 de março de 2013

Torneio de Pesca - Equipe Moraes em parceria com o Pesqueiro 63


A Equipe Moraes em parceria com o Pesqueiro 63 irá organizar seu primeiro campeonato do ano. Você não pode ficar de fora dessa!
O Campeonato da Equipe Moraes é uma iniciativa da Equipe Moraes para incentivar a prática da pesca esportiva, promover lazer e diversão aos amantes da pesca, integrar pescadores, bem como confraternizar pescadores da região, participem!

Campeonato de pesca noturna

... As Inscrições
As inscrições poderão ser feitas até esgotarem as vagas
Serão apenas 50 vagas então corra para se inscrever

Local do campeonato
O campeonato se realizará no Pesqueiro 63, e está localizado no Km 63 da rodovia Castelo Branco-São Paulo.
O Pesqueiro 63 disponibilizará um tanque (lago nº 2 do meio, ou seja, lago de pesca esportiva), contendo peixes das espécies PINTADO, CURIMBATA, TILAPIAS, PACUS, CARPAS CABEÇUDA, TAMBACU E TAMBAQUIS COM PESOS VARIADOS ENTRE 1Kg E 35Kg.

Data do Campeonato
Será realizado no dia 6 de abril de 2013
Horário: Início às 18.00 hs e término às 5.30 hs
Após o término será realizada a contagem dos pontos dos peixes fisgados e resgatados para a devida premiação.
Teremos um intervalo de 1hora para o jantar sendo este das 22:00 hs ás 23:00 hs.
Neste horário os pescadores ouvirão o aviso sonoro do juiz, deverão remover suas varas da água, estando preparados e nas Raias as 23:00h onde ouvirão a autorização sonora do juiz para o reinicio da competição.
Caso o pescador não atenda ao sinal sonoro, o peixe fisgado durante o jantar não valerá para contagem da premiação.
Se por ventura o participante desta fisgar um peixe próximo aos intervalos DE JANTAR OU TERMINO DA COMPETIÇÃO (10 (DEZ) MINUTOS ANTES), esse deverá ser retirado da água pelo pescador que o fisgou, valendo o mesmo para premiação.

Sorteios das Raias
O sorteio das raias será na data, com início às 18:00 hs e término previsto para as 18:30H, as equipes assim que sorteadas poderão se dirigir às suas baias e preparar suas tralhas e varas, pois não poderão iniciar suas atividades de pesca (COLOCAR LINHA NA AGUA) sem o sinal de autorização de início do juiz da prova, através de sinal sonoro que se dará às 19:00HS.
As equipes que chegarem atrasadas ao sorteio, ficarão posicionadas nas raias cujo o número foi sorteado na mesma forma que se estivesse presente, não podendo ser contestadas ou alteradas.

As Regras
Será permitido a cada pescador o uso de duas varas, sendo:
A)Uma vara de mão e um molinete ou carretilha- LIVRE PARA SUPERFICIE E FUNDO;
B)Duas varas molinetes sendo LIVRE PARA SUPERFICIE OU FUNDO;
C)Duas varas de carretilha sendo LIVRE PARA SUPERFICIE OU FUNDO;
D)Uma carretilha, uma molinete, LIVRE PARA SUPERFICIE OU FUNDO;
E)Duas varas de mão, também LIVRES PARA SUPERFICIE OU FUNDO.
§ As varas que por ventura caírem na água terão que ser resgatadas pelo pescador sem atrapalhar o pescador vizinho que poderá ate ajudar se assim o quiserem
§ Se a vara que cair na água for retirada por outro pescador e esta estiver com peixe não valerá para efeito de premiação PARANENHUM PESCADOR.

Iscas
Toda e qualquer isca poderá ser utilizada, exceto iscas artificiais e pesca com fly, DESDE QUE NÃO COMPOSTAS COM PRODUTOS QUIMICOS, O PESCADOR PODERA LEVAR SUAS ISCAS E MASSAS, POREM TAMBEM PODEM SER ADQUIRIDAS EM NOSSO PESQUEIRO.

Cevas e Chuveirinhos
Será autorizada somente a ceva de superfície através de bóias cevadeiras, não podendo utiliza estilingues e ou colheres para lançamento das cevas
Será permitida a utilização de chuveirinho de superfície, desde de que seja para pesca de cabeçudas e com apenas 1 anzol.

Ajuda entre os pescadores
O peixe deverá ser retirado pelo pescador que o pescou, podendo receber ajuda de outro pescador para resgatá-lo com o passaguá.
§ fica a critério das raias vizinhas tirarem ou não seus equipamentos da água para facilitar a retirada do peixe pela raia vizinha, com isso evitando enrosco.

Pesagem do Peixe
Todos os peixes acima de 1(um) quilo serão pesados com balança digital que estará em poder do fiscal de prova, NÃO SERÃO CONTADOS E NEM ANOTADOS OS PEIXES COM MENOS DE 1 kg.
§ Os peixes deverão ser pesados PELOS FISCAIS dentro do passaguá..
§ Cada kg contará 1 ponto

Regras
Será considerado pescador válido aquele que apresentar comprovante de depósito da inscrição ou a ficha de cadastro dos nossos pontos de inscrição
§ Não será permitido o uso de anzóis com farpas e fisgas
§ RECOMENDAMOS AOS PESCADORES E SEUS ACOMPANHANTES CHEGAREM ANTES DO SORTEIO E EM TEMPO HABIL PARA TOMAR CAFEZINHO OFERECIDO PELO PESQUEIRO E ACOMPANHAR O SORTEIO DAS RAIAS.
§ Todo e qualquer equipamento é de responsabilidade do participante
§Pescador que for encontrado usando material inadequado será desclassificado

Premiação
A premiação será feita após o término do torneio e após contagem pelo juiz
Serão premiados com troféus e medalhas os pescadores do 1º ao 5º lugar que pegarem a maior pesagem de peixe e uma premiação extra para o pescador que pegar o peixe mais pesado. Durante o horário de jantar será sorteado alguns brindes.

Do depósito
O valor da inscrição será de R$ 120,00 (cento e vinte reais) por pescador a ser depositada em conta corrente ou pago no próprio pesqueiro
No valor da inscrição ja está incluso taxa de pesca + Jantar (inclui bebidas no jantar) + café da manhã
Acompanhante será cobrado o valor de R$30,00 incluso jantar + café da manhã

Premiações
1ºlugar - Carretilha + Vara + troféu
2ºlugar - Molinete + vara + troféu
3ºLugar - Molinete + vara + troféu
4ºlugar - kit de pesca
5ºlugar- kit de pesca
Maior Peixe - Molinete + vara

Corra para fazer sua inscrição pois as inscrições são limitadas e muito concorridas
Inscrições poderão ser feitas pelo contato no facebook por mensagem, email (morespesca@bol.com.br) ou no pesqueiro 63
A inscrição só será válida após o depósito em conta ou pagamento no pesqueiro e preenchimento da ficha.
Lembrando que só temos 50 vagas para o torneio!

Esperamos todos vocês la!

Mais de 400 pessoas participaram de torneio de pesca em Peruíbe

Aconteceu até este domingo passado, em Peruíbe, no Litoral Sul, o 35º Tornei de Pesca de Arremesso.

O evento, que é tradição na cidade, reuniu mais de 400 pessoas por competição.

Ao todo, 288 pescadores divididos em 48 equipes (6 integrantes cada equipe), ao longo de 2,5 km de praia, todos devidamente inscritos como pescador amador junto ao MPA (Ministério de Pesca e agricultura). 

Participaram do torneio equipes masculinas, mistas, masters/sêniors, feminina, juvenil e avulsas.

Além da modalidade voltada aos amantes do desporto amador, também a competição gastronômica, conjunto alegoria. As provas foram realizadas na praia, altura do nº 7.600 da Av. Gov. Mário Covas Jr.

Espaço aberto à população.

Na tenda principal, o Fundo Social de Solidariedade de Peruíbe responsável por uma lanchonete. O dinheiro recebido com a venda dos alimentos será usado para trabalhos assistenciais do Fundo.

Fonte: atribuna.com.br

Assembleia aprova alterações que flexibilizam nova Lei da Pesca

Deputados estaduais aprovaram hoje, em definitivo, projeto de autoria das lideranças partidárias que faz nova alteração a lei de pesca.
 
A Comissão de Constituição, Justiça e Redação exarou seus pareceres em plenário, permitindo a votação final da matéria. Como recebeu emenda, a matéria demandou a realização de uma sessão extraordinária para apreciação em redação final e agora segue para ser sancionada pelo governo.
 
O novo texto flexibiliza ainda mais a atividade, permitindo a subsistência dos pescadores, mas fixa prazo para que o Conselho de Pesca seja instalado e apresente uma proposta definitiva de política de pesca para o Estado.
 
O prazo de liberação do uso de anzol de galho é 60 dias e o de apresentação da nova política de pesca pelo Cepesca é de 180 dias. Já as medidas máximas do pescado foram mantidas de acordo com a lei anterior. A lei de pesca foi resultado de uma ampla discussão com a realização de audiências públicas em todas as regiões do Estado.
 
O plenário também aprovou hoje a concessão de titulo de cidadania mato-grossense para a presidente da república Dilma Roussef (PT). O projeto é de autoria do deputado J. Barreto (PR) e foi relatado favoravelmente na Comissão de Constituição, Justiça e Redação pelo democrata Dilmar Dal Bosco. A aprovação foi unânime.
 
Ao todo foram realizadas hoje três sessões, sendo uma ordinária e duas extraordinárias. Na sessão ordinária os deputados argüiram Carlos Carlão do Nascimento que vai presidir a Ager (Agência reguladora dos Serviços Públicos) e Robson Pereira Fagundes que assumirá a diretoria de regulação de Energia e Saneamento, o advogado Robson Pereira Fagundes.
 
Na tribuna o deputado Alexandre Cesar pediu a apuração imediata dos fatos e responsabilização eficaz dos culpados, no caso do confronto entre policiais militares e estudantes da UFMT ontem em Cuiabá.

O confronto ocorreu durante uma manifestação realizada pelos estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), quando cerca de 50 alunos fecharam uma pista da Avenida Fernando Corrêa da Costa, sentido Coxipó-Centro, para protestar contra o fechamento de vagas nas casas de estudantes mantidas pela UFMT, no bairro Boa Esperança.

 Devido ao longo congestionamento que se formou local, a Polícia Militar foi acionada. O confronto culminou com diversos feridos e presos. Riva, Rezende e Emanuel Pinheiro também pediram a apuração dos fatos e responsabilização dos envolvidos.

Este último solicitou que a Casa convoque o comandante da PM para prestar esclarecimento.

Fonte: Odocumento.com.br

quarta-feira, 6 de março de 2013

Festa do Peixe em Dourados - É sempre uma festa

Dourados se prepara para receber 10ª edição da Festa do Peixe

Acontece de 27 a 31 de março, em Dourados, a 10ª edição da Festa do Peixe.

O evento será realizado no Parque Antenor Martins, no Jardim Flórida.



Como ocorreu no ano passado, a festa terá muitas atrações, além do tradicional concurso de pesca no lago.

A festa é um dos principais eventos de Dourados e atrai pessoas de varias cidades da região.

Nos próximos dias a prefeitura irá divulgar as condições para fazer a inscrição para a venda de peixe vivo durante a festa.

Também abrirá em breve as inscrições para o torneio de pesca e outros eventos. A entrada na festa é franca.

Fonte: acritica.net

Torneio de Pesca em Carlópolis - Ai sim...

TORNEIO DE PESCA

A PesCar, Torneio de Pesca Esportiva de Carlópolis, chega em sua 13º edição.

O evento, promovido pela Associação dos Funcionários Públicos Municipais de Carlópolis (Afucar) acontece no dia 24 de Março, mas as inscrições já estão abertas.

O único peixe válido para competição é a Corvina. Além dos prêmios para os maiores peixes, este ano haverá o sorteio de uma moto zero quilômetro.

Fonte: paranashop.com.br

Pesca predatória - Ai é complicado...

Moradores de Pindaré-Mirim desrespeitam período da Piracema.
A Pesca predatória está sendo praticada livremente no município.

Crime ocorre principalmente entre o Rio Pindaré e um lago na zona rural.Moradores de Pindaré-Mirim desrespeitam a proibição da pesca no período de reprodução dos peixes. Muitos nem são pescadores profissionais.

A pesca predatória está sendo praticada livremente em um curso d´água que liga o Rio Pindaré a um lago na zona rural do município.As tarrafas são jogadas na água a todo instante. Todos querem garantir uma boa pescaria.

O rompimento de uma barragem que impedia a passagem da água do Rio Pindaré para o lago Grajaú, no povoado Areias, provocou a migração dos peixes. A barragem se rompeu no início de janeiro e há pelo menos um mês começou a pesca predatória.

Muitos parecem ter esquecido que é o período da piracema. Até abril é proibido pescar em rios, lagos e igarapés da região. De acordo com o pedreiro Raimundo Nonato, essa é a única forma que tem para alimentar a família. “Infelizmente a gente faz porque precisa. Eu tenho 12 filhos e comprar comida todo dia é muito difícil”.

Peixes pequenos, mas com ovas, estão sendo capturados. “Crime é, mas a gente vai fazer o quê? Não tem oura opção”, diz a dona de casa Maria Silva.

Fonte: G1.com/Maranhão

terça-feira, 5 de março de 2013

PMA apreende 128 kg de pescado ilegal

Policiais Militares Ambientais de Corumbá prenderam dois pescadores profissionais por pesca predatória. Eles foram abordados no sábado (2) pescando com petrechos proibidos (tarrafas) e ainda no entorno do Parque Nacional do Pantanal e da Reserva Particular do Patrimônio Nacional – RPPN, do Acurizal, que são áreas proibidas para a pesca.

Os pescadores não estavam pescando juntos, porém, estavam na mesma área.



Com um pescador profissional de Corumbá, de 33 anos, foram apreendidos 48 kg de pescado da espécie pintado, barbado e cachara e duas caixas de isopor onde estava armazenado o pescado, uma lancha com um motor de centro e uma tarrafa utilizada na pescaria ilegal. Ele foi multado em R$ 2.150,00.



Com outro pescador profissional, residente em Ladário (MS), de 28 anos foram apreendidos 80 kg de pescado das espécies cachara e pintado e duas caixas de isopor onde estava armazenado o pescado, um motor de popa, um barco e uma tarrafa utilizada na pescaria ilegal. Ele foi multado em R$ 2.380,00.



Devido a distância, a PMA chegou à cidade de Corumbá há pouco e não foi mais possível a realização do auto de prisão em flagrante dos pescadores, porém, eles responderão pelo crime de pesca predatória. Se condenados pelo crime ambiental poderão pegar pena de um a três anos de detenção.

Fonte: Midiamax.com

Aumento de cota para o pescado no Mato Grosso

O governador Silval Barbosa (PMDB-MT) sancionou, hoje, a lei que altera dispositivos na legislação da política de pesca no Estado. Com as mudanças, por exemplo, ao pescador amador, com a carteirinha, é permitido uma cota de captura e transporte de até 5 kg e um exemplar.

O pescado não pode ser comercializado e no ato da fiscalização, se pode escolher ser fiscalizado por cota individual ou em grupo. Antes, era autorizada apenas a modalidade pesque e solte com direito a cota de 3 kg a partir de quatro anos, depois da emissão da carteirinha.

Já o pescador profissional também pode capturar, a partir de agora, até 125 kg de pescado semanalmente, o transportando acompanhado da Declaração de Pesca Individual (DPI).

Anteriormente era permitido até 100 kg com a declaração. Foi mantida a exigência da Guia de Controle de Pescado, Nota Fiscal ou DPI para estoque de até 125 kg. Antes, era até 100.

Com as alterações, também foram mudadas as medidas mínimas e máximas para captura dos peixes.

Um Cachara, por exemplo, só pode ser retirado das águas com no mínimo, 83 cm e no máximo, 112 cm. Antes, a medida mínima era a mesma, no entanto, a máxima, 95 cm.

A captura do Dourado continua proibida, bem como da Piraíba.

Fonte: sonoticias.com.br

domingo, 3 de março de 2013

Equipamento - Montagem do chicote

Olá pessoal, como eu havia dito vamos começar a postar algumas dicas sobre os equipamentos basicos para a pesca esportiva.

Alguns amigos nos perguntaram como se faz a montagem de um chicote para a boia Torpedo ou Cevadeira então vamos começar a colocar aqui essas dicas.

Hoje inicamos com o básico para quem quer iniciar nessa modalidade.

Alguns peixes constumam se alimentar na linha da água, ou seja, com a ração, pão ou qualquer isca que esteja utilizando em "cima" ou logo abaixo dessa linha, pra quem ainda não é do meio a isca fica "boiando" na água.

Dependendo do dia todo pescador deve analisar ou testar onde os peixes estão se alimentando especialmente nos pesqueiros e seja lá qual pesqueiro for num dia os peixes estão comendo em cima em outro dia no mesmo pesqueiro eles podem estar se alimentando a 20cm dessa linha ou até mais, por isso uma dica que vocês verão logo abaixo.

Dependendo do material que esteja utilizando existem boias torpedo ou cevadeira com várias gramagens (pesos), todas elas tem um chumbo que possibilita seu arremesso ser mais longo ou mais curto, isso depende de cada equipamento, me refiro a Vara de Pesca que logo estaremos também colocando aqui.

CUIDADO para não utilizar uma boia pesada com uma vara de ponta fina, elas devem ser compatíveis.

Os equipamentos básicos dessa montagem estão aqui:



Podem perceber que a Bóia Cevadeira tem na sua parte baixa um "copo" que serve para colocarmos uma quantidade de ração onde a palavra "cevar" já explica tudo, você ceva o local onde a bóia foi arremaçada.

A primeira coisa é escolher entre e cevadeira e a torpedo onde a montagem é a mesma, a diferença é que a cevadeira leva no arremesso mais comida para os peixes onde não quer dizer que os peixes vão procurar sua isca e sim chamar a atenção deles para o local.

Em certos locais a Cevadeira nem é necessária, em outros é muito importante você chamar a atenção dos peixes jogando mais rações por várias vezes.

A segunda coisa é amarrar a Torpedo numa linha chamada Leader, essa linha é de monofilamento e mais rigida que a linha normal que vai na carretilha ou molinete, sendo assim ela não enrosca com facilidade no arremesso e sua boia e anzol ficam mais longe da bóia de arremesso.

Sobre o "nó" utilize de sua preferência, caso não conheça os nós normalmente utilizados deixe sua pergunta nos comentários logo abaixo.




Logo depois desse nó coloque a bóia de sinalização, pequena e sem peso, ele serve justamente para deixar sua isca na altura que deseja, se quiser deixar sua isca mais próxima da linha d'água puxe-a para perto do anzol, se quiser afundar sua isca puxe-a para mais perto da boia de arremesso.

Logo após colocar a boinha coloque o anzol também de sua preferência também dependendo do peixe que existe no local da pesca, lembre-se que certos peixes tem dentes e outros apenas uma "lixa" no lugar dos dentes, então pesquise onde vai pescar antes de escolher sua tralha.




A montagem é bem simples e mais uma dica: é estremamente importante caprichar na amarrassão da boia de arremesso e do seu anzol, pois um nó bem feito avita aquelas surpresas de ter que ir atrás de sua bóia "passeando" pelo lago.

Na próxima traremos mais informações, agora sobre as varas de pesca.

Grande abraço.